Por Michael Zaidan Filho
A trágica (e prematura) morte de ex-governador de Pernambuco e candidato à presidência da República pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) põe a nu uma das maiores deficiências do sistema partidário brasileiro: a baixíssima taxa de institucionalização das instituições partidárias.
Morto o presidente do partido e candidato à sucessão presidência, não tem – no momento – quem o substitua na cabeça da chapa do PSB, ao lado de Marina Silva.
