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domingo, 6 de janeiro de 2019

Nós, o lixo marxista

Vladimir Safatle

É preciso calar quem não se contenta com a vida imposta pelo novo governo

Tomou posse o primeiro governo eleito de extrema direita do Brasil. Com ele, não há negociação alguma possível. Nem ele procura alguma forma de negociação com aqueles que não comungam com seus credos, que não louvam seus torturadores e que não acham que "é duro ser patrão no Brasil".


terça-feira, 1 de agosto de 2017

A lição de Angela Davis

Djamila Ribeiro

A esquerda, que tanto ovacionou a filósofa norte-americana, tem muito a aprender com ela e sua obra

"Tenho falado da liderança das mulheres negras, mas deveria estar me referindo à liderança feminista negra", afirmou Davis em seu discurso na UFBA

Angela Davis esteve no Brasil recentemente. Na Universidade Federal do Recôncavo Baiano, ministrou uma aula pública e um curso sobre feminismo negro decolonial. Em 25 de julho, Dia Latino-Americano e Caribenho da Mulher Negra, lotou a reitoria da Universidade Federal da Bahia para uma palestra emocionante. Organizado por instituições feministas negras de Salvador, a exemplo do Instituto Odara, o evento é simbólico para a luta antirracista e antimachista no País.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Mulheres, raça e classe


Angela Davis

Questões de gênero e de raça

Mulheres, raça e classe, de Angela Davis, é uma obra fundamental para se entender as nuances das opressões. Começar o livro tratando da escravidão e de seus efeitos, da forma pela qual a mulher negra foi desumanizada, nos dá a dimensão da impossibilidade de se pensar um projeto de nação que desconsidere a centralidade da questão racial, já que as sociedades escravocratas foram fundadas no racismo. Além disso, a autora mostra a necessidade da não hierarquização das opressões, ou seja, o quanto é preciso considerar a intersecção de raça, classe e gênero para possibilitar um novo modelo de sociedade.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

As revoluções, o socialismo e as utopias são sonhos diurnos


Ernst Bloch e o caráter revolucionário dos sonhos diurnos

Gutemberg Miranda*


Os sonhos também são diurnos; podemos enxergá-los acordados; a realidade não se distingue por completo do mundo onírico: tais são as conclusões do livro O Princípio Esperança, de Ernst Bloch. Um marxismo utópico, num momento de profundo recrudescimento do cientificismo nos meios marxistas, foi a principal herança deixada pelo pensador alemão cuja obra tem se revelado atual e permeada por diversos campos da cultura. Sua crítica a Freud e Jung, a partir de uma ontologia marxiana, constitui um dos principais pilares de seu pensamento. Diante dos problemas sociais de seu tempo, Bloch considerava urgente unir consciência de classe e utopia, ou seja, ciência e sonhos caminhando conjuntamente.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Liberais, libertários e marxistas na geleia geral brasileira



Luiz Eduardo Soares



1. A onda conservadora no Congresso, sob a batuta do que há de pior no PMDB — que ocupou o espaço deixado vazio pela desmoralização do PT e do governo —, ameaça tanto as conquistas sociais e os direitos civis e trabalhistas, quanto a crise provocada pelo bonapartismo arrogante e obscurantista de Dilma. A pauta reacionária no Parlamento inclui a consagração da terceirização, a redução da idade de imputabilidade penal e a revogação dos avanços no controle de armas. Por sua vez, os efeitos da crise econômica podem vir a dilapidar a redução das desigualdades e o aumento da renda dos mais vulneráveis, gerando desemprego e decepções em larga escala.

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