Postado por Bruno Winckler em 12/08/2014
Santos e Corinthians protagonizaram no último domingo um primeiro tempo na Vila em que a bola esteve parada em mais de 62% do tempo de jogo. Uma partida de futebol em que o que menos se tem é bola rolando é um convite para o sono. No Dia dos Pais, a Globo registrou 17 pontos de audiência no clássico paulista. Muito pouco, convenhamos. O churrasco, a macarronada, um passeio no parque… Tudo era mais convidativo.
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014
domingo, 29 de junho de 2014
O time é de guerreiros. Mas quem é o inimigo?
Lágrimas, vaias ao hino rival e discurso sobre honra: a linguagem bélica tornou o futebol um campo de batalha. Por isso foi insuportável assistir à partida
Matheus Pichonelli
Reproduzimos um discurso segundo o qual “ninguém vai vir aqui pisar em cima da nossa bandeira”. Por isso vemos jogadores como David Luiz correr para a torcida com os olhos cheios de lágrimas e o antebraço quase esfolado de tanto bater para mostrar que ali corria sangue
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Jogar sem a mamãe
Na "inocência" (relativa) da minha infância, a expressão "Fulano conseguiu um pênalti" significava que Fulano tinha chegado na boca do gol de uma maneira muito perigosa, forçando a defesa adversária a cometer uma falta grave e proposital. Ou seja, para os adversários, as chances de defender um pênalti seriam maiores do que a chance de evitar o gol naquele ataque.
Nenhuma "inocência" dura para sempre. Logo aprendi por um locutor de rádio que alguns jogadores (ou todos) fingiam sofrer faltas graves, contorciam-se no chão como se o adversário tivesse lhes quebrado uma perna, e, uma vez chamada a atenção do juiz, levantavam-se e voltavam ao jogo, em plena forma.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
A rebelião 'pé de obra'
Futebolistas se inspiram em jornadas de junho e se unem contra condições de trabalho impostas pela cartolagem
Ruy Braga
O espectro das jornadas de junho continua a rondar o País, reaparecendo em lugares ainda há pouco considerados insólitos. Se não há dúvidas de que a insatisfação popular com os gastos com as novas arenas foi uma das principais razões do início das mobilizações que açambarcaram o Brasil durante a Copa das Confederações, quem apostaria que também fora dos gramados o espírito do tempo sensibilizasse os jogadores profissionais?
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