Mostrando postagens com marcador Dickens. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dickens. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Michael Löwy: A crítica romântica de Charles Dickens ao capitalismo
Michael Löwy e Robert Sayre.*
Embora fosse completamente alheio às ideias socialistas, Charles Dickens era um dos autores favoritos de Marx. Seu romance Tempos difíceis, publicado em 1854, contém uma expressão excepcionalmente articulada da crítica romântica à sociedade industrial. Não faz uma homenagem tão explícita às formas pré-capitalistas, geralmente medievais, quanto a maioria dos românticos ingleses – como Burke, Coleridge, Cobbett, Walter Scott, Carlyle (a quem Tempos difíceis é dedicado), Ruskin e William Morris –, mas a referência aos valores morais do passado é um componente essencial da atmosfera criada por ele. Por um paradoxo que é apenas aparente, o refúgio desses valores aparece na forma de um circo, uma comunidade um tanto arcaica, mas autenticamente humana – na qual as pessoas ainda têm um “bom coração” e uma “atitude muito natural” – que se situa fora, e em franca oposição, à sociedade burguesa “normal”.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Charles Dickens: The Pickwick Papers
Wikipédia, a enciclopédia livre.
O livro The Posthumous Papers of the Pickwick Club (comumente conhecido como The Pickwick Papers) escrito pelo inglês Charles Dickens em 1836, apresenta nomes diversos tanto no Brasil quanto em Portugal, com variações como As Aventuras do Sr. Pickwik, Documentos de Pickwick, Papéis de Pickwick, e Documentos do Clube Pickwick.
O título narra as aventuras do grupo de estudo do Clube Pickwick, composto pelo líder Sr. Pickwick e seus três pupilos: O Sr. Tupman, o Sr. Snograss e o Sr. Winkle, que têm como função financiada pelo clube viajar pela Inglaterra (com particular com enfoque no interior do país) observando descobertas científicas e analisando as diversas variedades do comportamento humano.
Assinar:
Postagens (Atom)

