Eles ganham acima de R$ 300 mil mensais, mas recolhem apenas 7% — muito menos que a massa dos assalariados. Seu segredo: a docilidade do Congresso Nacional com as elites.
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Os brasileiros super-ricos pagam menos imposto, na proporção da sua renda, que um cidadão típico de classe média alta, sobretudo o assalariado. Isso viola o princípio da progressividade tributária, segundo o qual o nível de tributação deve crescer com a renda.
Essa é uma das conclusões de artigo publicado em dezembro pelo Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), vinculado ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
