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domingo, 4 de dezembro de 2016

O tenentismo de toga


Walter Sorrentino

É preciso muito discernimento e responsabilidade nestas horas de crise de governo. Sabe-se como elas evoluem, não se sabe como terminam– mais provavelmente em detrimento dos interesses da nação e do povo brasileiros.

As palavras são perigosas, data vênia à ilustre Ministra Carmem Lúcia, presidente do STF. O país precisa de Justiça e a Justiça precisa se amparar na Constituição. Certíssimo. Daí o direito às garantias individuais, direito ao legítimo processo penal e tantas outras coisas do Estado de direito democrático.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Política externa e eleição presidencial



Não são apenas as conquistas sociais e a autonomia nacional para conduzir a economia popular à margem dos interesses da oligarquia financeira nacional e internacional que sofreriam imenso retrocesso caso um dos candidatos do campo neoliberal e conservador – Aécio Neves, do PSDB, ou Marina Silva, do PSB – vencesse as eleições.

Está também em xeque a política externa – a opção brasileira pela integração regional soberana e solidária entre países e povos independentes e por desempenhar um papel internacional progressista, em prol de nova ordem livre de hegemonismos, por um mundo de cooperação e paz.

sábado, 30 de agosto de 2014

Pochmann diz que proposta de Marina e Aécio para BC prejudica democracia

Marcio Pochmann: autonomia do Banco Central é prejudicial à democracia

O economista e presidente da Fundação Perseu Abramo, Marcio Pochmann, considera que as propostas de autonomia do Banco Central são prejudiciais à democracia brasileira, ainda em construção, e que é fundamental que a população possa influenciar diretamente nas ações de controle do sistema financeiro.

“É difícil imaginar um país que conceda na lei uma autonomia ao Banco Central. Isso a meu ver compromete ainda mais a democracia porque o povo trabalhador sempre tem poucas oportunidades de manifestar sua opinião”, avaliou Pochmann em seu comentário de desta quarta-feira (27), à Rádio Brasil Atual. “A eleição é uma demonstração de opinião, de consciência do povo. O núcleo estratégico de um governo passa a ser autônomo, sem ter voto, sem ter participação popular. Isso, obviamente, dá uma oportunidade adicional para ser um núcleo que termina contaminado pelos interesses econômicos predominantes no país.”

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

7 de setembro: as margens ainda são plácidas?



Nos dias de hoje, um país independente só pode embasar-se na legitimidade do seu regime político e na participação social dos seus cidadãos. Sem estes requisitos, a independência é degradada à mera função de serviços de Estado fraco e mercado desregulado, como vimos nos anos FHC.

Gilson Caroni Filho

O 7 de setembro de 1822 marca o surgimento de um novo Estado - o do Brasil. Mas a nação que ele deveria expressar ainda estava em formação.

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