Mostrando postagens com marcador correlação de forças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador correlação de forças. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Polêmica com artigo de Plínio de Arruda Sampaio


Bernardo Lima:

É preciso ter respeito nas polêmicas e disputas. Principalmente quando, por divergências políticas, debatemos com um intelectual como Plínio de Arruda Sampaio (o Plininho), que sempre esteve na luta dos trabalhadores e tem uma envergadura moral e intelectual gigantesca. Com todo o respeito e dentro da minha modesta capacidade, minha intenção aqui é polemizar com um artigo escrito pelo companheiro no sítio do PSTU. A análise de conjuntura que ele faz é em quase todos os aspectos diferentes da nossa, e isso explica as grandes diferenças políticas que têm surgido entre nós nos últimos meses.


terça-feira, 2 de maio de 2017

É possível vislumbrar uma nova correlação de forças


A greve geral do dia 28 de abril – a primeira, na vigência do governo antipopular e antinacional — foi amplamente vitoriosa.

Seu sucesso excedeu as melhores expectativas das forças populares, constituindo-se numa das mais expressivas manifestações políticas da nossa História, porque nacional, abrangente, unitária, madura e democrática. Nada a ver, portanto, com a versão tendenciosa dos grandes meios de comunicação.


quarta-feira, 29 de março de 2017

A correlação de forças virou nas ruas

André Tokarski

“A toda hora rola uma história
que é preciso estar atento
A todo instante rola um movimento
que muda o rumo dos ventos
Quem sabe remar não estranha
vem chegando a luz de um novo dia
O jeito é criar um outro samba
sem rasgar a velha fantasia”

(Paulinho da Viola – Rumo dos ventos)


O mês de março vai chegando ao fim e com ele a marca de uma virada importante na renhida luta política em curso no país: mudou quantitativa e qualitativamente a correlação de forças nas ruas.

terça-feira, 1 de abril de 2014

A exumação do presente ou 1964 remete ameaças a 2014.




Como uma correlação de forças favorável se transforma em uma derrota demolidora? A exumação de 1964 sugere a resposta a esta pergunta.

Saul Leblon

Como uma correlação de forças favorável se transformou em uma derrota política de consequências históricas demolidoras? A pergunta ecoa obrigatória na exumação do Brasil de 1964. Mas a resposta extrapola a necessidade de se compreender o país que existia há meio século para iluminar os dias que correm, as horas que urgem.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...