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domingo, 17 de junho de 2018

Reflexões sobre a greve dos caminhoneiros

Umberto Martins, no site Vermelho:

A greve dos caminhoneiros recebeu um apoio crítico das centrais e movimentos sociais, bem como de políticos e partidos de esquerda e do povo em geral. Pesquisa do instituto Datafolha divulgada no dia 30 de maio revelou que, apesar da crise de desabastecimento, 87% da população respaldaram o movimento, que colocou em xeque a política neoliberal do governo Temer para a determinação dos preços internos dos combustíveis e do gás de cozinha e foi decisivo na demissão de Pedro Parente da Presidência da Petrobras.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Rene Carvalho: Golpe se desgasta. Mais Democracia. Mais Direitos


Uma quadra de crescente desgaste do golpe, mas que requer muitos cuidados.

Deixar ao sabor das oscilações do mercado preços estratégicos da economia – como o do petróleo – é criminoso. A aplicação dessa política tornou, entretanto absolutamente evidente o domínio do rentismo na economia e onde está nos levando.

A paralisação do transporte em poucos dias é também a imagem da degradação em curso da soberania nacional, da economia e das condições de vida da população.

Petrobras privada dispara preço de combustivel


sexta-feira, 25 de maio de 2018

Globo estimula clima de caos no país


Fernando Brito

A cobertura da Globo – a Globonews mal toca em qualquer outro assunto – mostra como o poder da mídia se exerce sem qualquer pudor.

É claro que há problemas com a greve dos caminhoneiros, mas são menores que a sensação de caos que está sendo incutida na população.

Incutida, mais que mostrada.


quinta-feira, 24 de maio de 2018

*Nota sobre a política de preços da Petrobrás - AEPET*

AEPET - Associação dos Engenheiros da Petrobrás

A Petrobrás adotou nova política de preços dos combustíveis, desde outubro de 2016, a partir de então foram praticados preços mais altos que viabilizaram a importação por concorrentes. A estatal perdeu mercado e a ociosidade de suas refinarias chegou a um quarto da capacidade instalada. A exportação de petróleo cru disparou, enquanto a importação de derivados bateu recordes. A importação de diesel se multiplicou por 1,8 desde 2015, dos EUA por 3,6. O diesel importado dos EUA que em 2015 respondia por 41% do total, em 2017 superou 80% do total importado pelo Brasil.


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