Janot dá a senha de combate para procuradores messiânicos
Demétrio Magnoli
O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima cumpre dupla jornada, na força-tarefa da Lava Jato e nas redes sociais. Dias atrás, na sua encarnação de agitador de Facebook, postou uma réplica à coluna na qual apontei violações legais cometidas por Janot na operação Joesley.
Ele nem mesmo tenta refutar minhas críticas –mas, excitado, decreta que a "única motivação" do texto seria "amedrontar as pessoas com ameaças sobre o caos que virá se não nos contentarmos com as migalhas de mudança conseguidas até agora". A técnica de polêmica selecionada evidencia que Carlos Fernando está no lugar errado –e, aqui, refiro-me ao Ministério Público, não ao Facebook.
