No início do século passado, as paixões, levavam a crimes hediondos que enchiam as manchetes dos jornais. Contra elas – e não há novidade nisto, se constrói uma afetividade conjugal cheia de normas, cheia de regras. Sua marca: a presença de ascetismo e disciplina, características que há muito pautavam as relações entre sexos. A virgindade era valorizada até determinada fase da vida, depois a mulher (e o homem) devia se casar e se dedicar à família. Esta era a ordem “natural”…quem não seguisse este caminho sofreria as consequencias.
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sábado, 10 de maio de 2014
A vergonha da virgindade
Mary del Priore
No início do século passado, as paixões, levavam a crimes hediondos que enchiam as manchetes dos jornais. Contra elas – e não há novidade nisto, se constrói uma afetividade conjugal cheia de normas, cheia de regras. Sua marca: a presença de ascetismo e disciplina, características que há muito pautavam as relações entre sexos. A virgindade era valorizada até determinada fase da vida, depois a mulher (e o homem) devia se casar e se dedicar à família. Esta era a ordem “natural”…quem não seguisse este caminho sofreria as consequencias.
No início do século passado, as paixões, levavam a crimes hediondos que enchiam as manchetes dos jornais. Contra elas – e não há novidade nisto, se constrói uma afetividade conjugal cheia de normas, cheia de regras. Sua marca: a presença de ascetismo e disciplina, características que há muito pautavam as relações entre sexos. A virgindade era valorizada até determinada fase da vida, depois a mulher (e o homem) devia se casar e se dedicar à família. Esta era a ordem “natural”…quem não seguisse este caminho sofreria as consequencias.
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