Francisco Paes de Barros
A radiodifusão é tão importante para a democracia que o critério de escolha do concessionário de emissoras de rádio e televisão deveria exigir do candidato reputação ilibada e notório espírito público (“o vigia da lei, o amigo da justiça, o sacerdote do civismo” - Rui Barbosa).
Contudo, causa-me perplexidade a realidade contraditória entre o impressionante avanço tecnológico da comunicação globalizada e a caducidade da radiodifusão brasileira.

