Mostrando postagens com marcador alianças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alianças. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Pernambuco: duas ou três oligarquias aliadas com políticos "soi dissent" de esquerda.

Michel Zaidan Filho

A Condição Humana

0 famoso escritor, jornalista e ex-ministro da cultura, da França, André Maulraux escreveu uma obra prima, como correspondente de guerra na indochina, chamada A CONDIÇÃO HUMANA, narrando o genocídio dos comunistas durante o primeira revolução chinesa, patrocinada por Chian Ka Chek. Durante o massacre dos militantes comunistas, Maulraux chegou a conclusão de que a SOLIDÃO é o que caracteriza as pessoas na hora da morte. Como dizia Aldous Huley, os cristãos entravam de mãos dadas na arena romana, mas morriam sozinhos. A condição humana dos que lutam contra as injustiças e o arbítrio parece ser mesmo a solidão. Na boca de certos ativistas e militantes a defesa da liberdade e dos direitos civis e políticos, às vezes, não passa de mero retórica eleitoreira, na disputa de um cargo ou mandato. Enquanto, as pessoas enfrentam sozinhas seus dilemas, seus embates.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Zaidan: A confiança dos eleitores não é um cheque em branco

Michel Zaidan Filho: 

Com a confirmação de que a Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores oficializou a aliança nacional do partido com o PSB, em Pernambuco, com o objetivo de reeleger o atual governador Paulo Câmara, garantir um palanque para Lula no Estado e eleger Humberto Costa ao Senado e João Paulo a Câmara dos Deputados, consumou-se aquilo que se pode chamar de um "estupro eleitoral" na pré-candidatura de Marília Arraes, que tem amplas possibilidades de derrotar o bizarro mandatário estadual.


quinta-feira, 24 de maio de 2018

Zaidan: A Caminho do Inferno na Política Pernambucana

Michel Zaidan Filho

O diabo em pessoa (ajudado por seus aprendizes pernambucanos) se apressou em fazer a sopa de letrinhas (siglas partidárias) que abastecerá o caldeirão das próximas eleições estaduais. Se a situação política é ruim, ela pode piorar ainda mais. O tinhoso juntou, lado a lado, as companhias mais improváveis que se possa imaginar: de um lado, um bilioso ex-governador - em franca decadência política, inimigo histórico do Partido dos Trabalhadores, que ainda tripudiou sobre o cadáver político de Miguel Arraes, no palanque desse governador bizarro, fazendo dupla com o senador....Humberto Costa! - Pior, impossível.


segunda-feira, 14 de maio de 2018

Aliança no segundo turno


....E mesmo que não houvesse possibilidade de unificar este arco desde o primeiro turno, o que me parece neste momento quase impossível, que estes candidatos não se massacrem mutua e deslealmente, como aconteceu em 2014. Que se aproximem, conversem, articulem-se para uma aliança no segundo turno, de forma transparente, regidos por um programa que aperfeiçoe e aprofunde nossa frágil democracia. 

Daniel Aarão

Não repetir os erros de Lula e Dilma


...Para repetir os governos de Lula-Dilma? Com suas alianças escabrosas, suas políticas de “gestão do sistema”, sua promiscuidade com empresários e políticos safadíssimos? Este é o preço indispensável para “chegar lá”? Esquerdas financiadas por grandes bancos e imensas empreiteiras?...

Daniel Aarão


segunda-feira, 23 de abril de 2018

Plano B, transferência de votos e palanques estaduais


Jaldes Meneses

A ideia de “Plano B” é um equívoco, tanto pela maneira que foi articulado, nitidamente visando rebaixamento programático pós-golpe e o retorno a um acordo com uma burguesia perdida, como também por não corresponder ao anseio presente da militância de esquerda (ver a interessante entrevista, que serve como pesquisa qualitativa, publicada ontem na Folha de S Paulo, com 10 eleitores de Lula, escolhidos aleatoriamente). Essa militância, bem como os eleitores mais fieis, estão focados nas lutas e campanhas pela saída de Lula da cadeia. Para esses, por bons motivos, só existe “Plano L”.

domingo, 4 de março de 2018

Safatle: Populismos


Em um campo de demandas fragmentadas, é preciso operar grandes alianças com variados interesses

É claro que "populismo" tornou-se um termo fundamental no interior da reflexão política contemporânea mundial. Seu uso recorrente mostra uma tentativa de compreender para onde vão as tendências maiores de reconfiguração do campo político. Mas podemos nos perguntar o que ele exatamente descreve. Pois seria possível insistir que temos atualmente um uso retórico do termo "populismo" que acaba por mascarar sua função analítica.

Vladimir Safatle

Não é difícil perceber como se usa normalmente populismo dentro de uma estratégia de desqualificação e aproximação dos extremos políticos, isso a fim de defini-los como posições políticas anti-democráticas, fundamentada não na força do melhor argumento, mas na mobilização de afetos e paixões. Ou seja, "populismo" aparece como a figura mesma do irracionalismo em política. Este é seu uso meramente retórico.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Zaidan: Das alianças e dos compromissos

Michel Zaidan

A história das alianças políticas na cultura política dos partidos e agrupamentos de esquerda pode ser resumida numa frase de líderes anarquistas, para caracterizar as propostas de frente única lançada pelos comunistas: "frente única sob a hegemonia do PC". Nunca foi fácil esse aprendizado de propor alianças com outras forças e partidos distintos de nossa própria organização. E há quem diga que a ambiguidade ou insuficiência dessa política deita raízes na ausência da concepção instrumental do Estado (teoria negativa, diria Bobbio) e meramente tática da democracia. Indo mais longe poder-se-ia invocar, até mesmo, a concepção monista da realidade, como assim formularia Plekhanov em seu livrinho "Princípio do marxismo". Sendo a realidade formada de uma única matéria, a política, as artes, a filosofia não passariam de meros epifenômenos daquela matéria primordial.


quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Michel Zaidan Filho: As nuances da renovação comunista no Brasil


Dedicado à Luís Werneck Vianna, Carlos Nelson Coutinho, Ivan Pinheiro, Leandro Konder, Fábio Barbosa, David Capistrano Filho. Protagonistas dessa história.

A velha política de alianças, praticada pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), já foi apontada como o exemplo do melhor patrimônio político do partido, nesses últimos 50 anos. Há quase um consenso, no campo comunista, em torno do acerto dessa política – também chamada de “frente democrática”, durante os anos de chumbo – como o justo caminho para a restauração do regime democrático em nosso País. Mas, enquanto alguns sempre pensaram na “frente democrática” de um ponto de vista meramente tático – de olho numa outa frente ou ainda por puro pragmatismo político, através do expediente de adaptações parciais da sua linha à cada conjuntura – havia também aqueles militantes que buscaram oferecer um fundamento estratégico para a experiência frentista no brasil e defendiam a democracia (sem adjetivos) como valor histórico-universal. Seriam estes a quem chamaríamos os responsáveis pelo processo de renovação da política comunista entre nós.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Desigualdade, desenvolvimento e alianças políticas

Cláudio de Oliveira 

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o economista Thomas Piketty defendeu a redução da desigualdade social como condição necessária para o desenvolvimento econômico do Brasil. Segundo ele, pela experiência dos países desenvolvidos, um forte mercado interno é um motor imprescindível para o crescimento [1].

Para alcançar tais objetivos, propôs o caminho clássico da social-democracia europeia: a constituição de um Estado democrático de Bem-Estar Social financiado por um sistema tributário progressivo, especialmente a taxação das altas rendas.


terça-feira, 12 de setembro de 2017

As alianças do PSB nas próximas eleições estaduais e nacionais

A cozinha da Casa Grande

Michel Zaidan

Segundo as informações de um conceituado blog da cidade do Recife, a viúva (e pessoa sempre presente nos atos da atual administração de Estado de Pernambuco) teria tomado a decisão de candidatar o filho mais velho ao mandato de deputado federal e o secretário de Turismo, Felipe Carreras, à sucessão de Paulo Câmara, nas eleições do próximo ano. 

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Aldo Arantes: Frente de esquerda ou Frente ampla?


Em Artigo intitulado Frente Ampla ou Frente Popular, Breno Altman critica a política de Frente Ampla formulada pelo PCdoB.

Por Aldo Arantes*

Cita trecho do documento de preparação do Congresso do Partido onde afirma “é falsa a contradição entre golpistas e anti-golpistas, isso estreita a compreensão do cenário político” e conclui que “Não precisa de muito esforço para entender que essa chave de leitura, potencialmente, acena para a rearticulação, parcial ou completa, do esquema de alianças que prevaleceu nos governos Lula e Dilma”.

De fato aí reside a divergência central de nossas opiniões. Enquanto Altman nega as alianças feitas por Lula e Dilma considero que o erro não esteve nas alianças mas sim em não compreender seu caráter transitório. E, em função disto, não ter se preparado para quando elas não mais interessassem às partes.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Precisamos falar sobre o PT

Antonio Carlos Granado, Antonio Lassance
Jefferson Goulart, José Machado, Ronaldo Coutinho Garcia

O partido que enfrentou a ditadura, que contribuiu para a redemocratização do país, que batalhou incansavelmente pela consagração de inúmeros direitos sociais, que garantiu a mais drástica e acelerada redução da desigualdade já vista em nossa história, esse partido está na lona.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Pobre Lula, com os companheiros que tem, para que adversários ?


Pobre Lula, hoje responsabilizado sozinho pelos erros de todo o governo petista, do partido, dos movimentos sociais e dos sindicatos. Leva a culpa sozinho, errou sozinho, seus companheiros, todos os os demais, coitadinhos, deixaram se enganar por esse bruxo terrível. 

Parece fácil jogar a responsabilidade exclusivamente dos erros políticos nas costas do líder. Na hora que as coisas se davam ninguem lembrou de cobrar do presidente as medidas necessárias nem de ajudar na luta parlamentar elegendo deputados.

domingo, 31 de agosto de 2014

Os dilemas do PT: esquerda, vou ver?




“Parte do PT torce para que a elite – apavorada com a inconsistência marineira – apóie Dilma. Isso significaria aceitar que Dilma vá mais para a direita para ganhar. Outra parte do PT imagina que a melhor forma de enfrentar Marina é aprofundar um programa trabalhista: Dilma teria que defender o fim fator previdenciário, redução da jornada de trabalho, mais direitos sociais, combate ao rentismo.”

por Rodrigo Vianna

Lula vai empunhar a mão esquerda de Dilma?

domingo, 23 de março de 2014

Petistas e Socialistas desunidos reforçam grupos tradicionais na Paraíba


João Otávio

Petistas e Socialistas, na Paraíba com origem comum, fossem fiéis às raízes seriam aliados estratégicos

Em que pesem as razões para petistas e socialistas da Paraíba, hoje em dia, se estranharem e separarem-se cada um procurando seu caminho próprio, há que se reconhecer que possuem algo em comum, em flagrante contraste com os demais grupamentos políticos da nossa terra.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Braço direito de Ricardo Coutinho diz que espaços deixados por Cássio não ficarão vazios no governo


Márcia Dias

Exército do PSB mostra que está pronto para batalha ‘em qualquer cenário’.

Depois da enxurrada de anúncios de fidelidade e de adesões ao projeto político do governador Ricardo Coutinho, ocorrida durante toda esta semana, inclusive com ratificações sucessivas de apoio, tanto de políticos, quanto dos partidos – em qualquer cenário -, agora é a vez da socialista Estela Bezerra também vir à público para opinar sobre os movimentos recentes da política e o caminho que o PSB deve seguir em caso de concretização do rompimento com o grupo Cunha Lima.

As vantagens de “estar no governo” e o prejuízo dos oposicionistas.


Qual seria a razão da forte atração que o bloco politico de todo governador, o atual inclusive, exerce sobre a maioria dos prefeitos da Paraíba ?.

Se o tratamento, os cuidados e as ações de governo fossem como devem ser os de um governo realmente democrático, seriam iguais para todos ou no máximo proporcionais as diferentes carências de cada município independente da filiação partidária do prefeito.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Quando o pavor às críticas prejudica;


Wanderley Guilherme dos Santos

O PSDB não chegou à direita pelas próprias pernas. Teve a ajuda do Partido dos Trabalhadores (PT) que se mudou para o centro, distendeu-o, e tornou praticamente inviável a existência de uma coalizão de centro esquerda.

Aécio Neves nunca foi reformista, mas julgá-lo um direitista genético é exercício de ativista dogmático.

O centro distendido sob hegemonia do PT empurrou a oposição para a vizinhança da extrema direita, precipitando a derrota intestina de José Serra, agarrado a um reacionarismo impensável em quem discursou no comício da Central do Brasil, em 13 de março de 1964. À oposição restam bandeiras pragmaticamente vazias, tais como a encenada indignação moral e acenos genéricos de eficiência.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Partidos de esquerda articulam frente para as próximas eleições


Ivan Pinheiro, secretário-geral do PCB, integra o esforço para a formação de uma frente de esquerda

Pequenos partidos de esquerda como o PSTU, PSOL e o PCB tentam formar, em nível nacional, uma frente para disputar as próximas eleições presidenciais. Líderes destas legendas articulam uma nova linha, diferente das últimas disputas, quando optaram por lançar candidatos próprios aos cargos majoritários. A intenção desta vez é unir as legendas na campanha majoritária, ao Senado e também uma chapa completa para deputado federal, na tentativa de eleger representantes dos partidos no Legislativo.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...