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terça-feira, 10 de julho de 2018
Löwy: Marxismo além do Progresso e do Trabalho
Pensamento de Marx está vivo, mas apenas se admitir suas próprias lacunas e insuficiências — e ouvir vozes rebeldes como as Mariategui, Benjamin e Rosa Luxemburgo
O franco-brasileiro Michael Löwy é um dos mais destacados intelectuais revolucionários em nível mundial. O sociólogo e filósofo marxista é um dos principais impulsionadores da alternativa ecossocialista. Em uma entrevista para a Fundação Miguel Enríquez, do Chile, ele dialoga sobre o marxismo na América Latina, movimentos sociais, o novo internacionalismo e os desafios do anticapitalismo.
quinta-feira, 15 de março de 2018
Estado de Direito para quem ?
Do FERNANDO Horta no FB
Paulo Sérgio Almeida Nascimento 13/03/2018 – líder comunitário no Pará – assassinado
Márcio Oliveira Matos, 26/01/2018 – líder do MST na Bahia – assassinado
Leandro altenir Ribeiro Ribas, 19/01/2018 – Líder Comunitário no RS – assassinado
Jefferson Marcelo, 04/01/2018, Líder comunitário no RJ – assassinado
Paulo Sérgio Almeida Nascimento 13/03/2018 – líder comunitário no Pará – assassinado
Márcio Oliveira Matos, 26/01/2018 – líder do MST na Bahia – assassinado
Leandro altenir Ribeiro Ribas, 19/01/2018 – Líder Comunitário no RS – assassinado
Jefferson Marcelo, 04/01/2018, Líder comunitário no RJ – assassinado
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
sábado, 16 de dezembro de 2017
As guerras culturais que estamos desenvolvendo no Brasil.
Pablo Ortellado
Está instigante a pesquisa sobre as guerras culturais no Brasil que estamos desenvolvendo. A medida que vamos recolhendo dados históricos, revisando a literatura e processando dados das redes sociais, vamos tentando intuir o filme a partir dos fragmentos de fotograma. O estágio atual da hipótese é a seguinte.
Como o Andrew Hartmann sugere, quem disparou o primeiro tiro das guerras culturais foram os novos movimentos sociais — sobretudo o movimento negro, o movimento de mulheres e o movimento gay (que adotava esse nome antes da nomenclatura LGBTT). Eles exigiram reconhecimento, ampliaram direitos e politizaram as relações da vida privada.
Está instigante a pesquisa sobre as guerras culturais no Brasil que estamos desenvolvendo. A medida que vamos recolhendo dados históricos, revisando a literatura e processando dados das redes sociais, vamos tentando intuir o filme a partir dos fragmentos de fotograma. O estágio atual da hipótese é a seguinte.
Como o Andrew Hartmann sugere, quem disparou o primeiro tiro das guerras culturais foram os novos movimentos sociais — sobretudo o movimento negro, o movimento de mulheres e o movimento gay (que adotava esse nome antes da nomenclatura LGBTT). Eles exigiram reconhecimento, ampliaram direitos e politizaram as relações da vida privada.
sábado, 11 de novembro de 2017
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Em Aparecida, fiéis pretendem anular voto e desconhecem MBL
Rovena Rosa
Ao menos 31% dos presentes em Aparecida pretendem anular o voto em 2018
No dia 12 de outubro, milhares de fiéis visitaram o santuário de Aparecida do Norte, em São Paulo, para comemorar os 300 anos do surgimento da imagem de Nossa Senhora Aparecida, santa considerada padroeira do Brasil.
Além dos católicos, pesquisadores da Unifesp e da USP participaram das festividades com o objetivo de traçar um perfil político dos frequentadores do evento religioso.
Os resultados obtidos a partir de 363 entrevistas realizadas no local refletem o desânimo e a desconfiança do brasileiro com a política institucional: ao menos 31% dos presentes em Aparecida pretendem anular o voto nas eleições de 2018.
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Luta, unidade e Lula presidente podem mudar os rumos do país
“Temos que dizer para os trabalhadores que deixem de votar em patrão, se quiserem seus direitos de volta"
Érica Aragão, com colaboração de Luiz Carvalho
Representantes de peso dos movimentos social e sindical deram o tom político do debate ocorrido na tarde de 28 de agosto, primeiro dia do 15º Congresso Extraordinário e Exclusivo da CUT, que atraiu as atenções do plenário.
Com o tema “Conjuntura Nacional”, o debate girou em torno do momento político, econômico e social que o país vive. Para subsidiar os planos de luta da CUT, os palestrantes indicaram propostas para a classe trabalhadora anular os retrocessos impostos por um presidente ilegítimo, com mobilizações, paralisações e eleição de um Congresso representativo da classe trabalhadora e Lula presidente para o país voltar a crescer.
Érica Aragão, com colaboração de Luiz Carvalho
Representantes de peso dos movimentos social e sindical deram o tom político do debate ocorrido na tarde de 28 de agosto, primeiro dia do 15º Congresso Extraordinário e Exclusivo da CUT, que atraiu as atenções do plenário.
Com o tema “Conjuntura Nacional”, o debate girou em torno do momento político, econômico e social que o país vive. Para subsidiar os planos de luta da CUT, os palestrantes indicaram propostas para a classe trabalhadora anular os retrocessos impostos por um presidente ilegítimo, com mobilizações, paralisações e eleição de um Congresso representativo da classe trabalhadora e Lula presidente para o país voltar a crescer.
terça-feira, 29 de agosto de 2017
Pragmatismo político e movimento social
Michel Zaidan
Foi o filósofo alemão Walter Benjamin quem disse, uma vez, que não havia nenhum propósito sensato na política. Referia-se o filósofo à política como mera atividade estratégica, destituída de propósitos éticos ou normativos, cujo fim seria a conquista do poder pura e simplesmente. Benjamin, sob a influência do anarquismo, via os políticos socialdemocráticos de sua época como meros operadores políticos preocupados, sobretudo, com a vitória de seu partido nas eleições e mais nada.
Foi o filósofo alemão Walter Benjamin quem disse, uma vez, que não havia nenhum propósito sensato na política. Referia-se o filósofo à política como mera atividade estratégica, destituída de propósitos éticos ou normativos, cujo fim seria a conquista do poder pura e simplesmente. Benjamin, sob a influência do anarquismo, via os políticos socialdemocráticos de sua época como meros operadores políticos preocupados, sobretudo, com a vitória de seu partido nas eleições e mais nada.
terça-feira, 8 de agosto de 2017
População impede despejo de família em Rio Tinto
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| "Liberta Rio Tinto" |
A mobilização popular conseguiu impedir que uma família fosse despejada do imóvel onde mora há aproximadamente 80 anos, na rua Barão do Triunfo, no Centro de Rio Tinto. O processo foi movido pelos herdeiros da Família Lundgren a quem pertencia a fábrica de tecidos, fechada na década de 80. Na manhã de hoje, oficiais de Justiça foram cumprir a ordem de despejo, mas desistiram devido à presença de muitos populares solidários aos moradores, .
sábado, 17 de junho de 2017
O papel das centrais sindicais diante do impasse brasileiro
O desenvolvimento da crise política e econômica no Brasil desde o impeachment, até os dias de hoje, já gerou um tal número de acontecimentos que fazem parecer que os dias estão valendo anos.
Estamos diante de uma conjuntura polarizada. Os trabalhadores estão demonstrando disposição de responder à ofensiva da burguesia. Isso se dá por dois motivos:
1- A unidade entre as centrais sindicais e movimentos sociais avançou na organização dos trabalhadores, sendo possível construir grandes manifestações e greve geral, impactando a conjuntura.
sábado, 6 de maio de 2017
Não aja, pense! Slavoj Zizek contra o pseudo-ativismo
Slavoj
Zizek é um dos maiores pensadores da contemporaneidade. Aqui, ele debate um
pouco a questão das alternativas para o capitalismo atual e a onda de
pseudo-ativismo pós-moderna.
Vinicius Siqueira; maio 5, 2014
Slavoj Zizek contra o pseudo-ativismo
Neste pequeno vídeo, o autor dá seu pitaco sobre o pseudo-ativismo alarmista atual. O capitalismo é aqui entendido mais como uma categoria ético-religiosa do que como uma categoria meramente política ou econômica. Para Zizek, “o capitalista ideal é alguém que está pronto para dar sua vida, arriscar tudo simplesmente para que a produção cresça, o lucro cresça e o capital circule. Sua felicidade está totalmente subordinada a isso”.
terça-feira, 2 de maio de 2017
É possível vislumbrar uma nova correlação de forças
A greve geral do dia 28 de abril – a primeira, na vigência do governo antipopular e antinacional — foi amplamente vitoriosa.
Seu sucesso excedeu as melhores expectativas das forças populares, constituindo-se numa das mais expressivas manifestações políticas da nossa História, porque nacional, abrangente, unitária, madura e democrática. Nada a ver, portanto, com a versão tendenciosa dos grandes meios de comunicação.
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segunda-feira, 10 de abril de 2017
Trabalhadores da Paraíba participam de Plenária Rumo a Greve Geral
Mais 100 lideranças do movimento sindical e popular participaram nesta segunda-feira (10) da Plenária Rural e Urbana contra a Reforma da Previdência Rumo à Greve Geral. O objetivo da atividade é construir e unificar as bases de todas as categorias de trabalhadores para as mobilizações de construção da Greve Geral, que será realizada no próximo dia 28 de Abril em todo o país. A reunião foi realizada no auditório da Federação dos Trabalhadores Rurais do Estado da Paraíba (Fetag-PB).segunda-feira, 3 de abril de 2017
Sem o povo nas ruas não há democracia no Brasil
Historicamente a força das ruas teve participação direta nos principais momentos de viragem política e social no Brasil. Foi assim na década de 1880, quando teve papel decisivo na luta contra a escravidão que levou à abolição em 1888. E contra a monarquia, que culminou com a proclamação da República, em 1889. Igualmente nas décadas seguintes, como a chamada Campanha Civilista dos anos 1910 e nos movimentos populares da década de 1920, que culminaram com a revolução de 1930.
terça-feira, 28 de março de 2017
Contra o retrocesso de Temer, um novo ciclo de lutas
Guilherme Boulos
Os trabalhadores e trabalhadoras, enfim, entraram em campo. Nasce uma nova esperança
A insatisfação contra a reforma da Previdência tomou a Avenida Paulista em São Paulo (Ricardo Stuckert)
O último dia 15 pode ter inaugurado um novo momento na luta social brasileira. Centenas de milhares de cidadãos foram às ruas em defesa da Previdência pública e contra o desmonte proposto pelo governo Temer.
Os trabalhadores e trabalhadoras, enfim, entraram em campo. Nasce uma nova esperança
A insatisfação contra a reforma da Previdência tomou a Avenida Paulista em São Paulo (Ricardo Stuckert)
O último dia 15 pode ter inaugurado um novo momento na luta social brasileira. Centenas de milhares de cidadãos foram às ruas em defesa da Previdência pública e contra o desmonte proposto pelo governo Temer.
quinta-feira, 23 de março de 2017
terça-feira, 21 de março de 2017
Transposição do São Francisco: que as águas sirvam à vida!
Sabemos que, mais do que um fim, a inauguração dessa obra marca mais um período de luta dos movimentos sociais e do povo nordestino pelo direito à água do Velho Chico
O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) sempre afirma em sua análise que não é o tipo de tecnologia para geração de energia ou captação de água que determina se elas são alternativas ou sustentáveis. O que determina, de fato, é“pra quê” e “pra quem” estas obras são construídas. Quem serão os beneficiados: o povo ou meramente as empresas do capital privado?
O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) sempre afirma em sua análise que não é o tipo de tecnologia para geração de energia ou captação de água que determina se elas são alternativas ou sustentáveis. O que determina, de fato, é“pra quê” e “pra quem” estas obras são construídas. Quem serão os beneficiados: o povo ou meramente as empresas do capital privado?
quarta-feira, 8 de março de 2017
O Psicanalista das massas
Andrea Dip
Pouco a pouco, as lonas pretas vão se abrindo sobre as estruturas de bambu e ferro, formando as tendas que passam a abrigar colchões, cadeiras e um fogão. Pessoas que saem do trabalho reduzem a velocidade dos passos, curiosas para saber o que interrompe o trânsito na movimentada esquina da avenida Paulista com a rua Augusta – no coração de São Paulo – naquele fim de tarde de 15 de fevereiro. No pequeno carro de som, Chico Buarque e Racionais MC’s convivem com funks conhecidos em versão de luta – “A militância me deu onda”. A trilha anima cerca de 20 mil pessoas que saíram caminhando do largo da Batata ou da praça da República, debaixo do sol forte, e agora ocupam a calçada em frente ao escritório paulista da Presidência da República. A principal reivindicação é a retomada da faixa 1 do programa federal Minha Casa Minha Vida para famílias com renda de até R$ 1.800 por mês, mas eles também gritam “fora, Temer” e protestam contra as mudanças nas reformas trabalhista e da Previdência.
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