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sexta-feira, 6 de julho de 2018

Pernambuco: duas ou três oligarquias aliadas com políticos "soi dissent" de esquerda.

Michel Zaidan Filho

A Condição Humana

0 famoso escritor, jornalista e ex-ministro da cultura, da França, André Maulraux escreveu uma obra prima, como correspondente de guerra na indochina, chamada A CONDIÇÃO HUMANA, narrando o genocídio dos comunistas durante o primeira revolução chinesa, patrocinada por Chian Ka Chek. Durante o massacre dos militantes comunistas, Maulraux chegou a conclusão de que a SOLIDÃO é o que caracteriza as pessoas na hora da morte. Como dizia Aldous Huley, os cristãos entravam de mãos dadas na arena romana, mas morriam sozinhos. A condição humana dos que lutam contra as injustiças e o arbítrio parece ser mesmo a solidão. Na boca de certos ativistas e militantes a defesa da liberdade e dos direitos civis e políticos, às vezes, não passa de mero retórica eleitoreira, na disputa de um cargo ou mandato. Enquanto, as pessoas enfrentam sozinhas seus dilemas, seus embates.

terça-feira, 6 de março de 2018

Manifesto pela Segurança e Defesa da Democracia *


No dia 16 de fevereiro do corrente ano, o desgoverno de Michel Temer assinou decreto de intervenção militar no Estado do Rio de Janeiro, ficando as questões relacionadas à segurança pública do Rio sob responsabilidade do governo federal.

Com o início da ingerência federal no Rio de Janeiro, parlamentares aliados ao governo de Temer passaram a cogitar intervenção em outros estados, como exemplo a Paraíba, alegando resolver a questão da violência local pelas forças armadas. Mas o que está por trás do comando da Segurança Pública do Rio de Janeiro ficar com as Forças Armadas, tirando o comando do Governador, da Secretaria de Segurança, da Polícia Militar e da Polícia Civil?

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

A nação das oligarquias

Marcus Ianoni

Em toda a história do Brasil, há um dilema, nos períodos autoritários e democráticos: de um lado estão o Estado (a política) e a economia e, de outro, a desigualdade social, ou seja, a sociedade. Somos uma nação não solidária, mal-imaginada, em que as oligarquias têm aversão ao povo

Em minha fala na mesa com o tema “Uma nação capaz de promover o desenvolvimento?”, no recém-realizado 14º Fórum de Economia, promovido pela FGV-SP, argumentei que, na história nacional brasileira, há uma forte e recorrente tendência estrutural de divórcio entre, por um lado, os sistemas político e econômico e, por outro, o sistema social, ou seja, de desencontro entre o senhor, o bloco Estado-economia, e o súdito, a sociedade. Essa separação coloca, de um lado, as oligarquias associadas ao grande capital, de outro, o povo, o demos. Devido a isso, em quase dois séculos de história do Brasil independente, nosso regime democrático, quando existe, é, frequentemente, mais refreado pela forma ruim do regime dos poucos, a oligarquia, que impulsionado no sentido da forma boa do regime dos muitos, para usar os termos da análise política de Aristóteles.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Ricardo devolve Paraíba à oligarquia .

Ricardo e os donos do poder 
Ricardo diz que PSB está de “portas abertas” para receber Raimundo Lira e Veneziano Vital

Ambos têm enfrentado problemas dentro do PMDB pelo apoio dado ao governador e podem migrar de legenda antes das eleições de 2018.  Lira acredita que PMDB só define apoio a RC em 2018 e diz que é cedo para definir majoritária. Após reunião, peemedebistas aliados a RC descartam deixar partido e mantêm apoio ao Governo

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Oligarquias praticam o golpe da reconquista

Leonardo Boff, em seu blog:

O golpe de classe via parlamento é um processo que gerou uma cadeia de outros golpes com especial atropelo da ordem juridica e constitucional. Os golpes são contra a diversidade social e de gênero, não mais representada no governo, golpe na cultura, golpe na saúde, golpe nos direitos sociais, golpe nas aposentadoria, golpe judicial e ultimamente golpe nas eleições. Estes golpes têm por detrás as oligarquias conservadoras que utilizaram uma sagaz estratégia de conquistar setores do judiciário, do ministério publico, da polícia federal e do corpo de procuradores para conseguir seus fins.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Oligarquias Paraibanas envolvidas em corrupção com Eduardo Cunha

José Henrique Artigas

Candidato a vice de Cartaxo, Manoel Jr. foi denunciado por envolvimento com grupos de extermínio, e foi citado no esquema do Banco Pactual, é membro ativo da tropa de choque de Eduardo Cunha. Manoel Jr. e Hugo Motta são investigados pelo STF em processos envolvendo corrupção. O primeiro é lobista dos planos de saúde e laboratórios farmacêuticos, o segundo é do esquema das empreiteiras, sua avó, prefeita, está prestes a ser presa, aguarda julgamento em liberdade por envolvimento com corrupção. Golpistas compõem uma grande quadrilha, com ramificações regionais e locais. #ForaTemer

terça-feira, 17 de maio de 2016

Michael Löwy: O golpe de Estado de 2016 no Brasil


Bancada  BBB
"A prática do golpe de Estado legal parece ser a nova estratégia das oligarquias latino-americanas."

Por Michael Löwy.

Vamos dar nome aos bois. O que aconteceu no Brasil, com a destituição da presidente eleita Dilma Rousseff, foi um golpe de Estado. Golpe de Estado pseudolegal, “constitucional”, “institucional”, parlamentar ou o que se preferir. Mas golpe de Estado. Parlamentares – deputados e senadores – profundamente envolvidos em casos de corrupção (fala-se em 60%) instituíram um processo de destituição contra a presidente pretextando irregularidades contábeis, “pedaladas fiscais”, para cobrir déficits nas contas públicas – uma prática corriqueira em todos os governos anteriores! Não há dúvida de que vários quadros do PT estão envolvidos no escândalo de corrupção da Petrobras, mas Dilma não…

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Nós acusamos


Vladimir Safatle

“Nós acusamos os representantes desse governo interino de serem personagens de outro tempo, zumbis de um passado que teima em não morrer. Eles não são a solução para a crise política, mas a própria crise política no poder. Suas práticas políticas oligárquicas e palacianas só poderiam redundar em um golpe parlamentar denunciado no mundo inteiro”, escreve Vladimir Safatle, professor livre-docente do Departamento de filosofia da USP, em artigo publicado por Folha de S. Paulo, 13-05-2016.

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