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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Lula: Faz um ano que estou preso injustamente


Luiz Inácio Lula da Silva

Faz um ano que estou preso injustamente, acusado e condenado por um crime que nunca existiu. Cada dia que passei aqui fez aumentar minha indignação, mas mantenho a fé num julgamento justo em que a verdade vai prevalecer. Posso dormir com a consciência tranquila de minha inocência. Duvido que tenham sono leve os que me condenaram numa farsa judicial.

O que mais me angustia, no entanto, é o que se passa com o Brasil e o sofrimento do nosso povo. Para me impor um juízo de exceção, romperam os limites da lei e da Constituição, fragilizando a democracia. Os direitos do povo e da cidadania vêm sendo revogados, enquanto impõem o arrocho dos salários, a precarização do emprego e a alta do custo de vida. Entregam a soberania nacional, nossas riquezas, nossas empresas e até o nosso território para satisfazer interesses estrangeiros.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

O campo sutil e a ação política


Por que a racionalidade não nos defendeu do pior, em 2018? As especulações holístico-xamânicas e técnicas como a constelação familiar poderão dizer algo?

Por Débora Nunes

Diante do resultado das eleições do Brasil tem-se feito análises profundas, pertinentes e importantes para nossa história política e para nosso futuro. Mas a pergunta “por que a racionalidade saiu de campo e não nos defendeu do pior?” continua martelando sem uma resposta clara. Analisar a influência do campo sutil pode ajudar a ver como chegamos até aqui no Brasil e sobre o que nos aguarda, pois muito do que aconteceu não está no campo da racionalidade vigente. O paradigma holístico-sistêmico-ecológico traz o reconhecimento da dimensão imaterial do mundo como novo campo de conhecimento. Quando a dimensão material foi dissecada com competência pelo paradigma cartesiano e pelo materialismo histórico e dialético, que é parte dele, e mesmo assim restam tantas perguntas, é hora de ir além.


segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Bolsonaro: pesadelo sobre o Brasil



Autor da facada em Jair Bolsonaro (PSL) no último dia 6 de setembro, Adélio Bispo de Oliveira se manteve calmo diante das perguntas da juíza Patrícia Alencar Teixeira de Carvalho.

Adélio Bispo afirma que ataque a Bolsonaro teve viés político e religioso.

Pretendia dar uma resposta, um susto.

Se sentia 'ameaçado' pelo candidato.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Brasil: um País sem futuro


Aldo Fornazieri

Ao se estudar a história particular de cada país se verá uma variedade de situações e de circunstâncias que aproximam algumas e distanciam outras. Uma dessas situações diz respeito ao fato de que alguns países são inovadores, conseguem superar as condicionalidades de um passado difícil e se modernizam com igualdade, justiça e progresso, enquanto que outros não conseguem se desenvolver e permanecem prisioneiros das determinações do passado e se tornam cativos da desigualdade, das injustiças e do atraso. O Brasil, certamente, é do segundo tipo. Aqui o passado determina o presente e bloqueia o futuro e os mortos governam os vivos.

sábado, 21 de julho de 2018

PCB apresenta plataforma política pelo Poder Popular


Nesta sexta, dia 20/07, o Partido Comunista Brasileiro (PCB) realiza sua Convenção Nacional para formalizar o apoio político à pré candidatura de Guilherme Boulos e Sônia Guajajara para a presidência da república. Tais candidatos expressam a frente política e social que reúne PCB, PSOL, Mídia Ninja, MTST, Movimento Indígena e outros movimentos populares.

Num grande ato político, que contará com a presença de pré candidatos do PCB de vários estados brasileiros, convidados do PSOL e representantes de organizações de luta e movimentos sociais, o PCB apresenta a sua contribuição política ao programa da Frente de Esquerda, cujos termos divulgamos a seguir. Vamos sem medo de mudar o Brasil!


domingo, 15 de julho de 2018

Começa a chantagem dos bancos contra a democracia


Bancos retomam a estratégia de 2002, quando diante da quase certeza da eleição de Lula os bancos causaram tempestade na economia brasileira, eles voltam a fazer chantagem contra a democracia do país, diante da inviabilidade dos candidatos do golpe e a adesão popular à nova candidatura de Lula. A ameaça parte agora do Bank of America (BofA), o 2º maior dos Estados Unidos (EUA) e, não à toa, o maior gestor de fortunas de milionários do mundo. No Monitor Mercantil


domingo, 1 de julho de 2018

Feira de riquezas



" "Governo não deve ter empresa". É verdade. Não deve e não tem. Nenhuma estatal é de governo. Todas são do chamado Patrimônio da União, os bens conjuntos do país. É descabido, quando não é criminoso, que um grupelho decida fazer negócio com bens da nação, por critérios de sua autoria, senão de compradores. Sem ao menos submetê-los ao Congresso para o exame das razões e condições, sua divulgação ao país e a autorização, ou não, dos ditos representantes da sociedade." 

sexta-feira, 29 de junho de 2018

CARTA AO POVO BRASILEIRO . O BRASIL VOLTARÁ A SER DOS BRASILEIROS


Enquanto o país prestava atenção à Copa do Mundo, a Câmara dos Deputados aprovou, em regime de urgência, uma das leis mais vergonhosas de sua história. Por maioria simples de 217 votos, decidiram vender aos estrangeiros 70% dos imensos campos do pré-sal que a Petrobras recebeu diretamente do governo em 2010. Foi mais um passo do governo golpista e de seus aliados para entregar nossas riquezas e destruir a maior empresa do povo brasileiro.


quarta-feira, 20 de junho de 2018

Temer desmonta a indústria nacional

Marcio Pochmann

A construção de um dos parques industriais mais avançados e integrados do mundo permitiu ao Brasil abandonar, a partir de 1930, a condição de atraso imposta pela antiga e longeva sociedade agrária. Ainda que tardio, o avanço do capitalismo industrial transcorreu concomitante com o estabelecimento de uma nova e complexa sociedade urbana rica, porém permeada por significativa desigualdade econômica, social e de poder.


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Mentalidades primitivas, o grande medo e Jair Bolsonaro



 O grande medo tem raízes históricas. São elas que explicam na desigualdade social. A chave de compreensão do Brasil reside na escravidão. A urbanização e a industrialização não diminuíram as iniquidades. Elas se acentuaram produzindo uma sociedade fraturada. Uma parcela de nossa classe dominante e setores da classe média têm ainda nostalgia da ditadura militar. 

Valerio Arcary diz que a chave de interpretação do Brasil deve ser a desigualdade social, e a chave da desigualdade é a escravidão. Sem compreender o significado histórico da escravidão é impossível decifrar a especificidade do Brasil

sábado, 16 de junho de 2018

Neymar: definitivamente ele não está bem da cabeça.


O Brasil não quebrou

Paulo Nogueira Batista Jr.

O governo Temer caminha para um fim melancólico. O golpismo desmoraliza-se cada dia mais. Posso arriscar, leitor, algumas previsões eleitorais? É uma temeridade, bem sei. Em política, vale com força especial a advertência de Keynes: “The expected never happens; it is the unexpected always” (O esperado nunca acontece; é o inesperado sempre).

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