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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Ciro e Haddad: unidade é a única forma de impedir o avanço da direita

Ciro e Haddad avaliam união da esquerda

Macário Batista

A bordo do Estadão, bato de frente com um jantar realizado esses dias, no apartamento do ex-deputado Gabriel Chalita (PDT), onde o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, (PT) e o pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, discutiram a criação de condições para uma aproximação entre partidos de centro-esquerda ainda antes do início formal da campanha eleitoral e dos registros das candidaturas, em agosto.


quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Em livro de ensaios, Daniel Aarão Reis faz mosaico de visões da Revolução Russa

Historiador analisa período que vai de 1905 ao fim das guerras civis, em 1921

Historiador Daniel Araao Reis defende que os conflitos internos tiveram papel fundamental na ascensão do autoritarismo na União Soviética

Leonardo Cazes

RIO - Cem anos depois, a Revolução Russa continua a suscitar debates apaixonados. Nos ensaios do livro “A revolução que mudou o mundo” (Companhia das Letras), o historiador e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) Daniel Aarão Reis procura construir um mosaico de um período que vai de 1905, com a primeira grande crise do czarismo, até o fim das guerras civis, em 1921. Em entrevista ao GLOBO, ele defende que os conflitos internos tiveram papel fundamental na ascensão do autoritarismo na União Soviética e afirma buscar uma terceira via entre a historiografia liberal, que demoniza, e a historiografia comunista, que celebra a revolução.


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Bancos são principais devedores da União, aponta levantamento

Iano Andrade 

Bancos devem pelo menos R$ 124 bilhões à União

De acordo com levantamento divulgado pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), os principais bancos comerciais em atuação no Brasil figuram entre os maiores devedores à União, com uma dívida de mais de R$ 124 bilhões.

domingo, 2 de julho de 2017

Pela união, contra o divisionismo: Presidente do PT-CG acredita ser um erro sindicalistas criticarem a sigla


O presidente do Partido dos Trabalhadores de Campina Grande(PT), Márcio Caniello, participou das manifestações que ocorreram nessa sexta-feira,30, no município contra propostas que alteram os direitos trabalhistas e da Previdência.


-Acho que o povo sai às ruas mais uma vez para dizer não à crise institucional que esse país está passando, que começou rasgando a Constituição brasileira para tirar do poder uma mulher que não cometeu crime algum. A avaliação é positiva porque o povo não vai fechar os olhos, não vai fechar a boca em relação a essa situação – falou.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O desenvolvimento econômico soviético versus o Ocidental, por Noam Chomsky

Noam Chomsky é reconhecidamente um anarquista, crítico tanto do capitalismo (e principalmente do imperialismo dos EUA) como dos modelos socialistas implementados a partir do século XX em diversas partes do mundo. No entanto, o intelectual estadunidense reconhece os grandes benefícios que o socialismo real levou aos povos do Leste Europeu e principalmente da União Soviética.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Não é hora de unir as esquerdas

Pedro Munhoz

Não, meu amigo, não é hora de unir as esquerdas em torno de um partido, de um nome, um post de facebook, um projeto eleitoral ou qualquer outra quimera, principalmente se essa união significa abafar dissensos, forjar artificialmente uma unidade em um hegemonismo capenga, frágil. Além disso, unida, a esquerda ideológica brasileira de hoje, todas as vertentes partidárias somadas, é capaz, no máximo, de abrir um grupo de oração. Somos poucos, somos bem poucos, somos menores do que nos faz crer a bolha.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Dona de casa usa redes sociais para unir moradores da Vila Cruzeiro, no Rio


Página é um sucesso entre moradores da comunidade. Cláudia conta como sua ideia impactou em Vila Cruzeiro
 
Fania Rodrigues, 

A ideia parecia simples. Criar uma página no Facebook para transmitir informações para os moradores da comunidade onde vive. A vontade de ajudar levou a dona de casa Cláudia Sacramento Mathias criar a página Vila Cruzeiro RJ nas redes sociais, que atualmente tem mais de 23 mil seguidores.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O MTST se junta ao MPL. E agora?



O quarto ato convocado pelo Movimento Passe Livre (MPL) contra o aumento das tarifas de ônibus, trem e metrô em São Paulo teve uma novidade na terça-feira 19, a adesão do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, o MTST. Trata-se de uma ampliação do escopo das manifestações sobre o transporte público, que podem se tornar mais fortes caso os sem-teto, mais organizados e relevantes que o MPL, confirmem sua adesão à causa.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Nenhum Camponês sem Teto


Movimentos Rurais Unidos

Na manhã desta terça (20/10), cerca de 1500 integrantes de movimentos sociais do campo ocuparam o Ministério das Cidades, em Brasília. A mobilização é realizada pelo MST, CONTAG, MCP, MAB, MPA, CNS e FETRAF de forma unitária e reivindica a retomada das ações do Minha Casa Minha Vida- Rural. O déficit de habitações no campo brasileiro passam de 35 mil unidades.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O PC do B e a tese da unidade pró Cartaxo


Percival: a tese da unidade à esquerda

Os ventos políticos que sopram para tantos lados em João Pessoa ainda estão longe de uma posição mais definitiva sobre os cenários de futuro em 2016, tanto que a tal “Biruta” só deve se manifestar mesmo no próximo ano, mas a posição do PC do B municipal antecipada pelo WSCOM traduz uma tese adequada enquanto leitura conjuntural dos últimos tempos.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Žižek: Um novo começo para a Europa?


O “NÃO” inesperadamente forte do referendo grego marcou uma resolução histórica, lançada em uma situação de desespero. Em minha obra, frequentemente me valho da conhecida piada soviética da década passada sobre Rabinovitch, um judeu que quer emigrar. O burocrata do departamento de emigração pergunta o motivo, e ele responde: “Bem, há dois motivos. O primeiro é que temo que os comunistas percam o poder aqui na União Soviética, e que consequentemente o novo governo venha a colocar sobre nós, judeus, toda a culpa pelos crimes dos comunistas – inaugurando uma nova leva de pogroms anti-semitas…” “Mas que bobagem”, interrompe o burocrata, “nada vai mudar na União Soviética. O poder dos comunistas durará para sempre!” “Pois então, esse é o meu segundo motivo”, responde Rabinovitch tranquilamente.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

A crise vai se agravar, mas a esquerda se uniu e Lula voltou



Nasceu a frente de esquerda ordenada na certeza de que o governo Dilma será aquilo que a rua conseguir que ele seja. E uma voz rouca avisou: 'Vou à luta'

Saul Leblon 


Alguma coisa de muito importante aconteceu no histórico Vale do Anhangabaú, em São Paulo, nesta sexta-feira, 1º de Maio. Quem se limitou ao informativo da emissão conservadora perdeu o bonde.  O tanquinho de areia do conservadorismo, sugestivamente deixou escapar o principal ingrediente desta sexta-feira, que pode alterar as peças do xadrez político brasileiro.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Cinco coisas que nunca agradecemos à União Soviética




Embora fracassado, projeto socialista do século 20 alcançou êxitos parciais de grande relevância. Entre eles, reconhecimento dos direitos da mulher e vitória contra nazismo

Por Aanchal Anand, no Mundo Alternativo

1 – Direitos da Mulher: Enquanto algumas ilhas haviam concedido para as mulheres o direito ao voto já no século XIX, a primeira grande mudança ocorreu no começo do século XX. No ano de 1917, somente quatro países (Austrália, Finlândia, Noruega e Dinamarca) haviam adotado o sufrágio feminino. A Revolução Russa de 1917, que defendeu a igualdade de direitos para todos, difundiu o temor de que as feministas encontrassem no comunismo um sistema mais atrativo, e puderam conspirar junto com os bolcheviques para importar a ideologia nos países ocidentais. A melhor forma de cortar a raiz semelhante ameaça era conceder as mulheres o direito ao voto. A Grã Bretanha e a Alemanha legalizaram em 1918, e os EUA em 1920, outros logo tomariam o mesmo caminho. A França foi a única potência que não reconheceria esse direito até 1944.
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