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sábado, 21 de julho de 2018
PCB apresenta plataforma política pelo Poder Popular
Nesta sexta, dia 20/07, o Partido Comunista Brasileiro (PCB) realiza sua Convenção Nacional para formalizar o apoio político à pré candidatura de Guilherme Boulos e Sônia Guajajara para a presidência da república. Tais candidatos expressam a frente política e social que reúne PCB, PSOL, Mídia Ninja, MTST, Movimento Indígena e outros movimentos populares.
Num grande ato político, que contará com a presença de pré candidatos do PCB de vários estados brasileiros, convidados do PSOL e representantes de organizações de luta e movimentos sociais, o PCB apresenta a sua contribuição política ao programa da Frente de Esquerda, cujos termos divulgamos a seguir. Vamos sem medo de mudar o Brasil!
sexta-feira, 6 de julho de 2018
Boulos: “Não faremos alianças nem governaremos com oligarquias”
Rafael Duarte
É impossível não lembrar de um certo ex-metalúrgico quando Guilherme Boulos pega o microfone e começa a defender suas ideias como pré-candidato à presidência da República. O discurso direto e didático, de linguagem simples, olhando nos olhos do público, falando de forma incisiva sem abrir mão do bom humor, lembrando às vezes um pastor, remete à figura de um Lula que ainda resiste ao tempo e no imaginário popular.
É impossível não lembrar de um certo ex-metalúrgico quando Guilherme Boulos pega o microfone e começa a defender suas ideias como pré-candidato à presidência da República. O discurso direto e didático, de linguagem simples, olhando nos olhos do público, falando de forma incisiva sem abrir mão do bom humor, lembrando às vezes um pastor, remete à figura de um Lula que ainda resiste ao tempo e no imaginário popular.
domingo, 6 de maio de 2018
segunda-feira, 30 de abril de 2018
quinta-feira, 26 de abril de 2018
domingo, 8 de abril de 2018
Wanderley: Lula perdeu. E agora, PT?
Wanderley Guilherme dos Santos
Lula perdeu no julgamento do habeas corpus. Não foi
a única notícia negativa para reflexão de petistas e não petistas, mas
democratas. Com ações tipicamente fascistas contaminando o embate político,
faltava a intervenção militar de um Exército que, desde 1964, desenvolveu-se de
costas para a sociedade, que lhe devolvia a mesma indiferença.
É meridiano que
não há democracia consolidada quando o poder político desarmado relembra as
razões de sua recusa a uma reaproximação cooperativa com o poder armado. E vice-versa.
Da década de 70, quando a ditadura militar comprometeu o Exército com ações
bárbaras, até 2013, passaram-se mais de 30 anos, sem que as instituições civis
e militares interrompessem o fatídico destino positivista em que os vivos são
governados pelos mortos.
quarta-feira, 7 de março de 2018
Boulos, o PSol e o fio da navalha
Cid Benjamin *
O PT não vai desaparecer, mas - assim como o atual PMDB é uma caricatura do MDB dos anos da ditadura - tornou-se uma caricatura do que já foi. Ficou parecido com os partidos que, na sua origem, criticava. Poucos acreditam que possa ser ainda instrumento na luta pelas reformas estruturais que um dia defendeu. Seu projeto original morreu. Seu esforço parece se concentrar na defesa dos dirigentes ameaçados de prisão, em especial Lula.
O PT não vai desaparecer, mas - assim como o atual PMDB é uma caricatura do MDB dos anos da ditadura - tornou-se uma caricatura do que já foi. Ficou parecido com os partidos que, na sua origem, criticava. Poucos acreditam que possa ser ainda instrumento na luta pelas reformas estruturais que um dia defendeu. Seu projeto original morreu. Seu esforço parece se concentrar na defesa dos dirigentes ameaçados de prisão, em especial Lula.
domingo, 31 de dezembro de 2017
MTST: Unidade contra os retrocessos e em defesa da Democracia
Nota de fim de ano do MTST
O ano de 2017 marcou o aprofundamento do golpe no Brasil. Cortes de programas sociais, perdão de dívidas dos ruralistas, venda do Pré-Sal, isenção de impostos para petroleiras multinacionais, mudanças na legislação ambiental. Enfim, o cardápio de retrocessos de Temer foi variado.
O ponto mais grave foi a aprovação da Reforma Trabalhista, proposta que foi propagandeada como um mal necessário para recuperar a geração de empregos e mostrou suas consequências já no primeiro mês de aplicação: 12,3 mil vagas formais fechadas no Brasil.
O ano de 2017 marcou o aprofundamento do golpe no Brasil. Cortes de programas sociais, perdão de dívidas dos ruralistas, venda do Pré-Sal, isenção de impostos para petroleiras multinacionais, mudanças na legislação ambiental. Enfim, o cardápio de retrocessos de Temer foi variado.
O ponto mais grave foi a aprovação da Reforma Trabalhista, proposta que foi propagandeada como um mal necessário para recuperar a geração de empregos e mostrou suas consequências já no primeiro mês de aplicação: 12,3 mil vagas formais fechadas no Brasil.
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Luta, unidade e Lula presidente podem mudar os rumos do país
“Temos que dizer para os trabalhadores que deixem de votar em patrão, se quiserem seus direitos de volta"
Érica Aragão, com colaboração de Luiz Carvalho
Representantes de peso dos movimentos social e sindical deram o tom político do debate ocorrido na tarde de 28 de agosto, primeiro dia do 15º Congresso Extraordinário e Exclusivo da CUT, que atraiu as atenções do plenário.
Com o tema “Conjuntura Nacional”, o debate girou em torno do momento político, econômico e social que o país vive. Para subsidiar os planos de luta da CUT, os palestrantes indicaram propostas para a classe trabalhadora anular os retrocessos impostos por um presidente ilegítimo, com mobilizações, paralisações e eleição de um Congresso representativo da classe trabalhadora e Lula presidente para o país voltar a crescer.
Érica Aragão, com colaboração de Luiz Carvalho
Representantes de peso dos movimentos social e sindical deram o tom político do debate ocorrido na tarde de 28 de agosto, primeiro dia do 15º Congresso Extraordinário e Exclusivo da CUT, que atraiu as atenções do plenário.
Com o tema “Conjuntura Nacional”, o debate girou em torno do momento político, econômico e social que o país vive. Para subsidiar os planos de luta da CUT, os palestrantes indicaram propostas para a classe trabalhadora anular os retrocessos impostos por um presidente ilegítimo, com mobilizações, paralisações e eleição de um Congresso representativo da classe trabalhadora e Lula presidente para o país voltar a crescer.
quarta-feira, 5 de julho de 2017
quarta-feira, 31 de maio de 2017
Lula não unificará esquerda se propuser 'mais do mesmo', diz líder dos sem-teto
João Fellet
Para Boulos, a realização de eleições diretas para substituir Temer é a única maneira de barrar as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo governo
Para o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não pode ser impedido "no tapetão" de se candidatar em 2018 ou numa eventual eleição direta para suceder Michel Temer no Palácio do Planalto.
Porém, caso o petista proponha o mesmo programa com que o PT governou o país por 13 anos, aliando-se ao empresariado e recompondo com partidos que hoje apoiam Temer, Boulos defende que a esquerda construa uma proposta alternativa.
Para Boulos, a realização de eleições diretas para substituir Temer é a única maneira de barrar as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo governo
Para o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não pode ser impedido "no tapetão" de se candidatar em 2018 ou numa eventual eleição direta para suceder Michel Temer no Palácio do Planalto.
Porém, caso o petista proponha o mesmo programa com que o PT governou o país por 13 anos, aliando-se ao empresariado e recompondo com partidos que hoje apoiam Temer, Boulos defende que a esquerda construa uma proposta alternativa.
terça-feira, 9 de maio de 2017
terça-feira, 28 de março de 2017
Contra o retrocesso de Temer, um novo ciclo de lutas
Guilherme Boulos
Os trabalhadores e trabalhadoras, enfim, entraram em campo. Nasce uma nova esperança
A insatisfação contra a reforma da Previdência tomou a Avenida Paulista em São Paulo (Ricardo Stuckert)
O último dia 15 pode ter inaugurado um novo momento na luta social brasileira. Centenas de milhares de cidadãos foram às ruas em defesa da Previdência pública e contra o desmonte proposto pelo governo Temer.
Os trabalhadores e trabalhadoras, enfim, entraram em campo. Nasce uma nova esperança
A insatisfação contra a reforma da Previdência tomou a Avenida Paulista em São Paulo (Ricardo Stuckert)
O último dia 15 pode ter inaugurado um novo momento na luta social brasileira. Centenas de milhares de cidadãos foram às ruas em defesa da Previdência pública e contra o desmonte proposto pelo governo Temer.
terça-feira, 21 de março de 2017
quarta-feira, 8 de março de 2017
O Psicanalista das massas
Andrea Dip
Pouco a pouco, as lonas pretas vão se abrindo sobre as estruturas de bambu e ferro, formando as tendas que passam a abrigar colchões, cadeiras e um fogão. Pessoas que saem do trabalho reduzem a velocidade dos passos, curiosas para saber o que interrompe o trânsito na movimentada esquina da avenida Paulista com a rua Augusta – no coração de São Paulo – naquele fim de tarde de 15 de fevereiro. No pequeno carro de som, Chico Buarque e Racionais MC’s convivem com funks conhecidos em versão de luta – “A militância me deu onda”. A trilha anima cerca de 20 mil pessoas que saíram caminhando do largo da Batata ou da praça da República, debaixo do sol forte, e agora ocupam a calçada em frente ao escritório paulista da Presidência da República. A principal reivindicação é a retomada da faixa 1 do programa federal Minha Casa Minha Vida para famílias com renda de até R$ 1.800 por mês, mas eles também gritam “fora, Temer” e protestam contra as mudanças nas reformas trabalhista e da Previdência.
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
Boulos e o MTST pensam numa nova esquerda
Antonio Martins
Para eles, um ciclo esgotou-se; está na hora de outro projeto estratégico. Mas é preciso paciência histórica: algo como um Podemos brasileiro não pode surgir a frio
Cada um vê os outros a partir de sua própria métrica. Os jornais, acostumados à velha política, especulam que Guilherme Boulos não sai dos gabinetes. Articularia uma aliança entre dissidentes do PT e uma ala do PSOL, disse uma nota. Seria candidato à Presidência, garantiu outra. Principal referência do MTST – um movimento social que avança tanto pela rara capacidade de mobilização dos excluídos quanto pela busca ativa de alternativas à crise do país – caberia a Boulos, segundo esta lógica, ocupar o espaço que lhe cabe no mercado das opções eleitorais.
Para eles, um ciclo esgotou-se; está na hora de outro projeto estratégico. Mas é preciso paciência histórica: algo como um Podemos brasileiro não pode surgir a frio
Cada um vê os outros a partir de sua própria métrica. Os jornais, acostumados à velha política, especulam que Guilherme Boulos não sai dos gabinetes. Articularia uma aliança entre dissidentes do PT e uma ala do PSOL, disse uma nota. Seria candidato à Presidência, garantiu outra. Principal referência do MTST – um movimento social que avança tanto pela rara capacidade de mobilização dos excluídos quanto pela busca ativa de alternativas à crise do país – caberia a Boulos, segundo esta lógica, ocupar o espaço que lhe cabe no mercado das opções eleitorais.
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Boulos: a esquerda brasileira saberá se renovar
Guilherme Boulos
Crise atual fecha um ciclo. PT promoveu avanços, mas não enfrentou establishment — e foi tragado por ele. Renovação começou; cedo ou tarde, produzirá novo projeto político
Embalados pela vitória nas eleições municipais, expoentes do conservadorismo – no Planalto e na planície– passaram a celebrar o declínio da esquerda brasileira. O povo, enfim, teria compreendido o fracasso dos projetos da esquerda, que estaria então aproximando-se de um desfecho melancólico.
Crise atual fecha um ciclo. PT promoveu avanços, mas não enfrentou establishment — e foi tragado por ele. Renovação começou; cedo ou tarde, produzirá novo projeto político
Embalados pela vitória nas eleições municipais, expoentes do conservadorismo – no Planalto e na planície– passaram a celebrar o declínio da esquerda brasileira. O povo, enfim, teria compreendido o fracasso dos projetos da esquerda, que estaria então aproximando-se de um desfecho melancólico.
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