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sábado, 5 de maio de 2018

O nosso circo de cada dia

Zander Navarro - Abril 2018

A vida me ofereceu fortunas inesperadas. Uma dessas alegrias foi ter a oportunidade de atuar como pesquisador em um país maravilhoso — a Índia. Lá, no entorno de Mumbai, a maior cidade do país, entrevistei um líder sindical rural. Sua base social era de aproximadamente 50 milhões de moradores do campo, os quais falavam quatro a cinco dialetos distintos entre si. Enfrentava uma dificílima ação organizativa.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Para Onde Vai o Dinheiro do BNDES


Cid Benjamin


Assessor da presidência do BNDES demonstra uma série de inconsistências nas críticas de Marina Silva à gestão daquele banco.

A candidata tinha dito que o BNDES só empresta para "meia dúzia de grandes empresários".

O assessor informa que 97% dos tomadores de empréstimos do BNDES são micro, pequenas e médias empresas.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

"Nova política" e vida real

Sem se queimar 


Sabatinado por este jornal, o candidato a vice-presidente na chapa de Marina Silva, deputado federal Beto Albuquerque, do PSB gaúcho, tentou aparentemente transformar um círculo em um quadrado, ao reconhecer que "ninguém governa sem o PMDB", ressalvando, porém, que "não é preciso entregar o governo para ter governabilidade". 

A questão foi levantada porque toca no nervo exposto da candidatura Marina - o disseminado ceticismo sobre as suas chances, se eleita, de formar uma equipe de governo que não seja um ajuntamento de estranhos no ninho e de construir uma base parlamentar que lhe permita aprovar os projetos que lhe forem mais caros.

“Ninguém governa sem o PMDB”, diz vice de Marina



Beto Albuquerque, candidato a vice-presidente na chapa de Marina Silva (PSB), afirmou nesta quarta-feira que “ninguém governa sem o PMDB”.

Durante a campanha eleitoral, Marina tem assegurado que não fará alianças e nem governará com o que considera a velha política, integrada por políticos como o senador José Sarney (PMDB-AP), o deputado Paulo Maluf (PP-SP) e o senador Renan Calheiros (PMDB-AL). A ex-senadora vem dizendo que fará um governo de “coalizão programática” ao invés de uma coalizão “pragmática”.

domingo, 14 de setembro de 2014

Juristas atacam programa de Marina Silva que defende terceirização sem limites



A imagem ao lado é a reprodução da página 75 do programa de governo da candidata do PSB, Marina Silva. Para ela, o número elevado de disputas jurídicas sobre a terceirização de serviços, com o argumento de que as áreas terceirizadas são atividades fins das empresas, gera perda de eficiência.


Para os juristas, o trecho deixa claro que Marina tem lado, mas não é o da classe trabalhadora.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

As Escolhas de Marina

Mauro Santayana

(Jornal do Brasil) - A política, assim como o futebol, é uma caixinha de surpresas.

Lembrando isso, recomenda-se avaliar com atenção as que, parece, pode estar nos reservando a agora candidata do PSB à Presidência da República.

Marina Silva precisa tomar cuidado para não querer ser “mais realistas que o rei”, com relação ao “mercado”. Uma entidade etérea, inefável, incongruente e contraditória, alçada, pela incompetência estratégica dos últimos governos, e vontade de parcela da mídia convenientemente azeitada para fazê-lo, a invisível fiador, diríamos quase um condutor, do processo político brasileiro.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Facismo, espertezas e marketing

César Benjamin.

A campanha do PT contra Marina Silva, tanto na TV como aqui no facebook, ganhou ares de fascismo. 

Desapareceram a pessoa honrada, a militante histórica do partido, a ministra que Lula gostava de exibir para o mundo. 

Marina, agora, é a encarnação de todo o mal. Seu crime: ameaçar a reeleição de Dilma Rousseff e a continuidade das mordomias de uma ex-militância que já se acostumou com as facilidades das verbas públicas e dos gabinetes oficiais. 

Lucro dos bancos cresceu com o PT no poder, diz Marina

Quem será a Padroeira dos Bancos ?
Gustavo Theza

"No governo FHC, os bancos tiveram lucros de R$ 31 bilhões; no governo Lula, de R$ 199,46 bilhões"

Acusada pelo PT de ser defensora de interesses de banqueiros, a candidata a presidente Marina Silva (PSB) passou ontem o dia rebatendo a presidente e adversária Dilma Rousseff dizendo que foi nos governos petistas que os bancos gozaram de facilidades e condições para lucrar como em nenhum outro lugar do mundo. Marina defendeu sua proposta de, se eleita, tornar o Banco Central autônomo e diz que isso é necessário para tirá-lo da órbita de influência de grupos políticos e para que o país volte a ter inflação controlada e crescimento mais robusto.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Comparar Marina a Collor é 'desinteligente', diz senador petista

Fabiano Maisonnave e Patrícia Britto

Na lista de "pessoas do bem" com quem a candidata do PSB, Marina Silva, pretende governar, provavelmente figura o nome do senador petista Jorge Viana (AC).

Amigos há pouco mais três décadas, foram os principais nomes do PT no Acre, governado pelo partido há quase 16 anos. Jorge Viana se tornou o primeiro petista a vencer a Prefeitura de Rio Branco (1993-97) e o governo estadual (1999-2007). Marina repetiu a façanha como vereadora na capital acreana (1989-90) e senadora (1995-2011).

sábado, 6 de setembro de 2014

Marina reduz política industrial a pó

Dilma: Programa de governo de Marina reduz política industrial a pó

Cristiane Agostine e André Guilherme Vieira

SÃO BERNARDO DO CAMPO - A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) partiu para o ataque direto a Marina Silva e disse que sua adversária do PSB quer "reduzir a pó" a política industrial do país. Dilma sinalizou também que Marina pretende "acabar com o papel do BNDES".

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Existe vida depois das eleições!

Ivana Bentes

Existe vida depois das eleições! 2014 tinha mesmo que estar a altura de 2013 e depois de um abalo sísmico nas ruas e redes nada melhor que esse momento de desconfiguração, correção de rumos e reconfigurações. 

Crise é oportunidade de mudanças e portas fechadas que se abrem. Viva a crise e as reviravoltas que ela provoca, desarrumando o arrumado! 

Marina é a melhor coisa que aconteceu para nossa presidenta Dilma fazer a tão esperada autocritica de sua gestão e criar futuros alternativos para o que já parecia cristalizado e domesticado.

Marina: nem alarmismo, nem "nova política"

Cid Benjamin

Não vejo consistência nesse argumento alarmista, no melhor estilo Regina Duarte, usado pelo PT, ao prever para Marina o destino de Jânio ou de Collor pela falta de base no Congresso, caso ela vença a eleição.

Aliás, o PT, quando ganhou a primeira vez com Lula, também não tinha uma base ampla. Há formas de enfrentar o problema.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Sem Base Partidária e Parlamentar..

Um que vale por dois 


Cid Benjamin

Só rindo.

Cesar Benjamin

Acabo de ver o vídeo em que a campanha de Dilma Rousseff compara Marina a Jânio Quadro e Fernando Collor. É patético. Mais ou menos assim: "Na história do Brasil, dois políticos foram eleitos sem base partidária e parlamentar...". Fotos de Jânio Quadros. "E os dois foram um desastre." Fotos de Jânio Quadros e manchetes de jornal sobre a renúncia dele. "Conduziram o país a graves crises institucionais." Fotos de jornais da época de Jânio Quadros. "Você vai repetir essa experiência?" Fotos de Jânio Quadros... "Pense bem!" Mais fotos de Jânio Quadros. Fim. Eu estava meio desavisado e pensei: "Ué, não foram dois? Cadê o outro?" Ah, bom, ele não pode ser mostrado nem citado diretamente. Fernando Collor apoia e é apoiado por... Lula e Dilma Rousseff... Chato, né?

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terça-feira, 2 de setembro de 2014

O Itaú que apadrinha Marina dá 4 milhões à Dilma


Reproduzo aqui abaixo o comentário escrito por Felipe Leite anexado ao texto de Saul Leblon "Os Golpes de Estado no programa de Marina Silva", publicado em Carta Maior.

Felipe Leite - 02/09/2014

Quando o pessoal daqui relaciona a Marina como "afilhada de Neca do Itau", eles por acaso lembram dos 4 milhões doados pelo Itau a campanha de Dilma ? Ou vocês acreditam que foram doados por bondade e Dilma não teve que favorecer o Itau em nada ???

Disputa política exige ética ? ou vale tudo para derrotar o adversário

Luelena Cunha

Preocupa-me sobremaneira as críticas superficiais, preconceituosas, estereotipadas e rasteiras que muitas pessoas fazem à Marina Silva - e não, convém ressaltar a crítica de ideias que questionam, debatem e esclarecem posições diversas sobre o Brasil. 

sábado, 30 de agosto de 2014

Chico Mendes, Elite ?


Pochmann diz que proposta de Marina e Aécio para BC prejudica democracia

Marcio Pochmann: autonomia do Banco Central é prejudicial à democracia

O economista e presidente da Fundação Perseu Abramo, Marcio Pochmann, considera que as propostas de autonomia do Banco Central são prejudiciais à democracia brasileira, ainda em construção, e que é fundamental que a população possa influenciar diretamente nas ações de controle do sistema financeiro.

“É difícil imaginar um país que conceda na lei uma autonomia ao Banco Central. Isso a meu ver compromete ainda mais a democracia porque o povo trabalhador sempre tem poucas oportunidades de manifestar sua opinião”, avaliou Pochmann em seu comentário de desta quarta-feira (27), à Rádio Brasil Atual. “A eleição é uma demonstração de opinião, de consciência do povo. O núcleo estratégico de um governo passa a ser autônomo, sem ter voto, sem ter participação popular. Isso, obviamente, dá uma oportunidade adicional para ser um núcleo que termina contaminado pelos interesses econômicos predominantes no país.”

Programa de Marina tem política econômica "tucana"

Documento propõe enxugar o Estado, facilitar lucros, reaproximar-se dos EUA e confirma BC independente. Contra competição, Aécio Neves expõe Armínio Fraga

André Barrocal

A presidenciável Marina Silva (PSB) lançou seu programa de governo nesta sexta-feira 29 com uma política econômica igual à defendida pelo PSDB nesta eleição e em anteriores. Marina propõe diminuir o tamanho do Estado com o corte de ministérios e gastos públicos, medidas facilitadoras dos lucros empresariais, reduzir a ação dos bancos estatais para que os privados possam fazer mais negócios e a busca de uma reaproximação comercial com os Estados Unidos, entre outras coisas.
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