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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
“Discurso econômico, arma da minoria rica”
Grupo de economistas rebeldes insurge-se contra narrativas hegemônicas que exigem, diante da crise, novos sacrifícios do povo. Para eles, é hora da redistribuição de riquezas
Theotonio dos Santos e outros
O debate econômico no Brasil encontra-se profundamente bloqueado e vem sendo insistentemente usado como chantagem contra o povo. Diariamente governo e imprensa exigem o sacrifício popular dizendo que não há saídas sem retrocessos, como a proposta de “reforma” da previdência, que na prática acaba com a aposentadoria. Por isso, as propostas que visam solucionar a crise através da distribuição de riqueza precisam voltar à tona com urgência e de maneira contundente.
Theotonio dos Santos e outros
O debate econômico no Brasil encontra-se profundamente bloqueado e vem sendo insistentemente usado como chantagem contra o povo. Diariamente governo e imprensa exigem o sacrifício popular dizendo que não há saídas sem retrocessos, como a proposta de “reforma” da previdência, que na prática acaba com a aposentadoria. Por isso, as propostas que visam solucionar a crise através da distribuição de riqueza precisam voltar à tona com urgência e de maneira contundente.
terça-feira, 25 de abril de 2017
sábado, 11 de fevereiro de 2017
terça-feira, 8 de novembro de 2016
domingo, 6 de novembro de 2016
Supremo Tribunal cassa direito de greve do servidor público
O Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria de seis votos a quatro, decidiu na última quinta-feira (27), que servidor público não pode fazer greve. Isso mesmo. Apesar de ser um direito constitucional de primeira grandeza, daqueles que faziam a Constituição brasileira ser reconhecida e festejada mundo afora, a greve deixou de existir.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Rentismo é buraco negro: consome 978 bilhões por ano
O Grande Ralo: Dívida Pública consome metade do Orçamento do Brasil
Ralo Nacional
Dívida Pública: a maior evasão de recursos públicos do País
O Brasil gasta 45% do seu orçamento pagando bancos, enquanto educação e saúde recebem menos de 4% cada. Em 2014, foram R$ 978 bilhões destinados, em sua imensa maioria, a bancos e outras instituições financeiras. O dinheiro do povo é usado para sustentar o lucro bilionário de banqueiros “desconhecidos”.
Ralo Nacional
Dívida Pública: a maior evasão de recursos públicos do País
O Brasil gasta 45% do seu orçamento pagando bancos, enquanto educação e saúde recebem menos de 4% cada. Em 2014, foram R$ 978 bilhões destinados, em sua imensa maioria, a bancos e outras instituições financeiras. O dinheiro do povo é usado para sustentar o lucro bilionário de banqueiros “desconhecidos”.
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Temer corta tudo para pagar juro e serviço da dívida à rentistas
É o superávit primário, estúpido!
Paulo Kliass
O golpe da malandragem está na abordagem que exclui as despesas de natureza financeira do cálculo das finanças do Estado. Assim, problemas de desajuste devem se resumir às chamadas despesas reais, como saúde, educação, previdência social. As despesas com juros e serviços da dívida e as outras de natureza financeira são, assim, ‘imexíveis’
terça-feira, 21 de junho de 2016
PEC de teto de gasto público tem o servidor como alvo
A PEC do teto terá forte reflexo negativo na prestação de serviços públicos, que já são insuficientes, porque não poderá haver expansão do gasto, mesmo que o PIB venha a crescer ou a receita corrente líquida aumente. O reajuste dos servidores será mantido. Antônio Augusto de Queiroz*
Este, seguramente, é o maior retrocesso dos últimos tempos, porque interrompe a trajetória de acesso da população mais pobre aos serviços público de educação e saúde.
sábado, 4 de junho de 2016
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
sábado, 9 de janeiro de 2016
O grande rentismo não perde um centavo
Chico Alencar
A SELETIVIDADE TRIBUTÁRIA OU: "AJUSTE FISCAL" PARA QUEM?
“Ajuste fiscal” devia implicar uma reforma tributária profunda, que, em um país desigual como o nosso, taxasse mais aquele 1% que concentra patrimônio, riqueza e renda bilionários. Mas não: “ajuste” é contenção de gasto público com... programas sociais. O grande rentismo não perde um centavo. Ao contrário, os bancos tiveram ganhos de 30% ano passado.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Uma lei para garantir o rentismo
Por José Carlos Ruy, no site Vermelho:
Um dos mais enfáticos lutadores contra a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF - oficialmente Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000) foi o então deputado comunista Sérgio Miranda (1947-2012).
A lei foi criada por Fernando Henrique Cardoso para atender às imposições do FMI. E Sérgio Miranda, que foi um dos maiores conhecedores das questões fiscais e orçamentárias no Congresso Nacional, denunciou incansavelmente o caráter neoliberal daquela lei cujo objetivo não declarado era garantir apenas o pagamento da montanha de juros para remunerar a ganância rentista e especulativa.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
terça-feira, 3 de março de 2015
domingo, 14 de dezembro de 2014
Brasil, excelente para os rentistas
![]() |
| Sistema de Transferência de Recursos Públicos para o Mercado Financeiro |
Carlos Drummond
Os que protestaram no Congresso o fizeram
contra um procedimento rotineiro desde FHC e cujo maior beneficiário é o
sistema financeiro
O estardalhaço da oposição e da mídia contra o projeto de lei
36, que permite aumentar o teto para abatimento de despesas do governo e assim
viabilizar a meta de superávit primário de 116 bilhões de reais, volta-se
contra um tipo de procedimento legal e rotineiro adotado desde o segundo
governo FHC.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Vamos falar seriamente de corte de gastos
Robin Hood às avessas
Guilherme Boulos
Corte de gastos, mais uma vez, é o assunto do momento. Apesar de o candidato de sua predileção ter perdido as eleições, a banca conseguiu impor sua pauta. A velha cantilena do arrocho neoliberal volta a ganhar força no governo petista, com Joaquim Mãos-de-Tesoura à frente da equipe econômica. Venceu a chantagem dos "investidores".
Mas, se o assunto é corte de gastos, por que não debatê-lo sem preconceitos?
O debate dos gastos públicos no Brasil é totalmente enviesado. Nas últimas semanas tem-se feito um circo entorno da meta de superavit primário. Os banqueiros querem ampliá-la e o governo –cabisbaixo como um mau aluno– reconhece que tem de fazer mais e promete maior aperto em 2015. O superavit primário, recurso desviado dos investimentos públicos para pagamento de dívida, é em si uma excrecência. Poucos são os países que o adotam.
Guilherme Boulos
Corte de gastos, mais uma vez, é o assunto do momento. Apesar de o candidato de sua predileção ter perdido as eleições, a banca conseguiu impor sua pauta. A velha cantilena do arrocho neoliberal volta a ganhar força no governo petista, com Joaquim Mãos-de-Tesoura à frente da equipe econômica. Venceu a chantagem dos "investidores".
Mas, se o assunto é corte de gastos, por que não debatê-lo sem preconceitos?
O debate dos gastos públicos no Brasil é totalmente enviesado. Nas últimas semanas tem-se feito um circo entorno da meta de superavit primário. Os banqueiros querem ampliá-la e o governo –cabisbaixo como um mau aluno– reconhece que tem de fazer mais e promete maior aperto em 2015. O superavit primário, recurso desviado dos investimentos públicos para pagamento de dívida, é em si uma excrecência. Poucos são os países que o adotam.
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