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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
Privatização da Previdência: o sonho dos banqueiros
Previdência: que significa a tese central do governo
Trocar o sistema de repartição pelo de capitalização devastaria direitos e causaria enorme perda ao Tesouro. Mas abriria para os banqueiros mercado de trilhões ao ano
Por Paulo Klias
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
domingo, 1 de julho de 2018
Feira de riquezas
" "Governo não deve ter empresa". É verdade. Não deve e não tem. Nenhuma estatal é de governo. Todas são do chamado Patrimônio da União, os bens conjuntos do país. É descabido, quando não é criminoso, que um grupelho decida fazer negócio com bens da nação, por critérios de sua autoria, senão de compradores. Sem ao menos submetê-los ao Congresso para o exame das razões e condições, sua divulgação ao país e a autorização, ou não, dos ditos representantes da sociedade."
quarta-feira, 18 de abril de 2018
sábado, 10 de março de 2018
sexta-feira, 9 de março de 2018
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
Porque querem reformar a Previdência ??

Negócios, somente negócios.
Querem acabara com a previdencia pública para abrir espaço, criar mercado para o desenvolvimento da previdência privada.
Evidente, para quem pode pagar.
Pergunte a sua empregada, ao porteiro do seu prédio, ao eletricista que lhe atende se ele pode fazer seguro privado pra família ?
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
Standard & Poor's (S&P) sinaliza: calote da dívida vem aí !
S&P rebaixa nota de crédito do Brasil
Com o novo corte, rating do país fica 3 degraus abaixo do grau de investimento. Agência cita atraso em aprovação de reformas para ajustar contas públicas.
Por Karina Trevizan e Darlan Alvarenga, G1
A agência internacional de risco Standard&Poor's (S&P) rebaixou nesta quinta-feira (11) a nota de crédito soberano do Brasil de "BB" para "BB-". Com isso, o rating do país segue sem o selo de bom pagador, mas agora está três degraus abaixo do grau de investimento. Já a perspectiva para a nota mudou de negativa para estável.
Com o novo corte, rating do país fica 3 degraus abaixo do grau de investimento. Agência cita atraso em aprovação de reformas para ajustar contas públicas.
Por Karina Trevizan e Darlan Alvarenga, G1
A agência internacional de risco Standard&Poor's (S&P) rebaixou nesta quinta-feira (11) a nota de crédito soberano do Brasil de "BB" para "BB-". Com isso, o rating do país segue sem o selo de bom pagador, mas agora está três degraus abaixo do grau de investimento. Já a perspectiva para a nota mudou de negativa para estável.
domingo, 24 de dezembro de 2017
sábado, 25 de novembro de 2017
Banco Mundial volta a dar ordens ao Brasil
Um ano sem o PT no poder e o Banco Mundial já volta a dar as cartas por aqui. Um relatório feito a pedido do então ministro a Fazenda Joaquim Levy, no governo Dilma, em 2015, mas concluído a partir de workshops com técnicos do governo Temer, dá “conselhos” que caem como uma luva para a agenda neoliberal do consórcio PMDB-PSDB. “O relatório surgiu a partir de um pedido do governo federal”, fez questão de destacar o diretor do Banco Mundial para o Brasil, Martin Raiser, sobre o texto onde o banco sugere, entre outras iniciativas, a nociva reforma previdenciária e o fim da universidade pública e gratuita, enquanto outros países, como os EUA, lutam para tê-las.
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
Golpistas mentem: a dívida não é exagerada. Compare com outros países..
Comparação internacional: tamanho
da dívida pública como percentagem do PIB
DÍVIDA PÚBLICA % PIB - LISTA DE PAÍSES - G20
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250.40
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2016-12
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132.60
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2016-12
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106.10
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2016-12
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99.40
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2016-12
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96.00
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2016-12
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92.30
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2016-12
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89.30
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2016-12
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89.20
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2016-12
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69.50
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2016-12
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69.49
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2016-12
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68.30
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2016-12
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62.30
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2016-12
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México
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terça-feira, 24 de outubro de 2017
Lula contra a desigualdade social
A desigualdade do capital
Marcio Pochmann
Marcio Pochmann
Quando as políticas públicas começavam a desenhar uma ação para atacar a desigualdade extrema do capital, o condomínio de interesses em torno do Projeto para o futuro destitui a presidenta democraticamente eleita. No seu lugar, emergiram as reformas contra os pobres e os segmentos de rendimentos intermediários, o que tem favorecido ainda mais as rendas do capital.
Controvérsia
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Terceirização na educação: é bom para a Paraíba ?
CBN: Problemas com edital indicam direcionamento na terceirização da Educação na Paraíba
A terceirização das escolas públicas pelo Governo do Estado da Paraíba foi tema de reflexão da integrante do Instituto Soma Brasil, Karine Oliveira, na coluna “Cidadania”, que foi ao ar na sexta-feira (14), no programa CBN João Pessoa.
A terceirização das escolas públicas pelo Governo do Estado da Paraíba foi tema de reflexão da integrante do Instituto Soma Brasil, Karine Oliveira, na coluna “Cidadania”, que foi ao ar na sexta-feira (14), no programa CBN João Pessoa.
quarta-feira, 14 de junho de 2017
As origens da corrupção
"Negação e descrença são parte da história do Brasil"Em entrevista à DW, historiadora debate as origens da corrupção no país e diz que brasileiros passam da euforia à depressão sem a justa medida. Para ela, elites políticas incultas favorecem discurso violento.
O complexo sistema de desvio de verbas públicas, escancarado pela Operação Lava Jato, em março de 2014, revigorou um amplo debate sobre as origens da corrupção no país. A concepção distorcida entre privado e público esteve, mais uma vez, no cerne de uma questão antiga, mas que ainda não atingiu nenhuma resolução. A corrupção pode ser considerada um mal iniciado com a proclamação da República, em 1889?
terça-feira, 11 de abril de 2017
A ditadura do superávit primário
Paulo Kliass
O Banco Central (BC) acaba de divulgar seu Relatório Mensal sobre a Política Fiscal do governo brasileiro. Dentre as inúmeras informações relativas ao desempenho da equipe econômica no campo da administração da questão fiscal, vale a pena destacar os números que retratam o comportamento das despesas financeiras da administração pública federal.
De acordo com o levantamento apresentado pelo BC, ao longo do mês de fevereiro, o valor referente ao total de juros pagos pelo governo atingiu o montante de R$ 30,7 bilhões. Isso significa que, no acumulado dos últimos 12 meses, a União transferiu ao setor financeiro um volume de R$ 388 bi, em razão dos compromissos assumidos com cada uma das muitas modalidades do extenso cardápio que compõe o estoque de títulos de nossa dívida pública.
O Banco Central (BC) acaba de divulgar seu Relatório Mensal sobre a Política Fiscal do governo brasileiro. Dentre as inúmeras informações relativas ao desempenho da equipe econômica no campo da administração da questão fiscal, vale a pena destacar os números que retratam o comportamento das despesas financeiras da administração pública federal.
De acordo com o levantamento apresentado pelo BC, ao longo do mês de fevereiro, o valor referente ao total de juros pagos pelo governo atingiu o montante de R$ 30,7 bilhões. Isso significa que, no acumulado dos últimos 12 meses, a União transferiu ao setor financeiro um volume de R$ 388 bi, em razão dos compromissos assumidos com cada uma das muitas modalidades do extenso cardápio que compõe o estoque de títulos de nossa dívida pública.
quinta-feira, 30 de março de 2017
Câmara rejeita cobrança de pós-graduação em universidades públicas
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| Pelo ensino pago |
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Fetag participará de audiências públicas sobre Reforma da Previdência
Com audiências públicas já agendadas, a partir desta quarta-feira (8), na ALPB e diversas Câmaras Municipais, a Fetag pretende mostrar os graves prejuízos sociais e econômicos para os municípios e a sociedade, em especial para a população do Campo, caso seja aprovada a PEC da Reforma da Previdência. As audiências iniciam já na quarta-feira (8), em Gurinhém, seguido de Pirpirituba e Cajazeiras (9), Pombal (13), São José de Piranhas (14),e ALPB (17), e são resultado do evento realizado pela Fetag, que reuniu mais de 300 lideranças sindicais do Estado, no último dia 2.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
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