“A mídia e a judicialização da política” foi o tema de um debate promovido pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, em São Paulo. O evento contou com a participação do deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), do jurista Pedro Serrano e do jornalista Paulo Moreira Leite, que abordaram a atual conjuntura política, o papel da mídia da campanha pelo golpe e a atuação do sistema judiciário diante desse cenário de crise.
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sábado, 23 de janeiro de 2016
Serrano: No Judiciário a luta não é de classe, mas contra o fascismo
“A mídia e a judicialização da política” foi o tema de um debate promovido pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, em São Paulo. O evento contou com a participação do deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), do jurista Pedro Serrano e do jornalista Paulo Moreira Leite, que abordaram a atual conjuntura política, o papel da mídia da campanha pelo golpe e a atuação do sistema judiciário diante desse cenário de crise.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
O ovo da serpente do PT e a concepção fascista de vida
Wilson Roberto Vieira Ferreira
A política econômica neodesenvolvimentista do PT resgatou o povo não das misérias do capitalismo moderno, mas das misérias herdadas do passado colonial-escravista da Casa Grande e Senzala. Por isso, a sociedade do consumo, a precarização do trabalho e a ideologia meritocrática chocaram o ovo da serpente cujos filhotes surgem agora, polarizando o cenário político.
Esses filhotes vão reeditar a mesma psicogênese da chamada “personalidade autoritária” encontrada em pesquisas empíricas feitas pela Universidade de Bekerley, Califórnia, coordenadas pelo pesquisador alemão Theodor Adorno há 64 anos. Naquela oportunidade a pesquisa descobriu uma conexão entre o conservadorismo político e o “caráter neurótico” marcado por nove traços de personalidade como “convencionalismo”, “submissão acrítica”, “destruição” e “cinismo”. Em um contexto diferente, o Brasil estaria repetindo o mesmo cenário psicossocial daquela época, a concepção fascista de vida?
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Existe fascismo em São Paulo
Numa cidade de muros, arame farpado e rampas antimendigo, novo incêndio em favela demonstra: para afastar pobres, mercado imobiliário paulistano brinca com fogo…
Guilherme Boulos
Se existe amor em São Paulo eu não sei. Mas fascismo, esse existe. E a elite paulistana não faz nenhuma questão de escondê-lo.
Sabemos que não é de hoje. A história da segregação territorial em São Paulo vem dos anos 1940, quando se inicia de forma mais sistemática a demolição dos cortiços e das residências operárias nas regiões centrais. Pobre tem que vir ao centro para trabalhar e servir, mas morar ali? Não, aí já é vandalismo!
Guilherme Boulos
Se existe amor em São Paulo eu não sei. Mas fascismo, esse existe. E a elite paulistana não faz nenhuma questão de escondê-lo.
Sabemos que não é de hoje. A história da segregação territorial em São Paulo vem dos anos 1940, quando se inicia de forma mais sistemática a demolição dos cortiços e das residências operárias nas regiões centrais. Pobre tem que vir ao centro para trabalhar e servir, mas morar ali? Não, aí já é vandalismo!
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Facismo, espertezas e marketing
César Benjamin.
A campanha do PT contra Marina Silva, tanto na TV como aqui no facebook, ganhou ares de fascismo.
A campanha do PT contra Marina Silva, tanto na TV como aqui no facebook, ganhou ares de fascismo.
Desapareceram a pessoa honrada, a militante histórica do partido, a ministra que Lula gostava de exibir para o mundo.
Marina, agora, é a encarnação de todo o mal. Seu crime: ameaçar a reeleição de Dilma Rousseff e a continuidade das mordomias de uma ex-militância que já se acostumou com as facilidades das verbas públicas e dos gabinetes oficiais.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Fascismo à Brasileira ( Sheherazade )
Parece crescente e cada vez mais evidente no Brasil que importantes setores da classe média e classe alta simpatizam com ideais semelhantes aos que formaram o caldeirão social do fascismo
Historicamente a adesão inicial ao fascismo foi um fenômeno típico das classes dominantes desesperadas e das classes médias empobrecidas e apenas pontualmente conquistou os estratos mais baixos da sociedade, ideologicamente dominados pelo trabalhismo social-democrata ou pelo comunismo.
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