Gabriel Ferreira e João Pedro Soares, Agência Andante
Listas telefônicas em papel, chips importados, grupos segmentados e hibridismo entre militantes e disparadores pagos. Essas foram algumas das estratégias utilizadas pela campanha de Jair Bolsonaro (PSL) para criar sua extensa rede de comunicação paralela via WhatsApp. Na reta final da eleição, Época conversou com pessoas que mergulharam ou participaram ativamente da construção do sistema, marcado pela circulação de notícias falsas e financiamento duvidoso. Um dos ouvidos pediu anonimato por temer retaliações.
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018
sexta-feira, 27 de julho de 2018
PT- PB organiza campanha de Lula; PSB, o oculto do mistério, se escondeu....
Sérgio Gabrielli, coordenador nacional da campanha de Lula, esteve em João Pessoa para organizar eleições 2018
Paula Adissi
Sérgio Gabrielli, em passagem ontem (25/07), por João Pessoa, fala sobre a conjuntura e o cenário político-eleitoral de outubro .
O ex-presidente Lula, mesmo preso há mais de 100 dias no prédio da Polícia Federal de Curitiba, segue como candidato pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Foi o que afirmou o coordenador nacional da campanha Lula 2018, e ex-presidente da Petrobrás, Sérgio Gabrielli, em passagem ontem (25) por João Pessoa.
terça-feira, 17 de julho de 2018
Em defesa da presunção de inocência
Do site da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD):
Diversas organizações de juristas se mobilizam para coletar assinaturas em defesa do princípio constitucional da presunção de inocência. Lançado nesta segunda-feira (16) pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), o abaixo-assinado vai coletar assinaturas em todos os estados brasileiros.
O princípio da presunção de inocência é direito de toda pessoa humana, de acordo com o artigo XI, da Declaração Universal dos Direitos Humanos e está afirmado na Constituição brasileira de 1988.
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
Quando a CNBB partilha a mesa com os algozes em vez das vítimas
CNBB lançou a Campanha da Fraternidade 2018 que tem como tema a violência. Uma ausência marcante: não estavam as vítimas da violência na solenidade. Em vez disso, a estrela da festa foi a chefe do Poder Judiciário, um dos maiores promotores da violência contra os pobres no país. Ao lado do presidente da CNBB, na mesa do evento, a chefe de um sistema que fez do Brasil o país com a terceira maior população carcerária do mundo, sendo metade ela composta por jovens de 18 a 29 anos, 64% negros e 40% presos “provisórios”, sem condenação judicial. Enquanto rolava a entrevista, tornou-se público que um juiz de São Paulo mandou para a cadeia uma mãe com um bebê de dois dias.
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
A farsa judiciária
Consumada a farsa judiciária do TRF-4 contra o recurso interposto pela defesa de LULA, abre-se um novo capítulo na história das eleições presidenciais deste ano.
A primeira constatação é a de que a unanimidade do veredicto condenatório (e o aumento da pena) cumpre uma exigência de não ser permitido apelações ou embargos declaratórios neste tribunal. O que levará a defesa de LULA a apelar ou recorrer ao STJ e, depois, ao STF, ou pedir a suspensão da sentença.
Segunda constatação: LULA não pode e nem será preso, como alguns gostariam. A lei penal brasileira diz que o sentenciado, em qualquer grau de jurisdição, só poderá ser privado de liberdade (excetuando crimes hediondos ou quando o réu pode fugir ou ameaçar pessoas), quando a sentença condenatória ´transita em julgado, depois de passar por todas as instancias recursais.
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terça-feira, 10 de outubro de 2017
‘Canetada’ de Temer amplia poder de ricos em eleições; oposição quer derrubar
Oposição quer derrubar ‘canetada’ de Temer que amplia poder de ricos em eleições
Fim do teto para autofinanciamento dos candidatos deturpa texto da reforma e pode ter constitucionalidade questionada. Para eles, violação soberania legislativa e privilégio ao capital continuará distorcendo resultados eleitorais
por Hylda Cavalcanti
Brasília – Deputados e senadores da oposição se articulam para rejeitar os vetos feitos pelo presidente Michel Temer à reforma política, aprovada pelo Congresso na última semana. E falam em ajuizar ação para discutir a constitucionalidade dos vetos. Depois da publicação do texto sancionado por Temer no Diário Oficial da União, parlamentares não pouparam críticas ao presidente por ter “violado a soberania”, conforme acusaram, e ter feito o que chamaram de opção “para privilegiar o dinheiro nas eleições”.
Fim do teto para autofinanciamento dos candidatos deturpa texto da reforma e pode ter constitucionalidade questionada. Para eles, violação soberania legislativa e privilégio ao capital continuará distorcendo resultados eleitorais
por Hylda Cavalcanti
Brasília – Deputados e senadores da oposição se articulam para rejeitar os vetos feitos pelo presidente Michel Temer à reforma política, aprovada pelo Congresso na última semana. E falam em ajuizar ação para discutir a constitucionalidade dos vetos. Depois da publicação do texto sancionado por Temer no Diário Oficial da União, parlamentares não pouparam críticas ao presidente por ter “violado a soberania”, conforme acusaram, e ter feito o que chamaram de opção “para privilegiar o dinheiro nas eleições”.
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Entenda o novo fundo público para campanhas eleitorais aprovado na Câmara
Correndo contra o relógio para garantir verbas para o financiamento de campanhas eleitorais ainda em 2018, a Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira, projeto originado no Senado que cria o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). Estima-se que, no ano que vem, o fundo chegue ao valor de R$ 1,7 bilhão.
O texto deve ser sancionado pelo presidente Michel Temer, uma vez que foi objeto de articulações entre o Congresso e o governo. Mas, nos próximos passos da tramitação, a proposta deve ser mais detalhada, ganhando especificações e regulamentações. A aprovação foi por votação simbólica (em que não há registro individual de votos) - o que gerou protestos de deputados no plenário.
O texto deve ser sancionado pelo presidente Michel Temer, uma vez que foi objeto de articulações entre o Congresso e o governo. Mas, nos próximos passos da tramitação, a proposta deve ser mais detalhada, ganhando especificações e regulamentações. A aprovação foi por votação simbólica (em que não há registro individual de votos) - o que gerou protestos de deputados no plenário.
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Fundo público de campanha fortalece democracia e é mais barato ao país
"Para a deputada federal e presidente nacional do PCdoB Luciana Santos (PE), o país vive uma crise de representatividade "porque as regras do jogo da eleição são desiguais", por isso a importância do fundo público."
A comissão especial da Câmara dos Deputados retoma o debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 77/03) da reforma política nesta terça-feira (15). O relatório do deputado Vicente Cândido (PT-SP) deve ser votado definindo as regras para as eleições de 2018.
terça-feira, 28 de março de 2017
Por que o voto em lista fechada?
Aldo Arantes
A decisão do Supremo Tribunal Federal proibindo o financiamento empresarial de campanhas eleitorais significou importante conquista democrática. Impôs ao parlamento a necessidade da alteração do sistema eleitoral para permitir o financiamento público.
A decisão do Supremo Tribunal Federal proibindo o financiamento empresarial de campanhas eleitorais significou importante conquista democrática. Impôs ao parlamento a necessidade da alteração do sistema eleitoral para permitir o financiamento público.
sábado, 31 de dezembro de 2016
sexta-feira, 29 de julho de 2016
#SomosTodosJuízes? O “barraco das Excelências” em busca de mais poder
Fernando Brito
Quem acompanha o blog do Frederico Vasconcelos, na Folha, deve estar espantado com o “barraco” que está rolando entre a Associação dos Magistrados Brasileiros e a entidade dos juízes aqui no Rio de Janeiro.
O motivo aparente é uma campanha publicitária da AMB – vejam só, campanha publicitária de juiz! – que tem o mote #SomosTodosJuizes, onde uma primorosa peça dizia:
Quem acompanha o blog do Frederico Vasconcelos, na Folha, deve estar espantado com o “barraco” que está rolando entre a Associação dos Magistrados Brasileiros e a entidade dos juízes aqui no Rio de Janeiro.
O motivo aparente é uma campanha publicitária da AMB – vejam só, campanha publicitária de juiz! – que tem o mote #SomosTodosJuizes, onde uma primorosa peça dizia:
sábado, 23 de julho de 2016
Uma outra esquerda é possível
Luiz Sérgio Henriques
Não se tem muita noção, por ora, do que restará do sistema partidário após o fulminante conjunto de ações que se originaram em Curitiba há pouco mais de dois anos e lançaram luz inédita sobre o financiamento da atividade política, tema crucial para as relações entre governantes e governados e para a própria qualidade da democracia. Constatamos, assustados, que tal sistema andava funcionando em bases praticamente autorreferenciais. Entre outras coisas, pouco se conhecia sobre financiadores, lobbies, interesses legítimos ou escusos que contribuíam para dar forma à representação.
Não se tem muita noção, por ora, do que restará do sistema partidário após o fulminante conjunto de ações que se originaram em Curitiba há pouco mais de dois anos e lançaram luz inédita sobre o financiamento da atividade política, tema crucial para as relações entre governantes e governados e para a própria qualidade da democracia. Constatamos, assustados, que tal sistema andava funcionando em bases praticamente autorreferenciais. Entre outras coisas, pouco se conhecia sobre financiadores, lobbies, interesses legítimos ou escusos que contribuíam para dar forma à representação.
domingo, 1 de maio de 2016
O que as eleições municipais do Líbano têm a ver com o Brasil?
Diego Gebara
Ruas cheias de cafés e bares apinhados de gente que bebe cerveja e come esfirra conversando em árabe, com toques de inglês e francês. Essa é Beirute, que apesar de sofrer há décadas com os problemas que atingem o Oriente Médio, resistiu aos quinze anos de guerra civil no Líbano e às tensões com os vizinhos Israel e Síria. Desde o ano passado, a cidade testemunha a proliferação dos debates sobre questões práticas envolvendo o dia a dia dos moradores, que resultaram em protestos após a inércia do governo deixar a capital do país sem coleta de lixo por vários meses.
sábado, 30 de abril de 2016
Impeachment e o futuro do financiamento de campanha
A deposição de Dilma, se ocorrer, porá em risco o fim do financiamento de empresas a campanhas eleitorais, ponto fundamental de uma reforma política. Esta, muito provavelmente, será a nova pauta, com potencial de apontar um caminho para o avanço da esquerda
A decisão tomada pela Câmara dos Deputados, seguindo o relatório de Jovair Arantes favorável à abertura do processo de impeachment, é uma mudança de etapa significativa no processo de polarização política em curso no Brasil desde 2013. Ela divide um antes e um depois bastante nítidos: até agora a discussão política podia ser esboçada de modo bastante caricato conforme os dois grupos antagônicos que se formaram ao longo do tempo desde as jornadas de junho de 2013, os “coxinhas” e os “mortadelas”.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
'Morrer é uma coisa que se deve deixar sempre pra depois'
Relembre esta e outras frases inesquecíveis de Millôr Fernandes sobre política, sexo, gastronomia, economia e a humanidade
Millôr Fernandes em 2006. Jornalista, escritor, dramaturgo, tradutor e chargista, foi um dos principais nomes da imprensa brasileira do século XX.
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Michel Zaidan Filho: As mentiras piedosas
Um dos maiores críticos da Cultura Ocidental, Frederico Nietzsche, disse uma vez que “as verdades” são como velhas moedas que perderam o seu valor e que se colocaram no lugar daquilo que representavam: ou sejam elas não representam mais nada, a não ser elas mesmas. Coerente em sua visão retórica do conhecimento humano, dizia o filósofo as verdades são mentiras convencionalmente aceitas pela comunidade. Um dia, alguém grita: “o rei está nu”, e as mentiras estabelecidas como verdades vêm abaixo. Os pensadores modernos foram pródigos em levantar a suspeita sobre o conhecimento.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Oportunidade ? Campanhas eleitorais de 2016 já não podem ter doações de empresas
Campanhas eleitorais de 2016 já não podem ter doações de empresas, afirma ministro do STF, Edson Fachin
Por Eduardo Wendhausen Ramos
Segundo o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, doações de empresas a campanhas eleitorais já não podem ser feitas a partir das eleições municipais de 2016.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Oligarquia paraibana depende do financiamento empresarial de campanha
A maioria dos deputados federais da Paraíba, votou a favor do financiamento privado de campanhas eleitorais. Dos 12 parlamentares do Estado, apenas Luiz Couto o (PT), votou contra.
domingo, 6 de setembro de 2015
OAB vai ao STF por fim imediato de doação privada
Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, junto com a CNBB, pediu nesta sexta-feira 4 para que o ministro Luiz Fux, do STF, conceda uma liminar para proibir as doações de empresas a campanhas eleitorais já a partir da disputa municipal de 2016; autora de uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) sobre o tema no Supremo, relatada por Fux e cujo julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, a OAB entende que, como a maioria dos ministros já votou pela inconstitucionalidade do financiamento empresarial, a decisão já pode entrar em vigor, ao menos provisoriamente; "A maioria já se formou no Plenário, então não se trata mais de uma tese do autor. Já é uma decisão tomada pela maioria", comenta Marcus Vinícius Coêlho, presidente da OAB
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