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domingo, 30 de abril de 2017
terça-feira, 22 de novembro de 2016
De santos e de juízes
Mauro Santayana
A 'Lava Jato' não apenas provocou 140 bilhões de reais de prejuízo, ela também representou a consolidação de uma Jurisprudência da Destruição.
A estúpida invasão do Parlamento, com a tomada do plenário da Câmara dos Deputados por um bando de imbecis - que davam vivas ao Juiz Sérgio Moro e pediam uma “intervenção” militar - não é um absurdo isolado no crescente cerco à Democracia e às instituições nacionais.
A cerrada pressão corporativa do Judiciário e do Ministério Público sobre deputados e senadores para consolidar o controle de um grupo de plutocratas sobre a República, o Legislativo e o Executivo, e, direta e indiretamente, sobre o eleitorado e os cidadãos comuns, representa uma outra face da ascensão de um fenômeno perverso, antidemocrático e fascista - a Antipolítica.
A estúpida invasão do Parlamento, com a tomada do plenário da Câmara dos Deputados por um bando de imbecis - que davam vivas ao Juiz Sérgio Moro e pediam uma “intervenção” militar - não é um absurdo isolado no crescente cerco à Democracia e às instituições nacionais.
A cerrada pressão corporativa do Judiciário e do Ministério Público sobre deputados e senadores para consolidar o controle de um grupo de plutocratas sobre a República, o Legislativo e o Executivo, e, direta e indiretamente, sobre o eleitorado e os cidadãos comuns, representa uma outra face da ascensão de um fenômeno perverso, antidemocrático e fascista - a Antipolítica.
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Revisitando: Brasil em Weimar
O que está em curso no Brasil é mais do que um golpismo eleitoral: é um complexo e pegajoso processo de destruição da Constituição democrática, pela liquidação do prestígio das instituições políticas do país
por Tarso Genro
A personagem de Thomas Mann, em seu romance medular Carlota em Weimar, após uma longa digressão sobre a política concluiu, de forma amarga, uma dura sentença sobre os tempos difíceis que vivencia: “Os nossos (tempos) têm uma luz acre de claridade implacável, e em cada coisa, em cada problema humano, em cada beleza, fazem romper e manifestar-se a política que lhes é inerente.
sábado, 6 de setembro de 2014
Marina reduz política industrial a pó
Dilma: Programa de governo de Marina reduz política industrial a pó
Cristiane Agostine e André Guilherme Vieira
SÃO BERNARDO DO CAMPO - A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) partiu para o ataque direto a Marina Silva e disse que sua adversária do PSB quer "reduzir a pó" a política industrial do país. Dilma sinalizou também que Marina pretende "acabar com o papel do BNDES".
Cristiane Agostine e André Guilherme Vieira
SÃO BERNARDO DO CAMPO - A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) partiu para o ataque direto a Marina Silva e disse que sua adversária do PSB quer "reduzir a pó" a política industrial do país. Dilma sinalizou também que Marina pretende "acabar com o papel do BNDES".
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