Ângela Carrato
Desde que assumiu a presidência da República, Jair Bolsonaro já fez mais de 90 agressões à imprensa.
Elas envolvem desde constrangimentos a profissionais que atuam em jornais, revistas, rádios, TVs e portais, passando por ironias, pedidos de “cabeças” e até ameaças aos empresários do setor.
A estatística, que integra um levantamento elaborado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), indica que o intervalo entre essas agressões foi, em média, de três dias. O que aponta uma constância que não pode ser atribuída ao acaso.
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quarta-feira, 6 de novembro de 2019
quarta-feira, 11 de julho de 2018
segunda-feira, 9 de julho de 2018
sábado, 28 de abril de 2018
Jornalismo de Guerra, a Arma Silenciosa do Imperialismo
João Claudio Platenik PitilloCom o avanço da internet no campo da conectividade pessoal, a fabricação de notícias falsas ganhou corpo, principalmente as que têm um caráter político-militar. Assim, a sanha do imperialismo em conquistar novos mercados passou a utilizar um jornalismo ficcional, mas com toda a roupagem de realista para a produção de “notícias” que possam beneficiar os países centrais no seu intuito de dominar outros povos. Esse projeto que hoje é tratado como mais um meio militar de ação tem sido denominado como “jornalismo de guerra”.
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Jornalismo assume papel de protagonista nesta crise
Francisco Paes de Barros
A política brasileira vive a maior crise ética e moral da sua história. Os brasileiros estão descrentes de tudo e de todos.
É uma situação que me fez lembrar os ensinamentos encontrados no livro “Por uma civilização do amor” (Paulinas), do renomado escritor, teólogo e politicólogo italiano Bartolomeo Sorge, jesuíta. Seus ensinamentos são inspirados na proposta social da Igreja. Um dos capítulos do livro é sobre a maneira de fazer política como cristão. Aborda também a crise moral e ética da política de então, 1996.
A política brasileira vive a maior crise ética e moral da sua história. Os brasileiros estão descrentes de tudo e de todos.
É uma situação que me fez lembrar os ensinamentos encontrados no livro “Por uma civilização do amor” (Paulinas), do renomado escritor, teólogo e politicólogo italiano Bartolomeo Sorge, jesuíta. Seus ensinamentos são inspirados na proposta social da Igreja. Um dos capítulos do livro é sobre a maneira de fazer política como cristão. Aborda também a crise moral e ética da política de então, 1996.
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Jornalismo de Guerra
Jaldes Meneses
Fui conduzido, ontem à tarde, após a leitura de excelente texto de Igor Felippe, publicado no Jornal GGN, ao seguinte insight, repleto de conclusões políticas, teóricas e estratégicas: a grande mídia brasileira - especialmente a maior de todas, o conglomerado da Rede Globo - pratica, no Brasil de hoje, um jornalismo de guerra. Por consequência, o jornalismo de guerra resulta numa espécie de militarização da imprensa.
Fui conduzido, ontem à tarde, após a leitura de excelente texto de Igor Felippe, publicado no Jornal GGN, ao seguinte insight, repleto de conclusões políticas, teóricas e estratégicas: a grande mídia brasileira - especialmente a maior de todas, o conglomerado da Rede Globo - pratica, no Brasil de hoje, um jornalismo de guerra. Por consequência, o jornalismo de guerra resulta numa espécie de militarização da imprensa.
quinta-feira, 21 de abril de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
O jornalismo cínico e o ponto de não-retorno
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Francisco José Castilhos Karam,
Em 1988, o psicanalista Jurandir Freire Costa alertava que a sociedade brasileira poderia estar chegando a um perigoso ponto de não-retorno. Ela estaria incorporando quatro valores: cinismo, narcisismo, violência e delinquência. À época, seus estudos tinham como referência, entre outros, as ideias de Peter Sloterdijk. O filósofo alemão havia escrito, desde a década de 1970, artigos sobre o cinismo. Suas ideias culminariam no clássico livro “Crítica da razão cínica”, publicado na Alemanha no início dos anos 80, com grande repercussão naquele País e Europa em geral. Mais tarde, além de outros idiomas, foi traduzido para o espanhol (1989) e para o português (2012). Nele, o autor aborda o crescimento do cinismo em escala institucional e pessoal na contemporaneidade. Para Sloterdijk, sob a capa das instituições e grupos, e em contrapartida com discursos de interesse público, crescem os componentes cínicos que se amparam em interesses privados. quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Rede Globo, TV Cabo Branco: O Oitavo Abutre
Aposentado de 59 anos morre após esperar sete meses por uma cirurgia
Indiferente, TV Cabo Branco permaneceu omissa assistindo a lenta agonia de doente até sua morte, sem fazer nada, tentando culpabilizar o Governo.
O Infeliz paciente morre.
A responsabilidade pelo passamento está por ser estabelecida.
A Cabo Branco transformou a desgraça alheia em espetáculo mórbido e aproveitou se do show macabro para denegrir o governo e vender publicidade nos seus jornais.
Montanha dos Sete Abutres ( Filme sobre Jornalismo Sensacionalista )
O jornal me pediu um textinho sobre o filme de Billy Wilder, em função desse drama com os mineiros chilenos. Escrevi pouco, mas o espaço era mínimo. Aí embaixo vai a íntegra.
A Montanha dos Sete Abutres (1951) é uma das mais agudas críticas já realizadas pelo cinema ao jornalismo sensacionalista. Com a verve de Billy Wilder, e uma ótima atuação de Kirk Douglas, cria uma história aparentada ao drama por que passam os mineiros chilenos. No filme, um minerador (Richard Benedict) fica preso em uma galeria devido a um deslizamento. Douglas interpreta o repórter Chuck Tatum, que vê no caso excelente oportunidade para realizar reportagens de grande impacto. O detalhe é que o minerador poderia ser resgatado sem maiores dificuldades, mas o repórter o mantém preso na caverna para que possa continuar a produzir sua série de matérias.
sábado, 24 de janeiro de 2015
O manual do mau jornalismo, por Umberto Eco
Umberto Eco e o manual do mau jornalismo: Número Zero, nova obra do famoso escritor italiano, mostra a história de um jornal criado para difamar
Umberto Eco é autor de clássicos como O Nome da Rosa e O Pêndulo de Foucault .
O famoso escritor e ensaísta italiano Umberto Eco apresentou nesta semana na Itália seu novo romance, Número zero, uma espécie de manual do mau jornalismo ambientado na redação de um jornal imaginário.
O novo livro do influente intelectual italiano, autor do famoso romance O nome da rosa e de importantes tratados de semiótica, é uma história de ficção ambientada em 1992, um ano particular para a Itália contemporânea, marcado pelos escândalos de corrupção e pela investigação “Mani Pulite” (Mãos limpas), que arrasou com boa parte da classe política da época.
domingo, 12 de outubro de 2014
Crise de Seriedade
Ribamar Fonseca
Os antigos fundadores e proprietários desses jornalões provavelmente reviram nos túmulos quando seus descendentes lançam na lata de lixo a credibilidade e a tradição de jornalismo sério que construíram
Ora viva! A "Folha de São Paulo" teve esta semana uma crise positiva de jornalismo sério e publicou, na quinta-feira última, editorial sobre o problema da falta de água no seu Estado. O jornalão, incorporando seu antigo espírito de seriedade profissional, criticou as declarações irônicas da presidente da Sabesp, Dilma Pena, na CPI da Câmara de Vereadores e, também, o descaso dos governos tucanos nas últimas décadas com relação às providências, reclamadas pelos técnicos, para evitar justamente um colapso no abastecimento de água da região metropolitana paulista.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Imprensa e jornalismo, nada a ver
Luciano Martins Costa
Por mais arriscado que seja fazer diagnósticos em situações de alta complexidade, pode-se afirmar que o motor da sucessão de tumultos que assola o Brasil desde o ano passado é a desinformação. Já se afirmou aqui que pior do que a mentira é a meia-verdade, e pode-se comprovar essa assertiva com a observação do processo pelo qual a imprensa brasileira tem contribuído para a construção do mau humor coletivo que vai se espalhando de forma avassaladora pela sociedade.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Há espaço para um jornal popular?
Maria do Rosário Caetano
Por que segmentos progressistas da população brasileira, em especial os movimentos sociais organizados, jamais conseguiram implantar um jornal diário e alternativo no país? Por que repórteres, de forma cooperativada, também não conseguiram lançar um “jornal de jornalistas”, nos moldes do italiano Il Manifesto ou do francês Le Monde? Mesmo a imprensa partidária brasileira tem história modesta. Nada vicejou por aqui que lembre veículos de prestígio como o L´Humanitè francês ou o L’Unità, da Itália.
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