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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Mídia vira alvo do seu próprio veneno

Ângela Carrato

Desde que assumiu a presidência da República, Jair Bolsonaro já fez mais de 90 agressões à imprensa.

Elas envolvem desde constrangimentos a profissionais que atuam em jornais, revistas, rádios, TVs e portais, passando por ironias, pedidos de “cabeças” e até ameaças aos empresários do setor.

A estatística, que integra um levantamento elaborado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), indica que o intervalo entre essas agressões foi, em média, de três dias. O que aponta uma constância que não pode ser atribuída ao acaso.

sábado, 15 de setembro de 2018

Petrobras quebrada não passa de fake news.


Sardenberg e Globo, fabricantes de FAKE NEWS

Será que o Sardenberg não é a Fake News ?, questiona juiz 

Marcelo Semer, Juiz de Direito em São Paulo e ex-presidente da Associação Juízes para a Democracia, lembrou em seu perfil no Twitter que o jornalista Carlos Sardenberg já havia chamado o pré-sal de fake news, e questiona: "Será que o Sardenberg não é a fake news?" O âncora da CBN disse que disposições proferidas por peritos de um Alto Comissariado não valem como sendo da ONU, o que foi contestado pela página do ex-presidente Lula.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Globo estimula clima de caos no país


Fernando Brito

A cobertura da Globo – a Globonews mal toca em qualquer outro assunto – mostra como o poder da mídia se exerce sem qualquer pudor.

É claro que há problemas com a greve dos caminhoneiros, mas são menores que a sensação de caos que está sendo incutida na população.

Incutida, mais que mostrada.


quinta-feira, 3 de maio de 2018

Zaidan: Semideus da República de Curitiba


Michel Zaidan Filho:
Depois da proeza de uma condenação sem provas, fartamente desmentida pelos fatos e sua ampla divulgação na mídia, o juiz de primeira instância, da 4ª Região da Justiça Federal, Sérgio Moro resolveu afrontar a competência jurisdicional do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu sobre a propriedade da jurisdição do “juiz natural” para julgar os processos de LULA. Como se já não bastasse ter autorizado escutas ilegais das conversas telefônicas da Presidente da República, sem autorização judicial e constranger LULA a um interrogatório no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o senhor Moro – tomou gosto no arbítrio –e resolveu que não atenderá a decisão da corte constitucional brasileira, no sentido de transferir os processos para São Paulo.

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