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sexta-feira, 11 de maio de 2018
sábado, 24 de fevereiro de 2018
Band News FM; a Rádio Doença
Em 20 minutos todos podem adoecer
Espinhela caída, tumor no cérebro, pé chato, coração cansado, cotovelo calcificado, boca torta, queda de cabelos, ouvido entupido, rinite alérgica, mal hálito, pulmões avariados.......
Corra logo fazer seu estoque de remédios, antes que seja tarde demais.
Espinhela caída, tumor no cérebro, pé chato, coração cansado, cotovelo calcificado, boca torta, queda de cabelos, ouvido entupido, rinite alérgica, mal hálito, pulmões avariados.......
Uma rádio que gosta de doença.
Moral da história:
A qualquer minuto você pode adoecer.
Moral da história:
A qualquer minuto você pode adoecer.
Corra logo fazer seu estoque de remédios, antes que seja tarde demais.
Industria Farmacêutica agradece.
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Democratizar a comunicação
“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”- Joseph Pulitzer, 1847–1911.
“A grande imprensa é o aparelho privado de hegemonia do capital”- Gramsci
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
domingo, 13 de agosto de 2017
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
sábado, 24 de janeiro de 2015
Bandeirantes paulistas eram mestiços
As mulheres índias e negras eram as companheiras dos primeiros colonizadores e bandeirantes
Para aqueles que ainda questionam a miscigenação que caracterizou a formação das elites brasileiras, inclusive os bandeirantes, a leitura do ensaio “Pérolas negras: mulheres livres de cor no Distrito Diamantino”, da historiadora Júnia Ferreira Furtado, é uma contribuição definitiva para afastar quaisquer dúvidas. É claro que a análise da historiadora refere-se a uma determinada região da capitania de Minas Gerais, mas é um microcosmo da América portuguesa.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Por que Eduardo Jorge venceu o debate presidencial
Leonardo Sakamoto
Quando postei o título deste post no Twitter, amigos simpatizantes do PT, PSB/Rede e PSDB me enviaram mensagens desabonadoras, afirmando que eu estava querendo rebaixar a política. Reclamaram que um debate presidencial é algo sério demais para o comportamento um tanto quanto “irreverente'' do candidato do PV.
Para quem não assistiu ao debate na Rede Bandeirantes, entre a noite desta terça (26) e a madrugada de quarta, saiba que Eduardo Jorge, que não atinge 1% das intenções de voto, de acordo com a última pesquisa do Ibope, levantou bandeiras consideradas polêmicas como a ampliação do direito ao aborto, a legalização da venda psicoativos considerados ilícitos e a ampliação de instrumentos de participação social.
Quando postei o título deste post no Twitter, amigos simpatizantes do PT, PSB/Rede e PSDB me enviaram mensagens desabonadoras, afirmando que eu estava querendo rebaixar a política. Reclamaram que um debate presidencial é algo sério demais para o comportamento um tanto quanto “irreverente'' do candidato do PV.
Para quem não assistiu ao debate na Rede Bandeirantes, entre a noite desta terça (26) e a madrugada de quarta, saiba que Eduardo Jorge, que não atinge 1% das intenções de voto, de acordo com a última pesquisa do Ibope, levantou bandeiras consideradas polêmicas como a ampliação do direito ao aborto, a legalização da venda psicoativos considerados ilícitos e a ampliação de instrumentos de participação social.
sábado, 12 de abril de 2014
Grupo Bandeirantes é processado por incitar ódio contra povo Tupinambá
Carolina Fasolo, em CIMI
O Grupo Bandeirantes de Comunicação vai responder a uma ação judicial por ter veiculado, em rede nacional, duas reportagens com conteúdo discriminatório e informações distorcidas sobre os conflitos fundiários no sul da Bahia, responsabilizando caciques do povo Tupinambá de Olivença por toda a sorte de crimes, inclusive a morte de um agricultor, e acusando os indígenas de invadir fazendas, ameaçar e expulsar moradores.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
O mito dos Bandeirantes
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| Domingos Jorge Velho |
A proximidade do aniversário de São Paulo nos traz à memória uma das figuras mais emblemáticas da história e da historiografia paulistas: o bandeirante. As expedições que partiam pelos sertões do Brasil, desde o século XVI até meados do XVIII, em busca de riquezas – metais, pedras preciosas e índios para o cativeiro – tornaram-se um símbolo da bravura e da ousadia do povo paulista.
O interessante é que esta glorificação das bandeiras – que receberam este nome devido ao costume tupiniquim de levantar uma bandeira em sinal de guerra - ocorreu no final do século XIX, quando São Paulo já havia atingido uma grande importância econômica, mas, continuava ocupando papel secundário na esfera política. Começava então a valorização dos bandeirantes como responsáveis pela integração nacional e pela conquista do interior do País. A Revolução de 1932 foi o ápice desta leitura histórica paulista, quando a atuação destes desbravadores foi invocada como justificativa para o combate que buscava a derrubada de Getúlio Vargas.
O interessante é que esta glorificação das bandeiras – que receberam este nome devido ao costume tupiniquim de levantar uma bandeira em sinal de guerra - ocorreu no final do século XIX, quando São Paulo já havia atingido uma grande importância econômica, mas, continuava ocupando papel secundário na esfera política. Começava então a valorização dos bandeirantes como responsáveis pela integração nacional e pela conquista do interior do País. A Revolução de 1932 foi o ápice desta leitura histórica paulista, quando a atuação destes desbravadores foi invocada como justificativa para o combate que buscava a derrubada de Getúlio Vargas.
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