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sexta-feira, 11 de maio de 2018
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
Lula atua como fio condutor da nação consigo mesma
O cientista político Gilberto Maringoni, professor da Universidade Federal do ABC (UFABC), retrata com nitidez a caravana do ex-presidente Lula pelo Nordeste; "Lula fura todas as bolhas e parece galvanizar uma vontade coletiva dos que perderam a esperança, numa espécie de retomada de um fio condutor da Nação consigo mesma", diz Maringoni; "Desesperançados e desesperados se ligam em sua pessoa, na busca de incertos "bons tempos" existentes no imaginário coletivo e no diferencial do que é a hecatombe do governo Temer com seus anos no Planalto"
quarta-feira, 8 de junho de 2016
O erro de uma geração
Luiz Zanin
Achávamos que, com o fim do regime militar, todos os problemas estariam resolvidos. Foi engano: tudo estava por ser feito, como se vê pela lamentável situação a que chegamos
O erro de uma geração, e talvez de mais de uma, foi supor que, com o fim da ditadura, tudo estaria resolvido no Brasil.
O pressuposto era dos mais simplistas: o Brasil era um país talentoso por vocação e, removida a ditadura e o “entulho autoritário” (uso uma expressão de época), haveria um florescimento geral. Um Renascimento à brasileira.
sábado, 26 de março de 2016
A CNBB, a OAB e o ativismo judiciário
Michel Zaidan
A despeito de ser uma instituição religiosa, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil acaba de produzir uma importante reflexão sobre o momento político brasileiro, se colocando abertamente contra o golpismo e o impedimento da presidente da República. Não deixa de ser curioso esse pronunciamento, num instante em que outros órgãos e instituições laicas, que deveriam ter uma postura legalista e a favor do cumprimento das leis no país, agem exatamente no sentido contrário. Se a igreja católica não se pronunciasse ou viesse a ter uma posição crítica em face do governo federal, até que seria compreensível, sobretudo em outros tempos. Mas que entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil, a Magistratura Federal, a Procuradoria Geral da República e os ministros do STF adotem uma eloquente posição de defesa (corporativa) de procedimentos ilegais tomados por um juiz de primeira instância em nosso país...Deve haver algum problema de jurisprudência ou interpretação.
quinta-feira, 10 de março de 2016
Dia 18: ocupar as ruas e derrotar o golpismo
A surpresa do consórcio direitista formado por setores do Judiciário e do Ministério Público, junto com partidos e a mídia golpista, foi visível ao longo do dia 4, a sexta-feira da indignação, na maneira acanhada com que, na televisão, se referiam ao sequestro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à pronta reação que aquele ato ilegítimo suscitou em todo o país.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 12 de março de 2015
'Crise é forjada, mentirosa e induzida pela mídia', diz Leonardo Boff
Teólogo afirma que veículos de comunicação são golpistas e contra o povo, mas com os movimentos sociais emergiu uma nova consciência política, e o outro lado ficou sem condições de dar o golpe
'Vão ter que aceitar que Brasil mudou, que o povo está participando e tem consciência', diz Boff
São Paulo – A crise econômica e política pela qual o país atravessa neste momento é "em grande parte forjada, mentirosa, induzida, ela não corresponde aos fatos", afirma o teólogo Leonardo Boff. Segundo ele, a crise é amplificada por uma dramatização da mídia. "Essa dramatização que se faz aqui é feita pela mídia conservadora, golpista, que nunca respeitou um governo popular. Devemos dizer os nomes: é o jornal O Globo, a TV Globo, a Folha de S. Paulo, o Estadão, a perversa e mentirosa revista Veja."
terça-feira, 3 de março de 2015
Derrotar o golpismo, fortalecer a contraofensiva pelo êxito do governo Dilma
Resolução da Comissão Política do PC do B
Derrotar o golpismo, fortalecer a contraofensiva pelo êxito do governo Dilma
O segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff adentra o terceiro mês sob um quadro geral de defensiva política. A direita neoliberal, que teima em não aceitar o resultado das urnas, afronta a democracia com uma conduta golpista e uma escalada crescente frente ao Estado democrático de Direito. No front da economia, essa oposição adota a tática da terra arrasada, explorando a estagnação que afeta a economia brasileira e o esquema de corrupção desbaratado na Petrobras. Associando os dilemas e problemas pertinentes à governabilidade e à economia, a direita tenta, freneticamente, empurrar o país à vala de uma grave crise política.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
A grande imprensa é golpista ?
Rui Martins
É correto, num regime democrático, se chamar a oposição de golpista?
Faz semanas que ando ruminando uma questão, depois de ler alguns comentários nas redes sociais e blogs postados por militantes de esquerda petistas ou dilmistas. Na impossibilidade de ir num café ou cervejaria para discutir com companheiros jornalistas, decidi colocar aqui por escrito. Quem quiser responde, senão basta refletir sobre a questão – a grande imprensa é mesmo golpista?
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Revisitando: Brasil em Weimar
O que está em curso no Brasil é mais do que um golpismo eleitoral: é um complexo e pegajoso processo de destruição da Constituição democrática, pela liquidação do prestígio das instituições políticas do país
por Tarso Genro
A personagem de Thomas Mann, em seu romance medular Carlota em Weimar, após uma longa digressão sobre a política concluiu, de forma amarga, uma dura sentença sobre os tempos difíceis que vivencia: “Os nossos (tempos) têm uma luz acre de claridade implacável, e em cada coisa, em cada problema humano, em cada beleza, fazem romper e manifestar-se a política que lhes é inerente.
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
A democracia em risco
A oposição à direita reage de forma arcaica ao resultado da eleição. Mistura preconceitos e invencionices jurídicas
por Marcos Coimbra
FHC colocou em dúvida a reeleição de Dilma pela desqualificação daqueles que nela teriam votado
O ano de 2014 caminha para terminar de forma preocupante na política. Não era para ser assim. Há menos de um mês, realizamos uma eleição geral na qual a população escolheu o presidente da República, os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal, um terço do Senado, a totalidade da Câmara dos Deputados e das Assembleias estaduais.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Manifestações 2013 e Nova Direita
Manifestações em Junho de 2013 e o Surgimento de uma Nova Direita
Dialogando com a Repressão
Eleonora Lucena (FSP, 31/10/14) informa sobre a análise do filósofo Paulo Eduardo Arantes, professor aposentado da USP (Universidade de São Paulo), no final da tarde da quarta-feira (29/10/14), em palestra sobre as manifestações de junho de 2013 no 16º Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação de Filosofia, que acontece nesta semana em Campos do Jordão (SP).
O “surto de impaciência” revelado pelas manifestações de junho de 2013 “provocou um surto simétrico e antagônico que é o surgimento de uma nova direita, um dos fenômenos mais importantes do Brasil contemporâneo. Uma direita não convencional, que não está contemplada pelos esquemas tradicionais da política”.
domingo, 2 de novembro de 2014
Golpismo, regras de jogo e democracia.
Michel Zaidan Filho:
Quando se diz que, entre nós, a democracia sempre foi um grande mal-entendido, as pessoas pensam que a gente exagera. Mas como é possível participar de uma campanha eleitoral, em dois turnos, com a propaganda eleitoral obrigatória, debates entre os candidatos, além da distribuição de farto material de publicidade das candidaturas, e, proclamados os resultados das urnas eleitorais, questionar a vitória do vencedor?
Quando se diz que, entre nós, a democracia sempre foi um grande mal-entendido, as pessoas pensam que a gente exagera. Mas como é possível participar de uma campanha eleitoral, em dois turnos, com a propaganda eleitoral obrigatória, debates entre os candidatos, além da distribuição de farto material de publicidade das candidaturas, e, proclamados os resultados das urnas eleitorais, questionar a vitória do vencedor?
quinta-feira, 11 de julho de 2013
O partido da aventura
Contardo Caligaris
Uma indignação generalizada (sem alvos muito específicos e circunscritos) e a sensação de insegurança (produzida pelo terror) levariam o povo a recusar o sistema no seu conjunto: a rua exigiria a renúncia do governo, o fechamento do Parlamento e o fim de partidos e sindicatos.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Vencendo o terrorismo do medo: a hora da política
O que se verifica das manifestações é que não há contrariedade tão grande assim entre a maioria das reivindicações. Por mais que se tente alimentar o medo em torno do reacionarismo ou golpismo de parte dos manifestantes, a quase totalidade das reivindicações refere-se mesmo a direitos sociais, dos quais não se desvinculam pretensões sobre corrupção e moralidade administrativa. Por Jorge Luiz Souto Maior
Dilma falou,mas não disse
A presidenta Dilma Rousseff falou, mas não disse
Em artigo, o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos analisa o pronunciamento desta sexta e afirma que o discurso foi ineficaz e que as manifestações revelam o maior ataque à democracia dos últimos 20 anos
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Seguir lutando e rejeitar as manobras golpistas da direita
Os acontecimentos da última quinta-feira (20) mostram que tendências contraditórias estão presentes na grande onda de movimentações populares em todo o país. É preciso refletir sobre elas.
O movimento popular tem na experiência atual um manancial de ensinamentos para orientar-se corretamente e resguardar-se de atuar como massa de manobra da direita golpista.
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