segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Sistema Prisional: Redução do Impacto da Lei das Drogas


Santa Casa: Gestão da Saúde Pública por Organização Social


Crise ‘acende luz amarela’ para gestão da saúde pública por Organizações Sociais em SP

Para Fórum Popular de Saúde de São Paulo, problemas na Irmandade Santa Casa de Misericórdia, organização que gerencia a Santa Casa, existem em outras OSs e podem afetar unidades que administram

Cida de Oliveira

São Paulo – A atual crise financeira e administrativa da Santa Casa de São Paulo “acende uma luz amarela, quase vermelha” para o risco que corre toda a rede de saúde pública administrada por Organizações Sociais da Saúde, as chamadas OSs. A opinião é de Paulo Spina, coordenador do Fórum Popular de Saúde de São Paulo.

Corrupção: a arte de roubar


Márcia Pinna Raspanti.

O assunto do momento é a corrupção. Um mal que parece afetar todas as esferas da sociedade brasileira. As últimas investigações não têm deixado pedra sobre pedra: políticos, funcionários públicos, membros do Judiciário, empresários e altos executivos. Todos parecem ter algo a esconder. Atônita, a população se pergunta o que fazer para enfrentar esse “mar de lama”, como dizem os jornais.

Quando nos debruçamos sobre a História do Brasil, percebemos que o problema sempre existiu entre nós, desde as primeiras décadas da colonização. O jesuíta português, Antônio Vieira, já dizia no século XVII:

“(…) Esta é a causa original das doenças do Brasil: tomar o alheio, cobiças, interesses, ganhos e conveniências particulares por onde a Justiça se não guarda e o Estado se perde. Perde-se o Brasil, porque alguns ministros de Sua Majestade não vêm cá buscar nosso bem, vêm cá buscar nossos bens…”.

Por uma Frente de Esquerda Democrática,


Um novo ponto de equilíbrio

A fragmentação completa do PMDB e o predomínio, no seu meio, de uma forte corrente conservadora recomenda que se busque um novo ponto de equilíbrio.

Tarso Genro

O ponto de equilíbrio das coalizões políticas, formais ou informais, que ocorreram no país após o Governo do Presidente Collor foi, sem dúvida, o PMDB. De frente política legal no escasso espaço democrático permitido pelo regime militar (que abrigava com boa vontade parte de partidos e organizações políticas que estavam na clandestinidade), o MDB, - já então PMDB - passou a ser uma espécie de convergência de centro, que deu sustentação política aos governos pós-Collor, que estabilizaram o projeto democrático vencedor na Constituição de 88.

AEPET sugere que governo recompre ações da Petrobras


Associação dos Engenheiros da Petrobras, a Aepet, recomenda que o governo federal aproveite o preço baixo das ações da companhia e a fuga de investidores estrangeiros para recomprar os papéis; "já que os estrangeiros querem vender, o governo deveria aproveitar as ações em baixa para recuperar o máximo possível da maior empresa do País para o controle do povo brasileiro", diz a nota

domingo, 14 de dezembro de 2014

Desengaveta Gilmar


UFPB é a 5ª melhor Federal do Nordeste


Ranking Universitário Folha: UFMG é a melhor federal brasileira


Líder do Nordeste, UFPE passa de 10º para 11º lugar; UFRN avança sete posições, UFPB cai uma

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desbancou a do Rio de Janeiro (UFRJ), como a melhor instituição federal do país, segundo o ranking 2014 de universidades da Folha (RUF).

Foram avaliadas 191 universidades, nos quesitos ensino, pesquisa, mercado, inovação e internacionalização.

Brasil, excelente para os rentistas

Sistema de Transferência de Recursos Públicos para o Mercado Financeiro
Carlos Drummond  

Os que protestaram no Congresso o fizeram contra um procedimento rotineiro desde FHC e cujo maior beneficiário é o sistema financeiro

O estardalhaço da oposição e da mídia contra o projeto de lei 36, que permite aumentar o teto para abatimento de despesas do governo e assim viabilizar a meta de superávit primário de 116 bilhões de reais, volta-se contra um tipo de procedimento legal e rotineiro adotado desde o segundo governo FHC. 

Se houvesse mais controle nos presídios, as ruas teriam mais paz

Secretário diz que Estado não tem condições de cuidar de presídios

O secretário de Segurança e Defesa Social da Paraíba, Cláudio Lima, disse que o Estado não tem condições de cuidar dos presídios sob sua tutela. A informação foi dada em entrevista ao programa Tambaú Debate da Nova Tamvaú FM. Segundo ele, boa parte da criminalidade exercida nas ruas segue a orientação de bandidos que continuam dominando a violência mesmo atrás das grades. Para Cláudio, a solução seria o governo federal assumir o gerenciamento de todas as casas prisionais do Brasil.

Dallari: Parlamentares contra Constituição

Dalmo Dallari

O objetivo escandaloso da PEC 215 é retirar do Poder Executivo uma atribuição que é sua por natureza, dando aos parlamentares, que são legisladores, o poder de interferir nas demarcações de áreas indígenas

É profundamente lamentável, embora não seja de todo surpreendente, que membros do Parlamento, Deputados Federais e Senadores, procurem valer-se do mandato concedido pelo povo para fazer a defesa e promoção de interesses privados, afrontando princípios e normas constitucionais, com absoluto desrespeito pelas instituições, pela ordem jurídica nacional e pelos legítimos interesses do povo brasileiro e de segmentos específicos da população que têm seus direitos expressamente assegurados pela Constituição. 

sábado, 13 de dezembro de 2014

Pelo Fim da Propaganda de Bebidas


Medidas Urgentes para o Sistema Prisional: Acesso à Justiça


A Corrupção é inerente ao Capitalismo.



"Enquanto a aristocracia financeira legislava, dirigia a administração do Estado, dispunha de todos os poderes públicos organizados e dominava a opinião pública pelos factos e pela imprensa, repetia-se em todas as esferas, desde a corte ao Café Borgne, a mesma prostituição, as mesmas despudoradas fraudes, o mesmo desejo ávido de enriquecer não através da produção mas sim através da sonegação de riqueza alheia já existente; nomeadamente no topo da sociedade burguesa manifestava-se a afirmação desenfreada — e que a cada momento colidia com as próprias leis burguesas — dos apetites doentios e dissolutos em que a riqueza derivada do jogo naturalmente procura a sua satisfação, em que o prazer se torna crapuleux, em que o dinheiro, a imundície e o sangue confluem. No seu modo de fazer fortuna como nos seus prazeres a aristocracia financeira não é mais do que orenascimento do lumpenproletariado nos cumes da sociedade burguesa."

As Lutas de Classes em França de 1848 a 1850 - Karl Marx


CemFlores.blogspot

Empreiteiras, ditadura e corrupção no Brasil

Catedrais da Corrupção
Juremir Machado

Qual foi o livro brasileiro do ano? Não vi um só grande romance publicado. Tentei ler os premiados. Tudo historinha para boi cochilar e amigo louvar. O melhor livro publicado em 2014 saiu por uma editora universitária, a editora da Universidade Federal Fluminense (UFF), e tem como título “”Estranhas Catedrais – As Empreiteiras Brasileiras e a Ditadura Civil-Militar””. O autor é um jovem historiador de 31 anos de idade, Pedro Henrique Pedreira Campos. Na obra, Campos prova que as relações incestuosas entre empreiteiras e Estado no Brasil tiveram na ditadura de 1964 o seu ponto de decolagem. O autor demonstra também que nossos capitalistas nada tem contra a corrupção, vendo nela um dispositivo como qualquer outro para aumentar seus lucros.

Corrupção é a alma dos negócios

Justiça bloqueia R$ 600 milhões de empresas do cartel de trens

Flávio Ferreira

SÃO PAULO, SP - A Justiça Federal em São Paulo determinou o bloqueio de cerca de R$ 600 milhões de empresas acusadas de formação de cartel para fraudar licitações de trens em São Paulo de 1998 a 2008, em governos do PSDB.

Foram alvo do sequestro de bens as companhias Alstom, CAF, Siemens, Bombardier, Mitsui e TTrans.
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