segunda-feira, 18 de setembro de 2017
“Deveríamos criminalizar a pregação da ditadura”, diz filósofo
domingo, 17 de setembro de 2017
O que há em cada uma das 9 denúncias contra Lula
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| Anões da MPF contra "o cara" |
Ex-presidente já foi condenado no caso do tríplex em Guarujá e é réu em mais 5 processos
Um dos principais líderes políticos brasileiros, Luiz Inácio Lula da Silva tem uma condenação em primeira instância, responde a outros cinco processos criminais ainda sem sentença e é alvo de mais três denúncias que aguardam análise da Justiça. Na maioria dos casos, é acusado de privilegiar agentes privados em troca de dinheiro ou favores pessoais.
sábado, 16 de setembro de 2017
Lula depõe a Moro; MPF ignora conteúdo da denúncia; petista sabe que já está condenado
Petista não deu nenhuma resposta comprometedora, mas o fato é que não foi confrontado com o conteúdo essencial da denúncia, a exemplo do que aconteceu com o tríplex de Guarujá
Reinaldo Azevedo
Esta quarta-feira assistiu a dois eventos de forte apelo midiático: o julgamento, no Supremo, do agravo regimental que pedia a suspeição de Rodrigo Janot para atuar em casos que digam respeito a Michel Temer — e o resultado de 9 a zero era mais do que esperado e não tem a importância que lhe atribuem — e o segundo depoimento de Luiz Inácio Lula da Silva a Sérgio Moro, desta feita na ação penal que investiga se um terreno supostamente destinado a abrigar o Instituto Lula e se um apartamento de cobertura contíguo ao seu, em São Bernardo (que seria, na verdade, uma propriedade sua) são frutos de propina paga pela Odebrecht.
Reinaldo Azevedo
Esta quarta-feira assistiu a dois eventos de forte apelo midiático: o julgamento, no Supremo, do agravo regimental que pedia a suspeição de Rodrigo Janot para atuar em casos que digam respeito a Michel Temer — e o resultado de 9 a zero era mais do que esperado e não tem a importância que lhe atribuem — e o segundo depoimento de Luiz Inácio Lula da Silva a Sérgio Moro, desta feita na ação penal que investiga se um terreno supostamente destinado a abrigar o Instituto Lula e se um apartamento de cobertura contíguo ao seu, em São Bernardo (que seria, na verdade, uma propriedade sua) são frutos de propina paga pela Odebrecht.
Banalização da “organização criminosa”
Miguel do Rosário
Me perdoem. Eu, pessoalmente, acho que o Temer e seus acólitos formam, de fato, uma organização criminosa. Mas é minha opinião como jornalista e blogueiro de esquerda, e não pelas mesmas razões do MPF.
Entretanto, eu acho que essa nova acusação do MPF é mais uma pilantragem.
Me perdoem. Eu, pessoalmente, acho que o Temer e seus acólitos formam, de fato, uma organização criminosa. Mas é minha opinião como jornalista e blogueiro de esquerda, e não pelas mesmas razões do MPF.
Entretanto, eu acho que essa nova acusação do MPF é mais uma pilantragem.
Agora tudo é “organização criminosa”.
O MPF transformou as leis sancionadas pela Dilma, como a lei de organização criminosa, além da delação premiada, em ferramentas de chantagem contra a classe política.
O MPF transformou as leis sancionadas pela Dilma, como a lei de organização criminosa, além da delação premiada, em ferramentas de chantagem contra a classe política.
Mais uma denúncia inepta
Editorial Estadão
A exemplo do que aconteceu na primeira denúncia de Janot contra Temer, em junho, a nova peça do procurador-geral para acusar o presidente de corrupção não se sustenta
Se a luta contra a corrupção no Brasil dependesse de denúncias como a apresentada na quinta-feira pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer e outros políticos, o esforço para pôr os corruptos na cadeia seria desmoralizado. A exemplo do que aconteceu na primeira denúncia de Janot contra Temer, feita em junho passado, a nova peça elaborada pelo procurador-geral para acusar o presidente de corrupção não se sustenta em nada além de declarações de delatores – tratadas, textualmente, como “provas”.
Se a luta contra a corrupção no Brasil dependesse de denúncias como a apresentada na quinta-feira pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer e outros políticos, o esforço para pôr os corruptos na cadeia seria desmoralizado. A exemplo do que aconteceu na primeira denúncia de Janot contra Temer, feita em junho passado, a nova peça elaborada pelo procurador-geral para acusar o presidente de corrupção não se sustenta em nada além de declarações de delatores – tratadas, textualmente, como “provas”.
Em defesa de Lula,Armando cita crescimento do setor automobilístico
Sérgio Montenegro
Senador se disse “inconformado” com denúncia de corrupção passiva contra Lula por conta de medida que beneficiou o Nordeste
Declarando-se “inconformado” com “a tentativa de criminalização” da MP 471, editada em novembro de 2009 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Armando Monteiro (PTB-PE) foi à tribuna, nesta quinta-feira (14), para defender o petista na denúncia feita contra ele pelo Ministério Público por corrupção passiva na edição da Medida Provisória de incentivos à indústria automotiva. Segundo o petebista – ex-ministro do governo Dilma Rousseff (PT) – essa MP deflagrou uma política de desenvolvimento regional de sucesso, beneficiando o Nordeste e o Centro-Oeste.
Senador se disse “inconformado” com denúncia de corrupção passiva contra Lula por conta de medida que beneficiou o Nordeste
Declarando-se “inconformado” com “a tentativa de criminalização” da MP 471, editada em novembro de 2009 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Armando Monteiro (PTB-PE) foi à tribuna, nesta quinta-feira (14), para defender o petista na denúncia feita contra ele pelo Ministério Público por corrupção passiva na edição da Medida Provisória de incentivos à indústria automotiva. Segundo o petebista – ex-ministro do governo Dilma Rousseff (PT) – essa MP deflagrou uma política de desenvolvimento regional de sucesso, beneficiando o Nordeste e o Centro-Oeste.
“Não posso admitir juiz em filme com tapete vermelho, emitindo nota para imprensa…”, diz ministro do STJ
Sebastião Reis, ministro do STJ
O Ministério Público e a polícia usam a imprensa com o intuito claro de criar pano de fundo favorável à acusação em processos e para defender projetos de lei absurdamente imorais, aproveitando-se da sanha acusatória que toma conta do país. Com isso, qualquer um que discorde dos órgãos de acusação é tachado como inimigo, cúmplice de bandido e favorável à corrupção.
A constatação é do ministro Sebastião Reis, do Superior Tribunal de Justiça, que fez duras críticas à omissão das instituições em relação ao que classifica como “vazamentos seletivos” de processos. “Vejo o Ministério Público, que prega e defende a tolerância zero, silenciando quando procedimento sigiloso é tornado público”, afirma.
O Ministério Público e a polícia usam a imprensa com o intuito claro de criar pano de fundo favorável à acusação em processos e para defender projetos de lei absurdamente imorais, aproveitando-se da sanha acusatória que toma conta do país. Com isso, qualquer um que discorde dos órgãos de acusação é tachado como inimigo, cúmplice de bandido e favorável à corrupção.
A constatação é do ministro Sebastião Reis, do Superior Tribunal de Justiça, que fez duras críticas à omissão das instituições em relação ao que classifica como “vazamentos seletivos” de processos. “Vejo o Ministério Público, que prega e defende a tolerância zero, silenciando quando procedimento sigiloso é tornado público”, afirma.
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
Polícia Federal, filme chapa branca
Juremir Machado
Lei para todos?
Jean Baudrillard, meu mestre de paradoxos, me ensinou num café de Paris, tomando um vinho branco às dez da manhã, que o principal trabalho de cronista intelectual é fazer comparações para explicitar contradições. No Brasil, a direita acha que isso, em certos casos, é pura manobra para defender Lula e o tão odiado PT. Outro dia, falei disso no Esfera Pública, na Rádio Guaíba, com o ministro do STF Marco Aurélio Mello. Ele concordou que há incoerências. Vejamos: absolvido em segunda instância o ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto continua preso. Condenado em segunda instância o tucano Eduardo Azeredo continua solto. Como explicar essa discrepância tão visível?
Lei para todos?
Jean Baudrillard, meu mestre de paradoxos, me ensinou num café de Paris, tomando um vinho branco às dez da manhã, que o principal trabalho de cronista intelectual é fazer comparações para explicitar contradições. No Brasil, a direita acha que isso, em certos casos, é pura manobra para defender Lula e o tão odiado PT. Outro dia, falei disso no Esfera Pública, na Rádio Guaíba, com o ministro do STF Marco Aurélio Mello. Ele concordou que há incoerências. Vejamos: absolvido em segunda instância o ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto continua preso. Condenado em segunda instância o tucano Eduardo Azeredo continua solto. Como explicar essa discrepância tão visível?
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
Trabalhadores sindicalizados ganham 8,4% a mais do que os não sindicalizados, aponta o IPEA
O estudo reforça as danosas consequências da Reforma Trabalhista, que tornará o mercado de trabalho brasileiro ainda mais desigual, principalmente, no que diz respeito as remunerações.
IPEA
O Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA) publicou recentemente um artigo intitulado “Diferenças de remuneração entre trabalhadores sindicalizados e não sindicalizados: evidências sobre o mercado de trabalho brasileiro”. O estudo comprova que trabalhadores sindicalizados ganham diretamente 8,4% a mais do que os não sindicalizados. Além disso, os sindicalizados têm maiores chances de acesso a benefícios como auxílio-alimentação, auxílio-transporte e auxílio-saúde.
OS, organizações sociais: privatização do estado, mercantilização! O golpe do governo da Paraíba
A defesa da educação pública, gratuita e de qualidade passa pela defesa da gestão democrática das escolas e do ensino como um direito de todos e de todas
Povo sem medo - Paraíba
Vivemos, no Brasil, grave e difícil momento de suspensão da democracia por um Estado de exceção, estabelecido por um governo ilegítimo, a partir de um Golpe, que alinhou os interesses do capital financeiro nacional/internacional e aos das elites oligárquicas, da tradição patrimonialista brasileira, para atacar os direitos sociais.
Povo sem medo - Paraíba
Vivemos, no Brasil, grave e difícil momento de suspensão da democracia por um Estado de exceção, estabelecido por um governo ilegítimo, a partir de um Golpe, que alinhou os interesses do capital financeiro nacional/internacional e aos das elites oligárquicas, da tradição patrimonialista brasileira, para atacar os direitos sociais.
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