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segunda-feira, 18 de setembro de 2017
“Deveríamos criminalizar a pregação da ditadura”, diz filósofo
sábado, 3 de setembro de 2016
Acabou o flá-flu
Renato Janine Ribeiro
Alguém percebeu que o flá-flu que marcou a política brasileira nos últimos 20 anos acabou?
Essa expressão virou lugar-comum para indicar a briga, cada vez mais áspera, entre PT e PSDB. Marina Silva tentou, pelo lado do bem, pôr fim a ela, abrindo um diálogo que juntasse as pessoas -vou usar um termo meio antigo- "de boa vontade". Não deu certo. O flá-flu acabou mesmo pelo lado do mal, com o PT despencando e o PSDB rachado.
Alguém percebeu que o flá-flu que marcou a política brasileira nos últimos 20 anos acabou?
Essa expressão virou lugar-comum para indicar a briga, cada vez mais áspera, entre PT e PSDB. Marina Silva tentou, pelo lado do bem, pôr fim a ela, abrindo um diálogo que juntasse as pessoas -vou usar um termo meio antigo- "de boa vontade". Não deu certo. O flá-flu acabou mesmo pelo lado do mal, com o PT despencando e o PSDB rachado.
sábado, 11 de abril de 2015
Professor: queremos ouvir a sua história. Conte-nos!
Por Mary del Priore.
No cenário político, a melhor notícia dos últimos oito anos foi a indicação de Renato Janine Ribeiro para o Ministério da Educação. Fui sua aluna e sei: ele é brilhante! Além de erudito, um humanista e diplomata. É capaz de tirar um tantinho a tal “pátria educadora” do lamaçal onde se encontra. Nós, historiadores, sabemos que a educação sempre foi uma miragem e a maior parte de nós teve que dar sangue, suor e lágrimas para estudar.
domingo, 7 de setembro de 2014
“O ódio à democracia”
Lançamento Boitempo: “O ódio à democracia”, de Jacques Rancière
Em meio a um acalorado debate eleitoral, a Boitempo lança O ódio à democracia, do filósofo francês Jacques Rancière. Curto e provocativo, o ensaio faz um irreverente e erudito giro pela história da filosofia política para jogar nova luz sobre alguns dos principais impasses da democracia e da esquerda hoje. Nas palavras de Slavoj Žižek, “nos atuais tempos de desorientação da esquerda, o texto de Rancière oferece uma das raras conceitualizações consistentes de como continuar a resistir.”
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