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terça-feira, 30 de janeiro de 2018
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Dicionário da Mutreta - alguém precisava organizar essa bagunça
Gregorio Duvivier
Tramoia: N. Fem. Diz-se do esquema no qual você não está incluído. Distingue-se do trambique pelo profissionalismo. Etimologia: deriva da palavra "tramar" e pressupõe certo requinte.
Trambique: N. Masc. Diz-se do pequeno golpe, praticado de maneira amadora, geralmente pelos outros.
Mamata: N. Masc. Diz-se do esquema do qual usufrui-se com regularidade, e há muito tempo. A mamata, ao contrário do trambique e da tramoia, pressupõe antiguidade e frequência. Não se "comete" mamata mas se "tem" mamatas. Ex.: "Fulana não quis casar no civil porque recebe pensão do pai e não quer perder a mamata".
Tramoia: N. Fem. Diz-se do esquema no qual você não está incluído. Distingue-se do trambique pelo profissionalismo. Etimologia: deriva da palavra "tramar" e pressupõe certo requinte.
Trambique: N. Masc. Diz-se do pequeno golpe, praticado de maneira amadora, geralmente pelos outros.
Mamata: N. Masc. Diz-se do esquema do qual usufrui-se com regularidade, e há muito tempo. A mamata, ao contrário do trambique e da tramoia, pressupõe antiguidade e frequência. Não se "comete" mamata mas se "tem" mamatas. Ex.: "Fulana não quis casar no civil porque recebe pensão do pai e não quer perder a mamata".
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
sábado, 16 de setembro de 2017
Lula depõe a Moro; MPF ignora conteúdo da denúncia; petista sabe que já está condenado
Petista não deu nenhuma resposta comprometedora, mas o fato é que não foi confrontado com o conteúdo essencial da denúncia, a exemplo do que aconteceu com o tríplex de Guarujá
Reinaldo Azevedo
Esta quarta-feira assistiu a dois eventos de forte apelo midiático: o julgamento, no Supremo, do agravo regimental que pedia a suspeição de Rodrigo Janot para atuar em casos que digam respeito a Michel Temer — e o resultado de 9 a zero era mais do que esperado e não tem a importância que lhe atribuem — e o segundo depoimento de Luiz Inácio Lula da Silva a Sérgio Moro, desta feita na ação penal que investiga se um terreno supostamente destinado a abrigar o Instituto Lula e se um apartamento de cobertura contíguo ao seu, em São Bernardo (que seria, na verdade, uma propriedade sua) são frutos de propina paga pela Odebrecht.
Reinaldo Azevedo
Esta quarta-feira assistiu a dois eventos de forte apelo midiático: o julgamento, no Supremo, do agravo regimental que pedia a suspeição de Rodrigo Janot para atuar em casos que digam respeito a Michel Temer — e o resultado de 9 a zero era mais do que esperado e não tem a importância que lhe atribuem — e o segundo depoimento de Luiz Inácio Lula da Silva a Sérgio Moro, desta feita na ação penal que investiga se um terreno supostamente destinado a abrigar o Instituto Lula e se um apartamento de cobertura contíguo ao seu, em São Bernardo (que seria, na verdade, uma propriedade sua) são frutos de propina paga pela Odebrecht.
segunda-feira, 19 de junho de 2017
terça-feira, 21 de junho de 2016
Singer: O sistema
André Singer A delação completa de Sérgio Machado, além de detonar a cúpula peemedebista, mostra a longevidade das práticas desbaratadas pela Lava Jato. O Estado não foi tomado em 2003 por uma organização criminosa especializada em propinas: esse é o modo tradicional de financiamento político no Brasil. Para não deixar dúvidas, o delator retroage ao longínquo ano de 1946, ou seja, quando se inaugurou a democracia de massa no país e as campanhas ficaram mais caras, o ponto em que situa o início da maracutaia generalizada.
terça-feira, 8 de março de 2016
Isso é propina de presidente da República?!
A tese que o juiz Sergio Moro tenta demonstrar – Lula é o chefe do petrolão – apesar de toda a boa vontade, histeria, torcida, barulho, tumulto, gráficos, manchetes da imprensa conivente e aplausos da direita festiva e da ex-esquerda gagá, não para em pé.
Senão, vejamos.
A Lava Jato parte do pressuposto de que Lula é o dono do sítio de Atibaia, ganhou de presente as reformas e um triplex no Guarujá de 200 metros quadrados em troca de contratos com a Petrobrás.
Ah, e os móveis de cozinha e dois pedalinhos com os nomes dos netos! Que vida nababesca! Praticamente um sultão!
domingo, 1 de março de 2015
Ricardo Semler: “A corrupção não é um problema público, é um problema privado enorme”
Em entrevista, empresário tucano reafirma sua percepção de que “nunca se roubou tão pouco” no Brasil e estende a responsabilidade do problema para o setor privado. “Eu quero ver alguém vender pra uma grande montadora no Brasil sem dar propina para um diretor de compras”, questionou
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