quinta-feira, 4 de junho de 2015

PB: Adolescentes Internos Servidos no Chão


Centro socioeducativo na PB tem superlotação e agressões, diz CEDH. Internos reclamam de restrição de água e má alimentação no CSE na capital. Fundac diz que relatório é velho e que os problemas expostos não existem.

Representantes do povo ou dos financiadores?

 Bancada da Bala


Violência e ideologia


Mauro Luis Iasi.

Assistimos ao espetáculo da violência. A própria frase encerra seu significado mais dramático. Parte das pessoas encara a violência no papel de espectadores e a consomem pelo filtro dos meios de comunicação – seja a televisão, o rádio, as redes sociais. Sujeitos apassivados adornianamente pela indústria cultural, transformados em espectadores que expectoram catarticamente para o vídeo burro seus anseios e frustrações, para vê-los realizados pelo outro inexistente, tornando-os vazios.

Galeano : A esfinge midiática do capitalismo


Ari Zenha

Os subalternos: “Os ninguém: os filhos de ninguém, os donos de nada. Os ninguéns: os nenhuns, correndo soltos, fodidos e mal pagos. Que não praticam religiões, praticam superstições. Que não fazem arte, fazem artesanato. Que não são seres humanos, são recursos humanos. Que não têm cultura , têm folclore. Que não têm cara, têm braços. Que não têm nome , têm número. Que não aparecem na história universal, aparecem nas páginas policiais da imprensa local. Os ninguéns que custam menos do que a bala que os mata.”

terça-feira, 2 de junho de 2015

Reforma financeira dispensaria o ajuste fiscal


Ceci Juruá

  Em recente entrevista publicada em Carta Maior (ver aqui) o professor Ladislau Dowbor reafirma o que pensam muitos e bons economistas brasileiros: o principal problema da economia brasileira situa-se no setor financeiro, e não nas finanças públicas.

Chico Alencar: O império do senso comum



O senso comum, nesta encruzilhada de nossa história, foi erigido como medida inquestionável de uma série de decisões que afetam a vida nacional. Na Câmara dos Deputados, a onda conservadora afoga todos na superficialidade da percepção dos fenômenos sociais.


Assim, a violência estrutural e a sensação de insegurança passam a ter como solução o encarceramento de jovens em regime prisional para adultos –de onde advêm 70% de reincidência criminal– e a flexibilização do Estatuto do Desarmamento, na perigosa linha do "cada cidadão uma arma".

“Eu Viro Carranca Hoje, Pra Defender o Velho Chico”




CARTA DO POVO DO RIO

Nós camponeses e camponesas, pescadores e pescadoras artesanais, indígenas, povos de terreiros e quilombolas do São Francisco, movimentos sociais e pastorais, decidimos “Virar Hoje Carranca, pra Defender o Velho Chico”. Nada melhor do que abrir nossas lamúrias e anunciar vida, no chamado “parlamento da Bacia do Rio São Francisco”.

Deputados financiados por planos de saúde declaram guerra ao SUS


Medidas do Congresso podem minguar dinheiro para a saúde pública.
Na mais nova investida, emenda constitucional obriga a União a repassar parte do orçamento da saúde para emendas dos parlamentares

Ayres Britto: Empresa que financia campanha eleitoral comete abuso de poder econômico

Carlos Ayres Britto

1. A proibição que se desata do parágrafo 9º do artigo 14 da Constituição Federal
1.1. Há proibição ao financiamento empresarial de eleição popular? Respondo afirmativamente. Proibição que penso decorrer mais diretamente do parágrafo 9º do artigo 14 da Constituição, que de logo transcrevo e passo a paulatinamente comentar. Ei-lo:

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Perdemos de novo, professora Maria da Conceição?


Mal ou bem, forças progressistas estão à frente do governo há 12 anos: o 'enrosco', com ela diz , é pilotado pelo campo progressista. E o atinge diretamente.

Saul Leblon

A professora Maria da Conceição Tavares tem dois motivos para não querer falar nesse momento. A gripe alegada, que acentua o grave característico da voz, é o menor deles. O quadro difícil da crise brasileira, o mais contundente. Estamos falando, porém, de uma mulher que não costuma deixar desaforo esperando na soleira da porta.

Zaidan: Reforma Política; Messianismo Jurídico resolve ?


Especial Reforma Política: Da ontologia política negativa à agenda das reformas

Michel Zaidan Filho:

A palavra de ordem do momento é a reforma política. Tema sobre o qual todo mundo parece estar de acordo, mas sobre o que não há o menor consenso em como fazê-la. Cada um tem uma proposta diferente sobre o conteúdo dessas reformas. E há quem também discorde da maneira como deve ser encaminhada: Constituinte exclusiva ou uma reforma congressual? – Seria possível uma Assembleia especificamente eleita para cuidar do assunto, ou toda Constituinte é plenipotenciária para mudar a Constituição? – Não é tarefa fácil fazer esta reforma.

Justiça Aristocrática ?


Que  Justiça

Janio de Freitas 



O ministro Luiz Fux reivindica, para si e para seus pares no Supremo Tribunal Federal, vencimentos (no funcionalismo não se chamam salários) e benefícios que restauram um multissecular: nababesco. Mas os acompanha de uma razão solene: "a necessidade de valorização institucional da magistratura". Não, é mesmo e só de valorização financeira e patrimonial.

Matando o Mensageiro


A história narra que em 333 a.C., Dario III, rei da Pérsia, cometeu erros estratégicos que contribuíram para sua derrota perante Alexandre, o Grande, na Batalha de Issus. Ao receber a notícia, Dario III teria mandado matar Charidemos, que o advertira sobre as consequências das suas decisões.

O episódio deu origem a uma expressão popular, usada sempre que alguém reage contra quem, honestamente, emite uma opinião verdadeira mas que lhe é incomoda: matar o mensageiro.

Noam Chomsky: o New York Times é pura propaganda


O jornal aceita acriticamente a doutrina aprovada: os EUA são os donos do mundo, e o são por direito e por boas razões.

Noam Chomsky, do AlterNet

Uma reportagem de primeira página é dedicada às falhas jornalísticas expostas pela principal revista acadêmica de crítica da mídia em uma matéria publicada na revista Rolling Stone sobre um estupro em um campus americano. A derrapagem jornalística é tão grave que também é o tema da principal reportagem na editoria de negócios, com uma página interna inteira dedicado à continuação das duas matérias. Em tom de choque, ambas fazem referência a vários crimes já cometidos pela imprensa: alguns casos de invenção, logo desmascarados, e casos de plágio ("numerosos demais para citar"). O crime específico da Rolling Stone foi "falta de ceticismo", que é, "em muitos aspectos, o mais insidioso" entre as três categorias.

CBN: o mensageiro mal intencionado


Ligo o radio e escuto a CBN: ...economia encolhe 0,2 %.....

Desligo o rádio. Me vem à cabeça: não estavam de todo errados os antigos que matavam os portadores de más notícias.

No caso, o motivo nem é trazer má noticia. É ter se especializado nisso. Só fazer isso: divulgar noticia ruim ou o lado negativo de uma noticia boa.

E com esse tsuname de desgraças arrastando as pessoas, provocar depressão e pessimismo nos negócios, induzindo desaquecimento econômico. Ou seja, provocando coisas ruins. Profetizando derrotas, parindo fracassos.

São urubus profissionais. De alta tecnologia.




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