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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Pastor Ariovaldo: Eduardo Cunha envergonha os evangélicos

Ninja

Os evangélicos cacifaram pastores como eficazes cabos eleitorais. Com a condenação de Cunha, fica o desafio para a comunidade: se não mudar, trai a vocação da reforma protestante.

O ex-deputado Eduardo Cunha foi condenado a 15 anos de prisão num dos inquéritos pelos quais responde, fruto de denúncia da operação Lava Jato. O juiz de primeira instância conseguiu condenar o peixe grande, responsável pelo principal movimento do golpe, o impeachment. Esse condenado carregou os anseios e, agora, carrega a frustração de parcela significativa da população evangélica.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Evangélicos e o Anti-Petismo

Pastor Ariovaldo: Começou assim, a mídia começou a propagar que o Partido dos Trabalhadores estava fomentando a imoralidade. Não é verdade, o Partido dos Trabalhadores nunca trabalhou com essa lógica.

A primeira coisa que aconteceu foi disseminar a ideia de que o governo popular era comunista. De forma rarefeita a mídia aqui e ali não ensinava, não trazia os dados, trazia só as versões. Então ficou aquela coisa de comunismo.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Um Deus que é gente



 
Chico Alencar
 

Cristãos do mundo ouvem hoje um trecho do Evangelho (Lc, 9, 18-24) que revela a singularidade do cristianismo, tão esquecida: Jesus Cristo - que se define como Filho do Homem, da Humanidade - identifica-se com o que é radicalmente humano ("tão humano assim, só podia mesmo ser Deus", ensina Leonardo Boff).

Ser humano em crescimento até Deus implica vivenciar o sofrimento, a rejeição em função da contestação dos poderes ("dos anciãos, dos chefes dos sacerdotes, dos doutores da lei"), a morte. E a prevalência da vida, apesar de tudo. De quem faz de sua vida uma doação, a morte, quando chegar, nada tem a tomar. Essa atitude é aposta na ressurreição.

Jesus propõe algo difícil: a renúncia a si mesmo, a disposição de, cada um, carregar a sua cruz (inevitável em nossas vidas) para encontrar a luz. Vale a pena.

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domingo, 17 de maio de 2015

A simpatia do papa pelo ateísmo cristão



Unisinos.

Está cada vez mais claro que o Papa Francisco se entende melhor com ateus como José Mujica ou Raúl Castro, do que com alguns católicos tradicionais que não perdoam que ele tenha se despojado de todos os símbolos do poder papal, herdados do Império Romano, quando a Igreja passou de perseguida e escondida nas catacumbas para se tornar a religião do Estado.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Ah !, o Horror; o Papa é Comunista !

Um Papa Vermelho 

Papa afirma que comunistas são os cristãos não assumidos

Ricardo

Pontífice defendeu que a pobreza está no centro do Evangelho; o comunismo teria se apropriado dessa bandeira no século XX

O papa Francisco, cujas críticas ao capitalismo desenfreado levaram alguns a rotulá-lo como marxista, disse em uma entrevista publicada neste domingo (29) que comunistas tinham roubado a bandeira do cristianismo.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Ser cristão em tempos de contra-revolução



Eduardo Hoornaert


1. Entre revolução e contra-revolução.

Os bispos latino-americanos começam a se reunir regularmente (a partir dos anos 1960) num momento da história em que diversos processos revolucionários estão em curso, tanto na União Soviética como em Cuba e na China (revolução cultural). Fala-se em ‘crise do capitalismo’ e na formação de uma ‘aliança internacional socialista’. Além disso, há a revolta estudantil de maio 1968 na França. Desde João XXIII (1958-1963), os sinais revolucionários se multiplicam igualmente no seio da igreja católica: o Vaticano II (1960) e Medellín (1968) são os pontos altos. Mas já dá para sentir ventos contra-revolucionários. O ‘golpe de Sucre’ (dezembro 1972) iça ao poder a figura de Lopez Trujillo (1935-2008) que, na qualidade de secretário do Celam, emite os primeiros sinais ameaçadores.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Manifesto pede a abolição da tortura no Brasil


Manifesto foi aprovado em encontro realizado durante o Fórum Mundial de Direitos Humanos, realizado em Brasília, em dezembro de 2013.

Durante o Fórum Mundial de Direitos Humanos, realizado em Brasília, em dezembro de 2013, ocorreu o encontro “Vamos abolir a tortura no Brasil!”, coordenado pela Ação dos Cristãos pela Abolição da Tortura (ACAT-Brasil). O encontro aprovou o Manifesto contra a Tortura, que já foi assinado por uma centena de entidades, redes e personalidades e está percorrendo o Brasil em busca de novas adesões.

O objetivo é criar uma ampla mobilização na sociedade em defesa do fim dessa prática corriqueira no Brasil. Leia a seguir o manifesto, que sintetiza os objetivos desse movimento que pretende se espalhar pelo país:

Vamos abolir a tortura no Brasil!
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