terça-feira, 17 de julho de 2018

Um Só Amor ( One Love ) Bob Marley



Um só amor
Um só coração
Vamos seguir juntos para ficarmos bem

Agenda: violência, corrupção e crime ou solidariedade e cooperação


As Parcas: tenho medo 
Os sentimentos comandam a sociedade

Por Silvio Caccia Bava, no jornal Le Monde Diplomatique-Brasil:

Explorando medo e descontentamento, as elites criam uma agenda cujo centro da discussão é a violência, a corrupção e o crime. Essa agenda tem um duplo sentido. Ela cria uma percepção de que estamos todos ameaçados, é intimidatória, dissemina o medo. E tem uma função estratégica, de definir os temas do debate público. Não se fala de enfrentar a desigualdade, reduzir os juros bancários, cobrar impostos dos ricos. Se fala da luta da policia contra os bandidos.

O novo perfil do desempregado no Brasil

Por Marcio Pochmann, na Rede Brasil Atual:

Nas enquetes realizadas com a população, o problema da escassez do emprego emerge com maior centralidade entre os brasileiros. Ao mesmo tempo, o monitoramento dos riscos sociais revela que o medo do desemprego atinge patamar inédito, tendo o IBGE apontado para o universo de quase 28 milhões de pessoas comprometidos com a procura por trabalho, equivalendo a um trabalhador a cada três nessa dramática situação.


Em defesa da presunção de inocência


Do site da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD):

Diversas organizações de juristas se mobilizam para coletar assinaturas em defesa do princípio constitucional da presunção de inocência. Lançado nesta segunda-feira (16) pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), o abaixo-assinado vai coletar assinaturas em todos os estados brasileiros.

O princípio da presunção de inocência é direito de toda pessoa humana, de acordo com o artigo XI, da Declaração Universal dos Direitos Humanos e está afirmado na Constituição brasileira de 1988.


Moronapartismo, bonapartismo de toga



Esquerdaonline

Paulo César de Carvalho: "Hoje, ao que parece, o Judiciário se esforça por encarnar o poder capaz de produzir a ilusão de estar acima das classes, dos partidos, como um ente “imparcial”, arbitrando os conflitos.

Lembremos que essa narrativa farsesca (que atingiu o ponto alto na prisão de Lula) teve na máscara de Moro um esboço de personificação do bonapartismo em versão togada: os que vestiram a camisa da CBF e celebraram o pato da FIESP alçaram o juizeco ao pedestal de “salvador da pátria”.


Em nota, partidos de esquerda defendem presença na chapa majoritária de Azevedo

Em nota divulgada nesta segunda-feira (16), partidos de esquerda na Paraíba defendem presença na chapa majoritária do pré-candidato ao Governo do Estado, João Azevedo (PSB). 

Leia na íntegra:

MANIFESTO

Os presidentes dos partidos que subscrevem este manifesto, comprometidos com a causa da democracia, o respeito à liberdade, os direitos sociais e garantias individuais, dirigem-se ao povo paraibano para expressar seu entendimento comum em razão das eleições que se avizinham em nosso Estado:

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Tapetão Fascista TSE


Gilson Dipp: descrédito com a Justiça


“O imbróglio sobre Lula incita os cidadãos a um total descrédito com a Justiça”. Entrevista com Gilson Dipp

Ex-corregedor do CNJ e ex-ministro do STJ diz que os quatro juízes que agiram no caso Lula erraram, mas nenhum deve ser punido administrativamente.

O advogado Gilson Dipp atua no Direito há quase meio século. Aos 73 anos de idade, depois de ser advogado no Rio Grande do Sul, desembargador no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, ministro do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Superior Eleitoral, membro do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho da Justiça Federal, além de corregedor-geral de Justiça, ele se diz espantado com as últimas decisões envolvendo o caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado a 12 anos e 1 mês pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A estranheza se deve, tanto pelas seis decisões judiciais que ora soltavam ora prendiam o petista, como pelas reações vindas do STJ e da Procuradoria-Geral da República.

domingo, 15 de julho de 2018

Um programa eleitoral de esquerda deve ser um programa de mobilização


Um programa eleitoral de esquerda deve ser um programa de mobilização. Um programa eleitoral responde à disputa política. A disputa política é a forma como se debate a luta pelo poder. Ou seja, à questão de quem deve governar, como governar e contra quem governar. 

Devem ser ideias poderosas para entusiasmar, cativar, incendiar, encantar a rebeldia da juventude e do povo. Devem inspirar que outra vida é possível. 

Programa Eleitoral e Programa de Governo

Altino
Valério Arcary

Um programa eleitoral não precisa ser, também, strictu sensu, um detalhado programa de governo, um programa de gestão. Evidentemente, existe uma relação entre os dois. Porque um partido de esquerda não pode chegar ao governo, e fazer o contrário do que defendeu a vida toda. Isso seria demagógico. Mas um programa de governo depende das condições concretas em que se chega ao poder. Essas condições políticas dependem de muitas variáveis, entre elas, a relação social e política de forças. 

Uma plataforma de reivindicações tem uma natureza distinta de um programa eleitoral.

Valério Arcary

Não é incomum que se confunda um programa eleitoral com uma plataforma de reivindicações sindicais ou populares. Uma plataforma de reivindicações expressa demandas que uma categoria de trabalhadores, como os professores em luta pela valorização salarial, ou um movimento popular, como o de luta pela moradia ou pela terra, apresentam como exigências a um governo de plantão. São reivindicações específicas. Mas, mesmo quando são reivindicações unitárias, uma plataforma de reivindicações tem uma natureza distinta de um programa eleitoral. 

Elaboração de um programa eleitoral


Valerio Arcary

A elaboração de um programa eleitoral deve estar contextualizada por uma análise de quais são os problemas mais graves que afetam os trabalhadores e o povo. Mas está condicionada por uma análise da conjuntura política. As condições impostas pela conjuntura adversa contam. Senão, o programa eleitoral seria, essencialmente, sempre o mesmo, não importando se as eleições vão ocorrer em 1998, 2028, ou em 2018. 

Ativismo da Globo: propaganda politica travestida de jornalismo












Começa a chantagem dos bancos contra a democracia


Bancos retomam a estratégia de 2002, quando diante da quase certeza da eleição de Lula os bancos causaram tempestade na economia brasileira, eles voltam a fazer chantagem contra a democracia do país, diante da inviabilidade dos candidatos do golpe e a adesão popular à nova candidatura de Lula. A ameaça parte agora do Bank of America (BofA), o 2º maior dos Estados Unidos (EUA) e, não à toa, o maior gestor de fortunas de milionários do mundo. No Monitor Mercantil


A nova (des)ordem mundial

Por Luiz Gonzaga Belluzzo, na revista CartaCapital:

Publicado na quarta-feira 4 de julho no jornal Valor, o artigo de Martin Wolf, editor do Financial Times, denuncia as manobras de Donald Trump para implodir a ordem mundial. “São características destacadas do comportamento de Trump suas invenções, sua autocomiseração e sua prática da intimidação: os outros, inclusive os aliados históricos, estão “zombando de nós” em relação ao clima ou “nos enganando” em relação ao comércio exterior. A União Europeia, argumenta ele, “foi implantada para tirar proveito dos EUA, certo? Não mais... Esse tempo acabou”.


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