Mostrando postagens com marcador pensamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pensamento. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 21 de junho de 2018
quarta-feira, 18 de abril de 2018
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
O risco de disrupção na estratégia de aniquilar o PT
Os sinais autoritários são claros: na proibição de protestos nos estádios, na restrição do pensamento crítico e na tentativa de criminalizar a esquerda.
Róber Iturriet Avila*
Desde 2013 o Brasil vive momentos de tensão política e social. Indubitavelmente, o resultado desse processo foi uma derrota política retumbante do governo Dilma Rousseff, do seu partido, o PT, e da esquerda brasileira de uma maneira geral. Essa alteração é complexa e envolve uma miríade de variáveis, as quais podem ser categorizadas com profundidade. Análise essa que escapa dos objetivos deste pequeno texto.
Róber Iturriet Avila*
Desde 2013 o Brasil vive momentos de tensão política e social. Indubitavelmente, o resultado desse processo foi uma derrota política retumbante do governo Dilma Rousseff, do seu partido, o PT, e da esquerda brasileira de uma maneira geral. Essa alteração é complexa e envolve uma miríade de variáveis, as quais podem ser categorizadas com profundidade. Análise essa que escapa dos objetivos deste pequeno texto.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
“Escolas sem partido” ou Pensamento Único?
![]() |
| Pensamento Único é Despotismo |
domingo, 20 de dezembro de 2015
O Verdadeiro Manipulador
Milton Temer
Constantino, Olavo Carvalho, Lobão, Guilherme Fiuza são patéticos. Não me incomodam porque só são levados a sério por quem se pretenda militante do senso comum imbecilizado.
Me assusta, sim, pelo espaço que tem a despeito da arrogância falastrona que o torna péssimo mediador, William Waack. Não só pela distorção analítica de fatos a serem narrados no telejornal que apresenta diariamente, mas, principalmente, por esse cretino Painel que apresenta na GloboNews, com reprodução simultânea na CBN.
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
A criminalização do pensamento crítico
Por Luis Felipe Miguel.
Entre as múltiplas ameaças de retrocesso que surgem do Congresso Nacional hoje, uma das mais graves é a voltada à educação. O espantalho da “doutrinação” dos alunos por professores esquerdistas é um pretexto para a criminalização do pensamento crítico em sala de aula, frustrando o objetivo pedagógico de produzir cidadãos e cidadãs capazes de reflexão autônoma, respeitosos das diferenças, acostumados ao debate e à dissensão, conscientes de seu papel, individual e coletivo, na reprodução e na transformação do mundo social. Em seu lugar, voltamos à ultrapassada compreensão de uma educação limitada à transmissão de “conteúdos” factuais, dos quais o professor é um mero repetidor e o aluno, receptáculo passivo. O slogan vazio da “escola sem partido” busca passar a ideia de que o ensino acrítico é “neutro”, quando, na verdade, ao naturalizar o mundo existente e inibir a discussão sobre suas contradições internas, é um mecanismo poderoso de reprodução do status quo.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
A coragem da desesperança
o que se pede aos gregos é que sofram, para que outros possam continuar seu sono, imperturbáveis.
Slavoj Zizek*
Giorgio Agamben, filósofo italiano, disse numa entrevista que “o pensamento é a coragem da desesperança”, uma visão que é especialmente pertinente para este nosso momento histórico, quando a regra geral, ainda no mais pessimista dos diagnósticos, termina com uma insinuação otimista de alguma versão da proverbial luz no fim do túnel. A verdadeira coragem não é imaginar uma alternativa, mas sim aceitar as consequências do fato de que no há uma alternativa claramente discernível: o sonho de uma alternativa é um sinal da covardia teórica, suas funções são como um fetiche, que evita que pensemos até o final do nosso predicamento. Em outras palavras, a verdadeira coragem é admitir que a luz no fim do túnel é a luz de outro trem que se aproxima na direção contrária.
terça-feira, 24 de março de 2015
Pontos de Luz
Não acredito que exista muito espaço hoje em dia para o pensamento lúcido. Em tempo de guerra política, as partes desejam apenas reafirmar posições, ganhar terreno, avançar ou defender-se. Sem nada conceder ao adversário. Ao “inimigo”, como se diz. Afinal, guerra é guerra. O vocabulário é mais militar que político. No entanto, é na adversidade que o pensamento crítico precisa encontrar brechas e colocar dúvidas lá onde só existem certezas. Este é o desafio intelectual do momento. Fragilizar a rigidez. Garimpe com cuidado e você encontrará pontos de luz.
Estadão
sexta-feira, 13 de março de 2015
História de uma Herança
A obra refaz o percurso do pensamento de Marx e seus continuadores no país
por Marcelo Ridenti *
O marxismo - esse conjunto de movimentos teóricos, políticos e revolucionários inspirados no legado de Karl Marx -tem deixado suas marcas na sociedade brasileira. Transposição mecânica de experiências estrangeiras para solo pátrio, ou busca de inspiração teórica e prática para resolver as contradições da nossa sociedade? Derrotas da dialética e dialética de derrotas. Esperanças sepultadas para sempre ou fantasma que rondará novamente a ordem capitalista estabelecida?
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Eagleton: Marx estava Certo
Prefácio da edição brasileira
Contra a caricatura: do estilingue à bomba atômica
Luiz Felipe Pondé
Marx estava certo? Não sou marxista, por isso acho que a resposta a esta pergunta é “nem sempre”. Este livro de Terry Eagleton, que você tem em mãos, é um esforço para dizer que ele acertou em tudo. Para além do fato de se Marx acertou em tudo que disse, coisa sobre a qual discordamos Eagleton e eu, não há dúvida de que Marx é indispensável para entendermos o mundo em que vivemos. Sem ele, somos, de certa forma, cegos.
Nesse sentido, Eagleton está coberto de razão ao escrever um livro que combate a caricatura do pensamento de Marx, nos oferecendo uma compreensão do grande crítico do capitalismo, para além de simplificações a serviço do debate empobrecido.
Marx estava certo? Não sou marxista, por isso acho que a resposta a esta pergunta é “nem sempre”. Este livro de Terry Eagleton, que você tem em mãos, é um esforço para dizer que ele acertou em tudo. Para além do fato de se Marx acertou em tudo que disse, coisa sobre a qual discordamos Eagleton e eu, não há dúvida de que Marx é indispensável para entendermos o mundo em que vivemos. Sem ele, somos, de certa forma, cegos.
Nesse sentido, Eagleton está coberto de razão ao escrever um livro que combate a caricatura do pensamento de Marx, nos oferecendo uma compreensão do grande crítico do capitalismo, para além de simplificações a serviço do debate empobrecido.
Assinar:
Postagens (Atom)









