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sábado, 12 de agosto de 2017

Brasil, o paraíso dos rentistas

– Porque o Brasil das "reformas" não vai sair do buraco
– Classificação mundial dos juros reais

Ana Araujo e José Martins [*]

Não refrescou nada a recente redução para 9,5% ao ano da taxa básica nominal de juros da economia brasileira, a popular SELIC . A taxa nominal de juros pode até cair um pouco, mas sua taxa real (taxa nominal menos inflação projetada para os próximos 12 meses) não sai do lugar.

O crédito não aumentou nem um tostão para o consumo individual e nem para o consumo das empresas (investimento). Sem o aquecimento dessas duas estratégicas variáveis anticíclicas não haverá chance de retomada do emprego e da produção. A economia brasileira vai continuar no buraco. Para sair do sufoco atual seria necessário agir emergencialmente no aumento dos gastos públicos em investimento (grandes obras de infraestrutura) e redução rápida da taxa real de juros da economia.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

A Saída: Redução do custo financeiro da Dívida


Cottani: a saída da crise brasileira está na redução do custo financeiro da dívida

Fabrício Augusto de Oliveira*

Por essa provavelmente os economistas do mercado – os mansuetos, alexandres e pessôas, entre outros – não esperavam e devem estar se sentindo traídos por alguém supostamente integrante de suas fileiras. Em artigo publicado no Valor Econômico, de 28 de dezembro, intitulado “Desequilíbrios da economia pedem medidas inovadoras”, o economista-chefe para a América Latina da Standard & Poor Rating Services, Joaquín Cottani, aponta uma saída para a crise da economia brasileira diametralmente oposta à de nossos ortodoxos tupiniquins e bem mais próxima à de nossos “dinossauros” heterodoxos.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Rentistas predadores querem aumento do juro


 

'Aumentar juros seria um erro de estratégia'
 


Para Antonio Corrêa de Lacerda, professor de Economia da PUC-SP, há grande pressão do mercado financeiro para uma elevação da taxa de juros.  
 
O Banco Central tem dado sinais de que deve retomar a trajetória de alta na taxa básica de juros na próxima reunião do Copom, que acontece em 19 e 20 de janeiro. Para o professor de Economia da PUC-SP, Antonio Corrêa de Lacerda, uma decisão nesse sentido seria uma “grande incoerência” e um “erro de estratégia”.


sábado, 18 de julho de 2015

Taxa de juros ou depósito compulsório?



Paulo Kliass – 


As pressões inflacionárias não serão resolvidas apenas pelo aumento da Selic, cuja alta compromete a própria tentativa de conter gastos públicos. Uma alternativa curiosamente pouco lembrada nos meios do sistema financeiro e na imprensa, mas que poderia ser mais eficaz, é o aumento da alíquota do depósito compulsório

terça-feira, 16 de junho de 2015

Com demissões, juros altos e mais taxas, bancos têm lucros recordes em ano de crise


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Os ajustes fiscais, cortes de investimentos, inflação alta e contração da economia nacional aparentam ser mera "marolinha" aos principais bancos do País, que apesar da queda do consumo e da restrição de crédito, têm obtido lucros recordes desde o ano passado.

Só em dezembro de 2014, os cinco maiores bancos do País (Santander, Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal) obtiveram um lucro líquido (já livre de impostos e descontos) de, aproximadamente, R$ 60,3 bilhões

sábado, 6 de junho de 2015

CUT contra aumento da Selic (taxa de juros)


Para a CUT, aumento da Selic é ineficaz no combate a inflação, encarece o crédito para consumo e investimentos, causa mais desemprego e queda de renda
 


quarta-feira, 27 de maio de 2015

A Republica Rentista, Paraíso do Capital Parasitário


O nome da crise

O nome da crise não é Dilma; é dominância financeira: como bloquear a república dos acionistas? Em que mesa negociar com os depósitos em paraísos fiscais?

Saul Leblon

Exceto em regimes escravocratas, quando o subalterno não dispunha sequer da própria vida, a distância entre ricos e pobres nunca foi tão pronunciada na trajetória da humanidade.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Desemprego no Brasil cai a 6,5% no 4º tri; taxa média do ano é de 6,8%, mostra Pnad


RIO DE JANEIRO (Reuters) - 

A taxa de desemprego do Brasil caiu a 6,5 por cento no quarto trimestre de 2014, ante 6,8 por cento nos três meses anteriores, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua publicada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com isso, o país encerrou 2014 com uma taxa média de desemprego de 6,8 por cento, ante 7,1 por cento em 2013 e 7,4 por cento em 2012, quando começou a série do IBGE.

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier; Texto de Camila Moreira)


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