terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Alain Badiou: Uma filosofia para militantes
Por Aaron Hess, via International Socialist Review, traduzido por Daniel Alves Teixeira
Entrevista a Alain Badiou de 11 de Dezembro de 2014, pouco antes dos recentes assassinatos nos escritórios do Charlie Hebdo e em um supermercado judeu. Em resposta a esses eventos, e a onda de islamofobia e repressão que o seguiu, Badiou escreveu um artigo no jornal francês Le Monde, “O vermelho e o tricolor”, que chama a atenção para a hipocrisia do nacionalismo francês e argumenta que o ciclo de violência entre o imperialismo e as correntes extremistas do islamismo somente pode ser superada através do “verdadeiro universalismo” de uma nova política comunista.
Pela Democracia, sociedade deve participar da eleição para chefia do Ministério Público
Tenho defendido, ao lado de admiráveis e corajosos companheiros de trincheira, como Marcelo Pedroso Goulart, a necessidade da sociedade participar do processo de escolha da Chefia do Ministério Público. A proposta, apresentada como "tese" no XXI Congresso Nacional do Mi…
Damous acusa Moro de estar a serviço do PSDB
Deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) fez duras críticas ao juiz federal Sérgio Moro nesta segunda-feira, 15; por meio das redes sociais, Damous acusou o magistrado responsável pelas ações da Lava Jato de estar a serviço do PSDB;
As inovações da “Operação Lava-Jato” em Direitos Humanos
Por Rogerio Dultra dos Santos
Todos os juízes que conheço (por favor, manifestem-se) sabem que uma das características da atividade jurisdicional é que as suas decisões –mesmo as mais comezinhas – devem estar submetidas ao duplo grau de jurisdição. Isto significa que as deliberações do Juiz de primeiro grau, em especial as sentenças e aqueles juízos que implicam privação de liberdade ou de direitos, podem ser questionadas e, então, devem ser confirmadas ou revisadas pelo Tribunal competente.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
A REPÚBLICA DOS BUROCRATAS E O PODER POLÍTICO - I
Jornal do Brasil
Um procurador do Ministério Público, do Estado de Goiás, usando de argumentação e justificativa claramente políticas, que refletem - sem esconder apaixonada ojeriza - sua opinião a respeito do atual governo, manda tirar do ar a campanha das Olimpíadas.
Outro procurador, ligado à Operação Lava-Jato, afirma que é preciso, no contexto do trabalho realizado no âmbito da mesma operação, “refundar a República”.
domingo, 14 de fevereiro de 2016
“Alguns promotores apoiam o extermínio de ‘indesejáveis”
| “prendam os suspeitos de sempre“ |
Assinar:
Postagens (Atom)










