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quarta-feira, 27 de setembro de 2017
terça-feira, 2 de maio de 2017
O que o 1º de Maio ensina à nova cultura política
No final do século XIX, nos Estados Unidos, anarquistas, sindicatos embrionários e jornalistas contra-hegemônicos lutaram pela jornada de 8 horas. Os líderes foram enforcados, mas a vitória repercute ainda hoje — e diz algo sobre as lutas futuras
“Se acreditam que nos enforcando podem conter o movimento operário, esse movimento constante em que se agitam milhões de homens que vivem na miséria, os escravos do salário; se esperam salvar-se e acreditam que o conseguirão, enforquem-nos! Então estarão sobre um vulcão, e daqui e de lá, e de baixo e ao lado, de todas as partes surgirá a revolução. É um fogo subterrâneo que mina tudo”. (Augusto Spies, 31 anos, diretor do jornal “Diário dos Trabalhadores”)
“Se acreditam que nos enforcando podem conter o movimento operário, esse movimento constante em que se agitam milhões de homens que vivem na miséria, os escravos do salário; se esperam salvar-se e acreditam que o conseguirão, enforquem-nos! Então estarão sobre um vulcão, e daqui e de lá, e de baixo e ao lado, de todas as partes surgirá a revolução. É um fogo subterrâneo que mina tudo”. (Augusto Spies, 31 anos, diretor do jornal “Diário dos Trabalhadores”)
quinta-feira, 27 de abril de 2017
sábado, 7 de janeiro de 2017
Uma renda básica na sociedade da inteligência
Milagros Pérez Oliva
A terceira revolução industrial começou em meados do século passado, mas só agora começamos a notar as profundas mudanças que ela acarreta. Com uma aceleração sem precedentes na incorporação da inovação tecnológica aos processos produtivos e à vida cotidiana, estamos entrando totalmente no que alguns especialistas chamam de sociedade da inteligência, por causa do papel nela desempenhado pela informática, pelos robôs e pela automação. A cada dia vemos diferentes máquinas substituírem empregados que até recentemente se sentiam muito seguros, de modo que a inquietação com o futuro causa calafrios até mesmo nas pessoas mais preparadas. Está claro que não haverá trabalho para todos.
Os efeitos do "negociado sobre legislado"
André Campos
Jornadas de trabalho de 24 horas ininterruptas, revistas íntimas na entrada de empresas, redução de salários e até a prisão de sindicalistas acusados de receber vantagens para aprovar medidas contrárias aos interesses dos trabalhadores.
Essas são algumas das consequências de acordos já celebrados entre sindicatos e empregadores no Brasil. Problemas que podem se multiplicar se for aprovada uma das principais mudanças defendidas pelo governo Michel Temer na reforma trabalhista.
Jornadas de trabalho de 24 horas ininterruptas, revistas íntimas na entrada de empresas, redução de salários e até a prisão de sindicalistas acusados de receber vantagens para aprovar medidas contrárias aos interesses dos trabalhadores.
Essas são algumas das consequências de acordos já celebrados entre sindicatos e empregadores no Brasil. Problemas que podem se multiplicar se for aprovada uma das principais mudanças defendidas pelo governo Michel Temer na reforma trabalhista.
terça-feira, 22 de novembro de 2016
A longa jornada dos direitos trabalhistas
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| Policia reprime greve em 1917 |
No próximo dia 1º de maio, comemoram-se setenta anos da promulgação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), uma das maiores conquistas sociais do país. Em tempos de baixos níveis de desemprego, aumento de renda e redução das desigualdades, vale a pena examinar a história dos direitos trabalhistas no Brasil. Ela tem início nos tempos da escravidão, quando os cativos lutavam contra a brutalidade de um regime que os privava de aspectos mínimos de dignidade humana
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Aumento de jornada agrava o desemprego
Adilson Araújo
Em pleno século 21, que acumula notáveis avanços das novas tecnologias e da produtividade do trabalho humano, é no mínimo lastimável que esteja sendo colocado na agenda governamental o aumento da jornada de trabalho para 12 horas diárias e a flexibilização dos contratos com o primado do negociado sobre o legislado ou do mercado sobre a Lei.
Em pleno século 21, que acumula notáveis avanços das novas tecnologias e da produtividade do trabalho humano, é no mínimo lastimável que esteja sendo colocado na agenda governamental o aumento da jornada de trabalho para 12 horas diárias e a flexibilização dos contratos com o primado do negociado sobre o legislado ou do mercado sobre a Lei.
Entenda 5 propostas do governo Temer que acabam com direitos trabalhistas
O aumento da jornada diária para até 12 horas, anunciado pelo ministro do Trabalho, é apenas uma delas
Manifestante protesta contra a retirada de direitos em ato "Fora, Temer" em São Paulo (SP) / Mídia NINJA
O anúncio de que a reforma trabalhista proposta pelo governo poderá ampliar a jornada diária em até 12 horas, feito pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, nesta quinta-feira (7), trouxe preocupação ao Planalto.
Manifestante protesta contra a retirada de direitos em ato "Fora, Temer" em São Paulo (SP) / Mídia NINJA
O anúncio de que a reforma trabalhista proposta pelo governo poderá ampliar a jornada diária em até 12 horas, feito pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, nesta quinta-feira (7), trouxe preocupação ao Planalto.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Mais trabalho, menos salário; a reforma trabalhista de Temer
A estratégia de Temer para uma contra-reforma trabalhista
Pedro Rafael Vilela – Para reduzir salários, aumentar de jornadas e outros retrocessos, governo quer dar a sindicatos “poder” de renunciar a direitos. Em plena recessão, mudança seria devastadora
O governo federal vai propor um projeto de lei para permitir que empresas possam reduzir salários e até mesmo aumentar a jornada diária de trabalho dos seus empregados.
Pedro Rafael Vilela – Para reduzir salários, aumentar de jornadas e outros retrocessos, governo quer dar a sindicatos “poder” de renunciar a direitos. Em plena recessão, mudança seria devastadora
O governo federal vai propor um projeto de lei para permitir que empresas possam reduzir salários e até mesmo aumentar a jornada diária de trabalho dos seus empregados.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Jornada sueca de trabalho
Juremir Machado
A Suécia é um país bizarro, desses que desafiam maravilhosamente todas as teses de conveniência.
Faz tudo o que os nossos ultraliberais detestam. Por lá, a livre iniciativa é muito forte. O papel do Estado no cotidiano das pessoas, também. O ensino é gratuito do maternal até a faculdade. Tem até escola privada sustentada pelo Estado. Pai e mãe alcançam um ano e quatro meses de licença para cuidar dos seus bebês. Nos primeiros 390 dias, 80% do salário é garantido pelos cofres públicos. Em 2016, um homem foi obrigado a parar 90 dias para se ocupar de seu filho. Nada de passar toda a missão para a mulher. Macho que é macho troca fraldas.
A Suécia é um país bizarro, desses que desafiam maravilhosamente todas as teses de conveniência.
Faz tudo o que os nossos ultraliberais detestam. Por lá, a livre iniciativa é muito forte. O papel do Estado no cotidiano das pessoas, também. O ensino é gratuito do maternal até a faculdade. Tem até escola privada sustentada pelo Estado. Pai e mãe alcançam um ano e quatro meses de licença para cuidar dos seus bebês. Nos primeiros 390 dias, 80% do salário é garantido pelos cofres públicos. Em 2016, um homem foi obrigado a parar 90 dias para se ocupar de seu filho. Nada de passar toda a missão para a mulher. Macho que é macho troca fraldas.
domingo, 10 de julho de 2016
Revogar a abolição da escravidão

Contatos e sondagens têm sido mantidos com algumas das melhores instituições de pesquisa econômicas para se buscar a melhor escolha.
Indústria sugere mudar leis trabalhistas e cita jornada de 80h por semana
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
A Suécia ensaia a jornada de 6 horas de trabalho
Antonio Martins
Manifestação em favor dos imigrantes em Estocolmo (2015): versão igualitária e livre do Estado de bem-estar social deixou raízes na Suécia
Tapa na cara de quem acredita em “austeridade” e “sacrifícios”: até empresas concluem que trabalhar menos, mantendo o salário, amplia as horas de ócio sem reduzir a produtividade
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
No Congresso, representantes de trabalhadores são minoria.
1º de Maio: renovar nossas lutas
Desde as primeiras greves de operários por melhores condições de trabalho no final do século XIX, o Dia do Trabalhador se consagrou o dia em que os trabalhadores levantam suas bandeiras no mundo. Essa data é a oportunidade de lembrar conquistas e de reforçar a luta pelos avanços ainda necessários.
No Brasil, temas como a redução da jornada de trabalho, o fim do fator previdenciário, superação do trabalho escravo, o combate à precarização na cidade e no campo e a garantia de igualdade de gênero nas relações trabalhistas ainda estão pendentes.
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