Por Daniela Lima. “Não há civilização sem loucura […] ela acompanha a humanidade por todo lugar que haja imposição de limites”.
– Michel Foucault
Eles surgiram de botas e capacetes. A porta arrombada. A matilha em peso a agarrou pela garganta. Golpeada, jogada no chão. Ela não diz uma palavra. […] Lá fora a ambulância espera. 10 de março de 1913. Os dois cavalos relincham sob o chicote. (DELBBÉ, 1988, p. 366-7)


