Desde 1988, firmou-se um pacto social e democrático em torno de uma política redistributiva, chamada seguridade social: saúde, previdência e assistência social. A ideia era retirar de quem tem muito ou ganha muito e redistribuir, através das políticas sociais, a renda com os que ganham pouco ou nada.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Novo pacto social: retirar de quem não tem para contemplar quem já tem muito.
Michel Zaidan Filho
Desde 1988, firmou-se um pacto social e democrático em torno de uma política redistributiva, chamada seguridade social: saúde, previdência e assistência social. A ideia era retirar de quem tem muito ou ganha muito e redistribuir, através das políticas sociais, a renda com os que ganham pouco ou nada.
Desde 1988, firmou-se um pacto social e democrático em torno de uma política redistributiva, chamada seguridade social: saúde, previdência e assistência social. A ideia era retirar de quem tem muito ou ganha muito e redistribuir, através das políticas sociais, a renda com os que ganham pouco ou nada.
Temer é hoje o obstáculo maior à normalidade democrática
Mario Sergio Conti
O bunker brasiliense recebeu o seu último bloco de concreto no Dia do Fico de Renan Calheiros na presidência do Senado. Judiciário, Legislativo e Executivo mandaram às favas escrúpulos legais e firulas democráticas. Entrincheiraram-se na defesa da cleptocracia.
O bunker brasiliense recebeu o seu último bloco de concreto no Dia do Fico de Renan Calheiros na presidência do Senado. Judiciário, Legislativo e Executivo mandaram às favas escrúpulos legais e firulas democráticas. Entrincheiraram-se na defesa da cleptocracia.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Governo Temer perdoa R$ 900 bilhões em dívidas de grandes empresas
Em plena crise, governo Temer/PSDB acertam perdão de mais de R$ 900 bilhões em dívidas de grandes empresas
Devedores terão perdão de 90% das multas, juros e encargos
O presidente Michel Temer e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, conversaram ontem (5.dez.2016) e decidiram que é mesmo necessário aprovar rapidamente um programa de socorro a empresas endividadas.
Devedores terão perdão de 90% das multas, juros e encargos
O presidente Michel Temer e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, conversaram ontem (5.dez.2016) e decidiram que é mesmo necessário aprovar rapidamente um programa de socorro a empresas endividadas.
domingo, 11 de dezembro de 2016
O Diabo e as dez medidas contra a corrupção
Leonardo Isaac Yarochewsky
Em nome de um ilusório combate ao crime, notadamente à corrupção, os que se julgam paladinos da justiça querem enfiar goela abaixo do Congresso Nacional e da sociedade medidas draconianas, autoritárias e fascistas que vão muito além do enganoso cabeçalho
“O diabo na rua, no meio do redemoinho” (Guimarães Rosa)
O Diabo queria porque queria entrar na igreja, mas o padre, com toda razão, não permitia.
Em nome de um ilusório combate ao crime, notadamente à corrupção, os que se julgam paladinos da justiça querem enfiar goela abaixo do Congresso Nacional e da sociedade medidas draconianas, autoritárias e fascistas que vão muito além do enganoso cabeçalho
“O diabo na rua, no meio do redemoinho” (Guimarães Rosa)
O Diabo queria porque queria entrar na igreja, mas o padre, com toda razão, não permitia.
Moniz Bandeira: Moro e Janot atuam com EUA contra o Brasil
Cientista político chama atenção sobre Moro e Janot
Moro e Janot “avançam nos prejuízos provocados ao país e à economia nacional” / Reprodução
Bandeira é conhecido por dissecar o poderio norte-americano na desestabilização
Luiz Alberto Moniz Bandeira, autor do importante livro “A Desordem Mundial – o espectro da total dominação”, que apresenta aos leitores informações geralmente omitidas pelos meios de comunicação conservadores, acabou de mais uma vez brindar os brasileiros com revelações sobre a Operação Lava Jato.
Moniz Bandeira, cientista político, e analista abalizado do momento atual, tanto nacional como internacional, alerta os brasileiros sobre o juiz Sérgio Moro e o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, por considerá-los que “atuam com os Estados Unidos contra o Brasil"
Conhecido também por dissecar o poderio norte-americano na desestabilização de países, Moniz Bandeira garante que Moro e Janot “avançam nos prejuízos provocados ao país e à economia nacional”.
Moro e Janot “avançam nos prejuízos provocados ao país e à economia nacional” / Reprodução
Bandeira é conhecido por dissecar o poderio norte-americano na desestabilização
Luiz Alberto Moniz Bandeira, autor do importante livro “A Desordem Mundial – o espectro da total dominação”, que apresenta aos leitores informações geralmente omitidas pelos meios de comunicação conservadores, acabou de mais uma vez brindar os brasileiros com revelações sobre a Operação Lava Jato.
Moniz Bandeira, cientista político, e analista abalizado do momento atual, tanto nacional como internacional, alerta os brasileiros sobre o juiz Sérgio Moro e o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, por considerá-los que “atuam com os Estados Unidos contra o Brasil"
Conhecido também por dissecar o poderio norte-americano na desestabilização de países, Moniz Bandeira garante que Moro e Janot “avançam nos prejuízos provocados ao país e à economia nacional”.
Princípio da responsabilidade civil
Michel Zaidan Filho: Princípio da responsabilidade civil
Segundo o ex-ministro da Justiça, da ex-presidente Dilma, todos os cidadãos e cidadãs são responsáveis, civil e criminalmente, perante a justiça do País. Ninguém está isento ou imune a responder processos ou prestar esclarecimentos às autoridades judiciais, quando aparecem indícios de crime ou violação da lei. Este é um princípio republicano que garante o tratamento isonômico a todos pelo Estado, independente de raça, credo, nacionalidade ou ideologia. Não há ninguém acima da lei ou acima de qualquer suspeita. Todos somos imputáveis ou puníveis, desde que se estabeleça o devido processo legal, seja garantido o direito do contraditório e a mais ampla defesa. Está na Constituição de 1988.
Segundo o ex-ministro da Justiça, da ex-presidente Dilma, todos os cidadãos e cidadãs são responsáveis, civil e criminalmente, perante a justiça do País. Ninguém está isento ou imune a responder processos ou prestar esclarecimentos às autoridades judiciais, quando aparecem indícios de crime ou violação da lei. Este é um princípio republicano que garante o tratamento isonômico a todos pelo Estado, independente de raça, credo, nacionalidade ou ideologia. Não há ninguém acima da lei ou acima de qualquer suspeita. Todos somos imputáveis ou puníveis, desde que se estabeleça o devido processo legal, seja garantido o direito do contraditório e a mais ampla defesa. Está na Constituição de 1988.
“Fim do mundo”, diz Wanderley Guilherme sobre crise política no Brasil
Cientista político Wanderley Guilherme concede entrevista e fala sobre a reforma da previdência apresentada pelo governo de Michel Temer
'Golpe confirma Nostradamus: fim do mundo está aí', diz Wanderley Guilherme
Para cientista político, há uma cultura cívica contra a democracia tomando o mundo. "Fazem o que querem. Não temos jornal, advogados nem dinheiro, e temos medo. Cada ato nosso é um ato de coragem”
'Golpe confirma Nostradamus: fim do mundo está aí', diz Wanderley Guilherme
Para cientista político, há uma cultura cívica contra a democracia tomando o mundo. "Fazem o que querem. Não temos jornal, advogados nem dinheiro, e temos medo. Cada ato nosso é um ato de coragem”
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
O carnaval institucional está muito perto de capítulos dramáticos
Jânio de Freitas
Aproveite: nenhum dos seus antepassados teve a oportunidade de testemunhar um nível de maluquice dos dirigentes nacionais como se vê agora. O passado produziu crises de todos os tipos. O presente, porém, não é, na sua originalidade, uma crise a mais. É um fenomenal desvario. Uma orgia dos poderes institucionais, tocada pela explosão de excitações da mediocridade e da leviandade brasilianas.
Aproveite: nenhum dos seus antepassados teve a oportunidade de testemunhar um nível de maluquice dos dirigentes nacionais como se vê agora. O passado produziu crises de todos os tipos. O presente, porém, não é, na sua originalidade, uma crise a mais. É um fenomenal desvario. Uma orgia dos poderes institucionais, tocada pela explosão de excitações da mediocridade e da leviandade brasilianas.
Renan Absoluto
Milton Temer
Temos o nosso Berlusconi. Supremo desautoriza um dos seus para garantir plenos poderes a Renan.
Réu de processo de peculato e com mais de uma dezena de inquéritos onde poderá ser indiciado, ele é mantido na Presidência do Congresso
Tudo indica, pelo resultado "mediado" antecipado por vários caciques do tucanato no covil dos senis em entrevistas aos meios de comunicação, é ele o único em condições de garantir a rotina de votações da PEC que vai submeter Educação e Saúde públicas a duas décadas, 20 anos, de verbas congeladas.
Temos o nosso Berlusconi. Supremo desautoriza um dos seus para garantir plenos poderes a Renan.
Réu de processo de peculato e com mais de uma dezena de inquéritos onde poderá ser indiciado, ele é mantido na Presidência do Congresso
Tudo indica, pelo resultado "mediado" antecipado por vários caciques do tucanato no covil dos senis em entrevistas aos meios de comunicação, é ele o único em condições de garantir a rotina de votações da PEC que vai submeter Educação e Saúde públicas a duas décadas, 20 anos, de verbas congeladas.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Com a proa em Ítaca ou nossa Odisseia
É quando a mentira
domina e prima,
e a indignidade
vira regra,
hábito,
etiqueta,
daqueles que professam,
cultuam,
praticam,
sem necessidade de templo
ou liturgia,
a mais rasteira e porca
hipocrisia,
que o justo busca a razão,
reúne a coragem,
para seguir
na reta travessia.
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