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sexta-feira, 18 de maio de 2018
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Nas favelas todo dia é dia de exceção. Estado de direito é coisa de rico.
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| Torturados e assassinados |
Sábado, 19 de novembro de 2016. A Cidade de Deus, favela da zona oeste do Rio de Janeiro, vivenciava apenas mais um dia de tiroteio entre traficantes e milicianos. Na Linha Amarela, uma das principais vias expressas da cidade, motoristas apavorados transformaram seus carros em barricadas para tentar sobreviver.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Uma epidemia na Paraíba: assassinato de ex-presidiário
Ex-presidiário é assassinado enquanto soltava pipa no Alto do Mateus
Na tarde desta segunda-feira (24), o ex-presidiário José Ivanildo Sousa, 25, soltava pipa, em frente a sua casa, no bairro Alto do Mateus, em João Pessoa, quando foi abordado por dois elementos, que se aproximaram e efetuaram vários disparos em sua cabeça.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Nossas Mães de Maio sem fim
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Mães de Maio
Mulheres que tiveram filhos executados desde 2006 têm na busca por justiça sua razão de viver. O fim do termo “resistência seguida de morte” nos BOs das ações da polícia de São Paulo é um filho dessa luta
Gisele Brito
“Já consegui o pedreiro para arrumar o quintal, mas ele precisa de duas semanas, e não consigo ficar aqui”, diz, rindo, Débora Maria Silva, prestes a sair mais uma vez de sua casa em São Vicente, litoral de São Paulo. Desta vez, irá acompanhada da reportagem da Revista do Brasil.
Vamos ao encontro de outras mulheres que, como ela, tentam na luta por justiça remediar a dor da perda de filhos mortos pelo Estado. Débora é fundadora do movimento Mães de Maio.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Justiça: "ganhei, mas não levei".
Parar de julgar
Cláudio dell'Orto
O número de processos nas estantes eletrônicas ou de aço do Judiciário brasileiro será reduzido se os juízes pararem de julgar. Atualmente, para cumprir metas médias ou medianas estipuladas pelo Conselho Nacional de Justiça ou pelas comissões satélites que atuam nos estados, os magistrados são estimulados a escrever sentenças nos processos novos que ingressam em grande volume. Tais metas que, se não cumpridas, podem significar perda remuneratória, seriam ótimas se os processos realmente terminassem com o ato de sentenciar.
Infelizmente, nosso sistema processual não permite transformar a realidade conflituosa somente com a sentença.
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