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quarta-feira, 13 de abril de 2016
A CPI da Funai/Incra criminaliza e dissemina o ódio contra indígenas, quilombolas e organizações aliadas no Brasil
“Está em curso, de forma intencional, um processo de quebra dos parâmetros da institucionalidade do país, com o consequente ataque aos direitos fundamentais das pessoas. Num país onde a Presidente da República é cerceada do direito do contraditório, da ampla defesa e se sente atacada por autoridades que estão sob suspeição, o que há de se esperar das relações sociais, políticas e jurídicas na sociedade?”, questiona a nota do Conselho Indigenista Missionário – CIMI, publicada no sítio da entidade, 11-04-2016.
Eis a nota.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Estado de Direito ? Não para Índios.!
Fazendeiros voltam a atacar povo Guarani e Kaiowá, após saída do Exército
Adital
Atentados, ameaças e provocações voltaram a fazer parte da rotina dos indígenas Guarani e Kaiowá do tekoha – lugar onde se é – Ñanderú Marangatú, no Município de Antônio João (Estado do Mato Grosso do Sul). No último dia 29 de novembro, um fazendeiro e capangas chegaram atirando sobre os acampamentos instalados nas áreas retomadas das fazendas Fronteira e Cedro. A agressão ocorreu a exatos três meses depois da morte de Semião Vilhalva, em 29 de agosto, e será denunciada ao Ministério Público Federal (MPF). Os recentes ataques tiveram início após a saída do Exército da região, há menos de um mês.
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Na Força dos Encantados
Egon Dionísio Heck "Vamos dar continuidade à luta dos povos indígenas do Brasil na defesa dos nossos direitos conquistados na Constituição de 1988. Não pensem os ruralistas e outros mais, que não somos capazes de lutar com todas as nossas forças por aquilo que julgamos ser melhor para nossos povos e nosso País. Não queremos que outros povos passem o que nós do nordeste passamos nesses 500 anos. Contamos com a força dos encantados, dos seres de luz, dos espíritos dos guerreiros, dos pajés e com todas as lideranças e lutadores dos nossos povos”.
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Na cama procustiana de Dilma
Há séculos a ‘cama de Procusto’ do Estado brasileiro vem buscando ‘ajustar’ os povos indígenas a suas justas medidas: escravidão, exploração das riquezas, violência, invasões multidimensionadas do corpo, da mente e dos territórios. E os ajustes são sempre na perspectiva procustiana de que a justa medida é sempre ‘do outro’, do branco português, do militar ou do civil golpista, do capital transnacional, que da prata de Potosí ao petróleo amazônico tem por justa medida a exploração exaustiva dos recursos ambientais para o enriquecimento de alguns.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
‘O descaso e até o escárnio do governo brasileiro com os direitos constitucionais dos povos indígenas é assustador’
Dom Erwin Krautler, Bispo do Xingu e Presidente do Cimi.
“O atual governo, ao favorecer abertamente os ruralistas, mostra-se intransigente para com os povos indígenas e quilombolas. Não aceita diálogo com líderes indígenas e rejeita qualquer questionamento ou crítica aos seus planos e projetos desenvolvimentistas. Essa postura arrogante estimula a perseguição e as violências contra os povos indígenas”, afirma D. Erwin Kräutler, bispo do Xingu e presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), em pronunciamento feito na Assembleia Nacional da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida do Norte, no dia 22/02/2105.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Ruralistas x índios: O prazo é 30/11. Depois é sangue.
MS: Cimi divulga carta aberta a Dilma pedindo “intervenção federal imediata” por segurança de índios
Ruralistas dão data limite para serem atendidos e ameaçam: ”O prazo para uma solução final é 30 de novembro. Depois disso, como já é tragédia anunciada (…), vai haver derramamento de sangue, infelizmente”
Preocupado com o aumento da violência no Mato Grosso do Sul, estimulado pelo conflito fundiário, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou uma carta à presidenta Dilma Roussef relatando a “guerra particular contra os povos indígenas”, empreendida pelos fazendeiros da região, e pedindo a intervenção federal para garantir a segurança dos índios.
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