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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
Na hora da verdade juízes apenas cumprem ordens
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sexta-feira, 23 de junho de 2017
Massacres administrativos e o funcionário cumpridor de ordem.
O Julgamento, a banalidade do mal e o totalitarismo.
Arendt explica o caso Eichmann como um novo fenômeno no século XX. Para a autora, não se trata simplesmente de considerar que Eichmann era dantesco ou monstruoso, mas que, a exemplo de muitos indivíduos, banalizava o mal, agindo de forma indiferente mesmo ao praticar crimes hediondos. Eichmann, embora partícipe de crimes abomináveis, é visto por ela como um homem simples, banal e medíocre. Quando ela esteve pessoalmente no julgamento, ao observar o réu diretamente, sentiu-se incomodada ao perceber que ele foi mantido em uma cabine de vidro e que esta tinha como objetivo “protegê-lo dos judeus”, afinal, ele era acusado pela morte de milhões deles.
quarta-feira, 5 de abril de 2017
Moro, Eichman e a banalidade do mal
Roberto
Ponciano
O mais
assustador no que está acontecendo no Brasil não é uma questão apenas política,
e ver que em poucos meses, uma democracia que demorou 20 anos para ser
reconstruída pode se esfumar. Alain Badiou deixou claro em sua obra, que a
negligência, a omissão de quem tem o dever de atuar, dos intelectuais e
militantes políticos diante de um Evento é imperdoável. Não é simples omissão,
é cumplicidade, é criminoso.
O assustador
desta história é que o juiz Sérgio Moro não é um grande ator político, ao fim e
ao cabo Moro é um Zé Ninguém (na acepção inclusive reicheana da miséria
psíquica), um juiz de visão política turva, nenhuma envergadura intelectual,
com inteligência limitada e visão zero de sociedade.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
O juiz e a banalidade do mal
"É a banalidade do mal que deixou de ser um simples conceito filosófico para ser o fundamento de um sistema. E o sistema de justiça criminal assim se manifesta, repleto de ações isoladas e “inocentes” que, somadas, produzem as mais graves violações de direitos humanos em solo brasileiro", alerta Haroldo Caetano da Silva, promotor de Justiça, mestre em Direito pela Universidade Federal de Goiás e doutorando em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense, em artigo publicado no blog Justificando, 20-07-2015.
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