Daniel Aarão Reis
“Não faremos como os colegas de 1968, não lutaremos pelo poder”. A frase, de autoria de um líder estudantil, foi recordada em recente entrevista de Vladimir Palmeira. Trata-se de um equívoco, a ser esclarecido, mesmo porque continua sendo compartilhado por uma certa memória social que confunde numa mesma aventura as lutas dos estudantes daquele ano e as experiências guerrilheiras de luta armada que marcaram a história do país entre 1966 e 1974.
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quarta-feira, 25 de julho de 2018
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Ocupações e depredações: violência do oprimido?
Por Coletivo Transição, agrupamento de ativistas.
Não somos pacifistas, mas tampouco fazemos apologia da violência. Diante do ocorrido no processo de desocupação negociada em dois dos mais de dez prédios da UFPE, uma reflexão e um balanço crítico é extremamente necessário aos militantes, ativistas e todos os que se opõem ao avanço da avalanche privatizadora e destruidora dos direitos sociais e humanos no Brasil, intensificada a partir do golpe parlamentar, jurídico, midiático e empresarial com a subida de Michel Temer ao governo federal.
Não somos pacifistas, mas tampouco fazemos apologia da violência. Diante do ocorrido no processo de desocupação negociada em dois dos mais de dez prédios da UFPE, uma reflexão e um balanço crítico é extremamente necessário aos militantes, ativistas e todos os que se opõem ao avanço da avalanche privatizadora e destruidora dos direitos sociais e humanos no Brasil, intensificada a partir do golpe parlamentar, jurídico, midiático e empresarial com a subida de Michel Temer ao governo federal.
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