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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 11 de março de 2015
Medo: matéria-prima da indústria farmacêutica
Como os laboratórios globais manipulam insegurança e desemparo quotidianos para multiplicar vendas — desrespeitando, se necessário, a saúde dos pacientes
Por Martha Rosenberg, no Alternet | Imagem: Hónoré Daumier, O Doente Imaginário (1856) | Tradução: Inês Castilho e Antonio Martins
Muito antes da internet e da publicidade direta ao consumidor, a profissão médica tentava tranquilizar as pessoas sobre suas preocupações de saúde. Claro, fadiga e dores de cabeça poderiam ser sintoma de um tumor cerebral; certo, tosse poderia ser um sintoma de câncer de pulmão. Mas a maioria dos médicos tentava atenuar o medo – ao invés de semeá-lo. Lembra do “tome duas aspirinas e me ligue pela manhã?”
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Solidariedade feminina
Drauzio Varella
Se você só tem filhos homens, não tem mãe nem irmãs, reze para morrer antes de sua esposa. Se acontecer o contrário, meu amigo, é provável que seus últimos dias sejam passados com estranhos.
Vá aos hospitais. A probabilidade de ver um acompanhante do sexo masculino é mínima, ao lado de um doente internado haverá sempre uma mulher, seja filha, esposa, irmã, mãe, nora ou amiga.
Se você só tem filhos homens, não tem mãe nem irmãs, reze para morrer antes de sua esposa. Se acontecer o contrário, meu amigo, é provável que seus últimos dias sejam passados com estranhos.
Vá aos hospitais. A probabilidade de ver um acompanhante do sexo masculino é mínima, ao lado de um doente internado haverá sempre uma mulher, seja filha, esposa, irmã, mãe, nora ou amiga.
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