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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Cobertura de cabeça: Charlie Hebdo faz seu street style nas semanas de moda de Paris.
Chapéus e turbantes
Em grandes centros urbanos, como Paris e Berlim, é comum ver acessórios de cabeça, truque de styling muito usado pelas moças modernas. Os chapéus são clássicos atemporais e possibilitam uma extensa variedade de looks. Além de charmosos, proteges os cabelos da umidade e ajudam a contornar as vezes que os cabelos parecem ter acordado em um dia ruim.
Também originado nos anos 1960, os turbantes foram muito usados como acessório de estilo e substituiam o o uso dos chapéus por mulheres mais ousadas. Hoje em dia, ele divide espaço com os chapéus, tiaras e presilhas como apetrecho popularmente usados. Nos street styles, as moças apostam nas versões estampadas e lisas, com os cabelos presos ou soltos. O importante é ter um estilo autêntico para carregar essa peça.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
“Eu sou estúpido e maldoso” | Žižek esclarece sua posição sobre o “Je suis Charlie”
Por Slavoj Žižek.
No rescaldo dos atentados de Paris, o filósofo esloveno Slavoj Žižek escreveu, no calor da hora, um artigo de intervenção no debate sobre o Charlie Hebdo. Rejeitando o diagnóstico de um impasse civilizacional entre ocidente e oriente, ele insistia que o fenômeno tinha de ser analisado a partir de um mesmo chão comum e recuperava a tese frankfurtiana de que o fascismo fundamentalista seria uma resposta – ainda que falsa e mistificadora – a uma fratura real no paradigma liberal. Republicado na Folha de S.Paulo, o texto teve uma repercussão em larga medida pautada pelo contraponto encomendado a João Pereira Coutinho e, como apontou Christian Dunker em sua intervenção no debate, por uma estigmatização da posição de esquerda que acabou por não registrar o essencial da contribuição de Žižek.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Meias verdades, grandes mentiras
Diariamente crimes são cometidos em nome de nossos totens e tabus. Mas é mais fácil acreditar que só os muçulmanos levam a cabo o próprio fanatismo
Robert Michael
Com um crucifixo nas cores da Alemanha, manifestantes anti-islã fazem ato em Dresden, em 5 de janeiro
"Esses caras são tudo louco. Não pode provocar". "Ninguém é obrigado a respeitar a cultura deles. Eles que se mudem". "Se depois desses atos as pessoas continuam defendendo o Islã, é porque compactuam com os crimes". "Toda mesquita deveria ser apedrejada". "Não adianta agora os líderes pedirem perdão: eles criaram os monstros".
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