Eles podem ser parte de nossa recuperação psíquica, mas também se prestam a suportar, silenciosos, nossas formas mais patológicas de expressão de afeto e perversão
Christian Ingo Lenz Dunker
Animais de estimação são como filhos, mas filhos que não crescem nem nos abandonam. Retribuem nosso amor com sua presença e solicitude, sem conflitos ou oscilações na qualidade afetiva, oferecendo suporte simbólico para experiências de reconhecimento, metafóricas e metonímicas, centrais na formação e na reconstrução de nossa capacidade de amar.
